Los contras de que ordena

Significado de llevar joyas de plata

2020.11.30 21:36 otisscott71 Significado de llevar joyas de plata

Las inversiones de ciclo rápido son inversiones en las que el giro es junto con las semillas .. En otras palabras, usted está planeando poner su beneficio y luego va a traerlo de vuelta, pero tendrá una sobreabundancia de lo que inicialmente puso en relación.

El tiempo afuera era bastante rápido y una fina y neblinosa lluvia comenzó a caer. Lo único que lamentamos fue que algunos individuos dejaron nuestro paraguas, principalmente la maleta fue enviada al hotel y nosotros no lo hicimos. Pero, estábamos bien. Después del almuerzo, nos aventuramos a Starbucks - sí, incluso tienen un Starbucks en Skagway, ¡venden mi agradable colina plateada Ak! Y luego volvimos a su muelle de cruceros donde nos encontramos con el público para nuestro paseo en carroza de Haines Eagle Preserve. compradores de joyas pleasant hill

Dólares de oro y plata. La tercera forma de invertir será en realidad la compra física de otros metales preciosos en es también importante . de barras o cambio suelto. Aunque no es tan popular como los otros dos métodos, es la mejor manera de comprar oro y plata que garantiza que realmente es posible el metal físico, ya que los carbohidratos lo mantienen en ambos. Podría decirse que necesitarás tener hasta el 10 por ciento de tu inversión en metales preciosos en forma de monedas de oro y plata. Estos dos metales son fácilmente reconocibles, tienen un valor real y pueden ser fácilmente almacenados y comercializados. Mientras que puedes comprar ambos metales en el contorno de las barras, para los que están convencidos de que poseer monedas es una manera muy buena de conseguir el oro y... No habrá razón para obtener ningún otro metal.

Los caminos son razonablemente buenos pero hay un par de obras en los alrededores así que no seas impaciente, continúa con los límites de velocidad indicados asegúrate de parar si realmente te sientes fatigado. El RACQ es una buena referencia para las condiciones de las carreteras en Queensland. Queensland es muy caluroso en verano, así que compruebe que el aire acondicionado funciona, asociado con agua para beber y galletas saludables. Si viaja con niños, asegúrese de tener todo lo necesario para que su viaje sea tan placentero como las calculadoras de mano. Esto tendrá un impacto en sus vacaciones. Utilice este enlace para obtener información útil sobre los viajes.

Por favor, edúquese para no ser estafado fuera de línea. Es más fácil de lo que piensas comprar oro. La garantía de inversión es comprar y mantener lingotes de oro físicos. Los ETF son incompletos porque es para garantizar que el papel está respaldado por el stock físico de los metales valiosos. Me encanta ir a los distribuidores de monedas o a las exposiciones de monedas y las existencias como resultado de las monedas anteriores a 1964 que son 90% plata o águilas de oro anticuadas que también es posible obtener en una, media y cuarto de onza de libras. También puedes comprar joyas, monedas, barras de oro u otros artículos tangibles con contenido de plata u oro.

Si el fabricante de barriles no quería un sombrero como pago por crear un barril para un cliente, tenía que producirse una unidad de intercambio. El oro y la plata llegaron a jugar ese papel debido a su raro valor, valor intrínseco, fungibilidad y robustez. Una vez que la gente tenía oro en sus manos, se convirtió en un problema de alarma contra robos, para mantener grandes volúmenes de él a mano. Así, la gente llevaba su oro al orfebre para almacenarlo en su bóveda segura por una cuota monetaria de almacenamiento joven.

Los gastos de envío pueden arruinar su actual negocio. Además de post obtener una moneda la razón real un costo más bajo que el costo para sólo encontrar cómo el envío es realmente más alto en comparación con el costo de su moneda. Muchas organizaciones cobrarán una cuota predeterminada de envío si usted consigue una moneda es difícil de miles de fondos. Si el envío es alto, ordena mejor que sólo una persona en particular.

Una moneda certificada y autentificada es realmente la elección para debería comprar oro y plata, ya que empiezan a ofrecer información sobre la protección del sujeto, obteniendo seguridad junto con la mejor tranquilidad.
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2020.11.20 21:03 AdsonLeo [Encontro Miojo] Um Sorriso Confiante (3º Level, D&D 5e)

Cá está no encontro de hoje. Espero que inspire e renda boas ideias. Lembrando que tudo está também no blog!
No encontro de hoje daremos mais vida à um acampamento na beira da estrada. Entre as compras e busca por aventuras existe uma oportunidade divertida de fazer a aventura vir até o grupo. Assim é possível transformar um dia monótono com interações curiosas que chamem a atenção do grupo.
Além disso, tomei a liberdade de modificar drasticamente um item mágico para compor um personagem. Apesar de não desenvolvido por motivos de portabilidade, este pode ser peça central em um one shot ou outras aventuras em que decida utilizá-lo.
Assim como os personagens dos jogadores, NPCs também têm acesso a tais itens e estes passam a fazer parte de suas habilidades e compor sua própria personalidade. Os utilize como peças de storytelling, como todo outro elemento dos seus jogos.
O encontro é balanceado para um grupo de 4 personagens de level 3, porém em diferentes níveis de dificuldade. A versão mais simples é um encontro trivial, a mais complicada é de alto desafio e potencialmente mortal.

Localidade

Um acampamento de mercenários ao longo de qualquer estrada. Talvez o grupo esteja aqui durante as viagens, ou para concluir missão anterior. Quem sabe um conhecido trabalha para estes mercenários.

Resumo

Os aventureiros pararam junto a um acampamento dos mercenário Fugitivos da Desonra para descansar. Os anfitriões são amigáveis, a maior parte do grupo sendo de não combatentes. Apesar de nada parecer errado incialmente o grupo nota um estranho velho conjurando magias de encantamento e, pouco a pouco, formando para si um grupo paralelo de amizades magicamente angariadas.
É possível descobrir que este velho é o antigo capitão. Recentemente, após um contrato, ele pôs as mãos em uma dentadura mágica que o permite enfeitiçar a pessoas a se tornarem amigas e também fazerem o que ele pede. Seu plano é converter para seu lado os antigos comandados e depor o atual chefe.

O Acampamento

Durante suas viagens os aventureiros se encontram entre as barracas e carroças de um grupo de mercenários chamado Fugitivos da Desonra. Muitas dessas barracas servem para dormir mas também funcionam como lojas, ferrarias e instalações diversas improvisadas. O movimento é grande - uma dezena de guerreiros do grupo, os civis que os acompanham e alguns outros visitantes, como os próprios personagens.
Conversando com os integrantes do bando é possível descobrir que, há poucas semanas, o antigo líder foi substituído. Ele já estava velho, caduco e banguela, e um mais jovem e forte entrou no lugar. "Ah, pelo menos banguela não está mais. Ele conseguiu uma bela duma dentadura na última missão. Os dentes parecem de marfim!" comenta, talvez, um lojista local.
Não demora muito para os próprios aventureiros terem um vislumbre dos belos dentes citados. O velho líder - um bandit captain (Monster Manual, 344) - está sentado num barril, do seu lado um dos guerreiros do grupo - um bandit (MM, 343) - claramente entediado e chateado com a conversa.
Personagens que decidirem observar e tentar ouvir o papo presenciam algo inesperado.

Um Belo Sorriso

📷Durante a conversa o velho, orgulhoso de seus novos dentes, sorri e conjura charm person ao gastar uma carga da dentadura que equivale a um Staff of Charming. É possível aferir a natureza mágica do item através de detect magic ou efeito similar. Par ativar algum efeito do item é necessário dar um grande e aberto sorriso, exibindo os dentes brilhantes dela.
A dentadura possui, antes dessa magia ser conjurada, 6 das 10 cargas. As 4 faltantes já foram utilizadas pelo velho para convocar ao seu lado 4 dos 8 bandits do grupo. Este, caso a magia seja conjurada sem interrupções, será o 5º.
Após conseguir o item mágico e descobrir suas propriedades, o velho planejou tomar para si de volta o controle do grupo. Seu plano de mestre é, com a ajuda da dentadura, converter todos os 8 guerreiros do grupo em seus amigos e, com a ajuda deles, destituir o atual líder.
Durante esta fase o grupo pode interrompê-lo a qualquer momento. Assim que um é enfeitiçado o velho pede para ele encontrá-lo quando o sol se por de frente a barraca principal. Logo ele anda sozinho, conversando sempre com apenas mais um em lugares diferentes do acampamento. Considere que a cada 5 minutos o velho interage com mais um bandit e o converte para seu lado com magia.

Língua Afiada como Lâmina

Se for abordado o velho tenta se esquivar de qualquer interrogatório e nega acusações. Ele é rabugento e tem pressa, tentando se livrar do grupo o mais rápido possível e, então, se esgueirar entre as barracas. Se for alvo de violência ele grita por socorro e todos os bandits que estão convertidos a seu lado aparecem para ajudar.
Se a batalha acontecer antes da execução final do plano, o líder atual - também um bandit captain - aparece, junto de todos os bandits não enfeitiçados. Ele é uma pessoa bruta e de poucas palavras. Faz perguntas diretas e quer saber o motivo da confusão. Qualquer um que pareça suspeito ele manda prender com algemas e amarras em uma das carroças.
O velho tenta se fazer de inocente e apresenta álibis, descrevendo onde ele estava e o que estava fazendo. Os personagens podem apresentar contra-provas e, para isso, pedir a ajuda dos donos dos estabelecimentos que o velho diz ter passado ou daqueles onde ele estava conversando e enfeitiçando os guerreiros. Estes civis não entendem de magia mas um ou outro pode ter visto o velho fazer algo estranho. Mostrar que a dentadura é mágica ou que alguns dos bandits estão sob efeitos mágicos também são fortes provas.
Se for convencido da culpa do velho, o líder o manda prender. O velho não pode resistir se tiver pouca gente do seu lado. Caso 6 ou mais tenham sido convertidos para o seu lado ele grita neste momento e uma luta se inicia. O líder e qualquer bandit restante lutam contra ele, os personagem ajudando ou não.
O velho, vencendo a luta, exige a rendição dos personagens e luta contra eles se necessário. O que ele não sabe é que os primeiros bandits que vieram para o seu lado logo estarão fora dos efeitos do encantamento. Pouco a pouco, em intervalos de 5 minutos, os guerreiros voltam a si e ficam hostis contra o velho ao perceberem que foram enfeitiçados. Estes bandits tentam salvar o líder, caso esteja vivo, e qualquer personagem que tenha ajudado na luta contra o velho.
Durante qualquer conflito os civis tentam se esconder e se proteger, os mais curioso espiando entre barris e janelas de carruagens.

Um Plano de Mestre

Caso consiga converter todos os 8 bandits presentes o velho inicia a fase final de seu plano.
De frente a barraca do líder ele exige que este saia e renda o posto. Confuso, o líder tenta conversar com os bandits e despachar o velho, mas logo percebe que não rende frutos a tentativa. Os guerreiros ainda gostam dele mas o velho é mais carismático e um amigo melhor. Se ainda possuir cargas na dentadura o velho conjura command no líder e o faz ajoelhar. Mandando dois dos bandits segurarem o líder, o velho começa a humilhar o jovem comandante e se proclamar o manda-chuva novamente.
Se for interrompido durante algum destes momentos o velho se enfurece e ordena que os guerreiros ataquem e prendam os forasteiros. Ele mesmo também participa da algazarra. Se for capaz, o jovem líder ajuda os personagens, junto com qualquer bandit que não esteja sob influência do velho.
O que o velho não sabe é que o feitiço dura apenas 1 hora. Os bandits se verão livres do encantamento, um a cada 5 minutos. Se enrolado por tempo o suficiente o velho pode nem perceber isso acontecer e logo se ver cercado de inimigos. Porém, se ele notar que o efeito não é tão duradouro quanto imaginado, ele ordena os restantes sob seu encanto para começarem a batalha, e uma confusão se inicia. Durante a luta ele, desesperado, tenta escapar pela rota mais fácil e, se possível, roubar quanto tesouro for possível.

Concluindo a Missão

Se os personagens ajudarem a desmascarar o velho e lidarem com a situação sem maiores perdas ou confusão, o líder não vê porque não recompensá-los. 250 moedas de ouro são dadas ao grupo e a amizade valiosa dos Fugitivos da Desonra. O velho, se vivo, é preso e exibido como sinal da mais pura desonra para todos que participam da caravana.
Se mais da metade dos 8 bandits do grupo estiverem mortos ele não oferece recompensa alguma, afirmando que o dinheiro será necessário para repor sua mão de obra.
A dentadura mágica pertence aos cofres dos mercenários. Nenhuma conversa ou método convencional convence o líder a ceder o item mágico - meios mágicos ou dinheiro o suficiente podem ajudar. Se tentarem enfeitiçar o líder, qualquer bandit ou civil - commoner (MM, 345) - que presenciar se enfurece e tenta, agarrando ou de outras formas, impedir os personagens.
O grupo pode tentar roubar a dentadura. Haja como achar necessário dependendo dos planos bolados. Lembre-se de utilizar a passive perception dos bandits que fazem rondas constantes na barraca principal e a do próprio líder - bandit captain.

O Que Vem Depois?

  1. O velho escapou! Quais vinganças ele prepara para os aventureiros enxeridos? Pelo que passa o grupo tentando encontrá-lo a pedido do líder dos Fugitivos da Desonra?
  2. O líder dos mercenário quer encontrar a todo custo os aventureiros traidores que roubaram seu valioso item mágico!
  3. Aquele que deu a dentadura para o velho tinha planos maiores e mais sombrios que agora foram arruinados por malditos aventureiros...
  4. Os Fugitivos da Desonra trabalham para todo tipo de gente. Com certeza eles possuem informações valiosas sobre aquele lugar ou aquela pessoa que interessa a um dos personagens.
Gostou da aventura? Tem alguma crítica, elogio ou sugestão? Deixe um comentário! Se tiver usado alguma ideia apresentada no texto comente aí como foi, adorarei ler como tudo se deu na sua mesa. Até a próxima.
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2020.11.18 23:03 hernannadal SIMÓN EL BONDADOSO AJUSTICIADOR

SIMÓN EL BONDADOSO AJUSTICIADOR

Simon Radowitzky

(Por #OsvaldoBayer)
Un joven ruso, de 18 años, había hecho volar por el aire con una bomba nada menos que al todopoderoso jefe de policía de Buenos Aires, coronel Ramón L. Falcón. El ejecutor era un anarquista llamado #SimónRadowitzky y con su acción quiso vengar a sus compañeros asesinados el 1º de mayo de ese 1909, en la represión encabezada por el militar contra la manifestación de los obreros que recordaban las figuras de los cinco #anarquistas condenados a muerte por la Justicia de Estados Unidos, por su lucha a favor de las ocho horas de trabajo.

Un muchacho recién salido de la adolescencia, nacido en Rusia, y “además judío”, como señalaban las crónicas de nuestros diarios, se atrevía contra quien aparecía como el hombre de más poder en todo el país. El coronel Falcón había sido el mejor oficial del general Roca en el exterminio de los pueblos originarios en la denominada Campaña del Desierto.
Además, había llegado a la fama en aquella Argentina conservadora como el represor de las huelgas de conventillos, llevadas a cabo por las mujeres inmigrantes que se negaban a pagar los aumentos constantes del alquiler por parte de los propietarios.
El coronel Falcón demostró su hombría de bien y su título de coronel entrando a palo limpio en esos palomares de la miseria y del hacinamiento que eran los miserables domicilios de 140 habitantes por conventillo, que poseían un solo excusado como se llamaba a los retretes de aquel tiempo.
Ya como Roca lo había llevado a cabo el 1º de mayo de 1904, Falcón imitó a su jefe ese Día del Trabajador y atacó a los setenta mil obreros que llenaban la Plaza Lorea. Las crónicas dirán luego que quedaron “36 charcos de sangre”. Fue un ataque feroz de total cobardía porque, sin aviso previo, el militar ordenó a la fusilería de la policía abrir fuego contra las columnas obreras. Pero los anarquistas no eran hombres de arrugar y guardar silencio. Desde ese momento dijeron que el tirano iba a pagar con su vida tamaña cobardía.
Y fue así como ese joven ruso, Simón, se ofreció a no dejar impune el crimen del poder. Le arrojó la bomba a la salida de un acto en el cementerio de la Recoleta y tanto el coronel como su secretario fallecieron por efectos del explosivo. Cómo lloraron los diarios al dar la noticia, en especial La Nación. Había sido muerto uno de los pilares del sistema. La historia continuará con el destino de Simón.
Lo apresarán. Le iniciarán juicio y lo condenarán a muerte, aunque él siempre sostuvo que era menor de edad. Para esos menores de edad y para las mujeres no había pena de muerte. Lo demostrará con una partida de nacimiento llegada de Rusia y será condenado a prisión perpetua.
Como no tuvo éxito una huida preparada por sus compañeros anarquistas fue trasladado a Ushuaia, la Siberia argentina, donde todo preso iba indefectiblemente a morir. Más todavía, que cuando llegaba el aniversario de su atentado contra Falcón, se lo condenaba a estar una semana en un calabozo al aire libre, sin calefacción. Pero el “ruso” Simón se fue convirtiendo en el alma del presidio. El siempre daba un paso al frente en la protesta cuando a algún otro preso se lo castigaba o se cometían injusticias en el trato general. Fue durante toda su estada el verdadero “delegado” defensor de esos presos comunes. Y políticos. Por eso mismo se lo sometía a un tratamiento de terror.
Pero el “ángel de Ushuaia”, como se lo llamaba, no daba su brazo a torcer sin temor a las represalias de los guardiacárceles. Los que lean La casa de los muertos o El sepulcro de los vivos, del gran escritor Fedor Dostoievsky, que describe las cárceles de Siberia, y sufren con los padecimientos de los condenados, no sospechan que en territorio argentino existió un lugar exactamente igual construido por Roca, de donde son muy pocos los que salieron con vida o retornaron a la sociedad con sus facultades mentales normales. Los anarquistas de todo el país siempre lo recordaron a Simón y lucharon en grandes jornadas de manifestaciones por su libertad. E intentaron un operativo como sólo los anarquistas sabían prepararlos. Lograron liberarlo y embarcarlo en un pequeño velero rumbo a Chile pero, cerca de Punta Arenas, guardias chilenos lo sorprenden y lo entregan nuevamente a las autoridades argentinas. La venganza será tremenda: Simón será encerrado durante más de dos años en una celda, aislado, sin ver la luz del sol y sólo a media ración. Pero en los círculos obreros y políticos, Simón gana cada vez más popularidad.
Las calles de Buenos Aires y de otras ciudades tendrán pintadas con “Libertad a Simón” y su retrato aparece en las ediciones de todas las publicaciones libertarias. Mientras tanto, le envían dinero que se recauda en las fábricas. Pero Simón no lo aprovecha para su persona sino que lo reparte entre los enfermos del penal y la compra de libros para la escasa biblioteca de la cárcel. Los pedidos de indulto para el preso le llueven al presidente Yrigoyen, quien finalmente se lo otorgará en el 13 de abril de 1930. Simón había padecido veintiún años de prisión. Pero la reacción de los militares y de la prensa es muy grande contra la decisión del primer mandatario. De manera que el preso es traído por un barco de la marina de guerra hasta el Río de la Plata. Allí es obligado a trasladarse al buque de la carrera que une a Buenos Aires con Montevideo y de esa manera es expulsado del país hacia Uruguay. Allí, en la otra orilla, es recibido por manifestaciones obreras que le dan lugar en sus sedes y lo saludan como al mejor compañero. Al quedar libre, Simón recuerda a sus compañeros presos en Ushuaia y dirá: “La separación de mis compañeros de infortunio fue muy dolorosa”.
Comenzará a trabajar días después como mecánico y más tarde se prestará a ser mensajero entre los anarquistas del Uruguay y de Brasil. Hasta que se acaba la democracia en la Banda Oriental y comienza la dictadura de Terra, quien ordena su detención. El anarquista es confinado en la isla de Flores. Allí las condiciones son pésimas. Debe dormir en un sótano. Permanecerá más de tres años en esas condiciones hasta que sus compañeros de ideas logran su libertad. Pero al llegar a Montevideo es apresado nuevamente y llevado a la cárcel. Hasta que, liberado de nuevo, decide marchar a España donde ha estallado la guerra civil con el levantamiento de los militares de Franco contra la República. Allá Simón formará parte de los grupos que lucharán contra los militares alzados. Pero no usará armas, oficiará de transportador de alimentos para las tropas del frente, principalmente para los soldados que están en trincheras.
Hasta que llega la derrota del pueblo y Simón será uno de los tantos que marchará a Francia a refugiarse y de allí podrá embarcarse hacia México. En México pedirá trabajar en una fábrica de juguetes para niños. Así transcurrirán los últimos dieciséis años de su vida entre el trabajo y las charlas y conferencias que daba a sus compañeros de ideas.
Siempre sostuvo, hasta el fin, que la gran revolución humana sólo la podía hacer el socialismo libertario, hasta lograr la paz eterna y la igualdad entre los pueblos.
En la Argentina, los dueños del poder siempre trataron de ignorar esta figura que parecía salida de una novela de Dostoievsky. El que había alzado la mano para eliminar a un tirano y que en su vida posterior se comportó como un ser de bondad extrema y de espíritu de solidaridad con los que sufren.
En la década del sesenta publiqué un estudio sobre este ser humano que titulé: “Simón Radowitzky, ¿mártir o asesino?”, en la revista Todo es Historia, que dirigía Félix Luna, fallecido hace unas horas.
Siempre le agradeceré a Falucho Luna ese gesto, de permitirme publicar en sus páginas investigaciones sobre los héroes libertarios que actuaron en nuestro país en las primeras décadas del siglo pasado.
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2020.10.10 00:31 Mr_Libertarian A fraude chamada ‘estado’

Por: Hans-Hermann Hoppe
Murray Rothbard certa vez descreveu o estado como uma gangue de ladrões em larga escala. E se você observar bem verá que há um vasto esforço de propaganda feito pelo estado e por aqueles em sua folha de pagamento — ou por aqueles que gostariam de estar em sua folha de pagamento — para nos convencer de que é perfeitamente legítimo que uma organização essencialmente parasítica viva à nossa custa mantendo um alto padrão de vida, que ela nos mate (com sua polícia despreparada), que ela nos roube com seus impostos, que ela nos convoque compulsoriamente para o serviço militar e que ela controle totalmente nosso modo de vida.
A motivação fundamental daqueles que defendem o estado é saber que, uma vez na máquina pública, eles terão acesso a gordos salários, empregos estáveis e uma aposentadoria integral. Aqueles que estão fora do serviço público defendem o estado por saber que ele lhes dará vantagens em qualquer barganha sindical. Além desses cidadãos, há também empresários que defendem o estado. Estes estão pensando em subsídios e garantias governamentais, em contratos polpudos para obras públicas, em protecionismo, em regulações que afastem a concorrência, e no uso geral do governo para alimentar seus amigos e enfraquecer seus concorrentes. O estado, para eles, é garantia de riqueza.
Em todo e qualquer lugar, o estado sempre se resume a ganhar à custa de outros. Não houve qualquer avanço nessa realidade. Podemos mudar as definições e alegar que, porque votamos, estamos nos governando a nós mesmos. Mas isso não altera a essência do problema moral do estado: tudo que ele tem, ele adquire através do roubo. Nem um centavo do seu orçamento bilionário (trilionário, no caso dos EUA) é adquirido em trocas voluntárias.
Governos dilatados dividem a sociedade em duas castas: aqueles que dão compulsoriamente seu dinheiro para o estado e aqueles que ganham dinheiro do estado. Para manter o sistema funcionando, aqueles que dão têm de ser numericamente muito superiores àqueles que recebem. Foi assim nos primórdios do estado-nação e ainda o é atualmente. A existência de eleições não altera em nada a essência dessa operação.
Nos EUA, quando lemos os documentos escritos pelos pais fundadores, notamos uma grande preocupação em relação a facções. Por facções, os fundadores se referiam a grupos de pessoas em guerra entre si para decidir quem iria ter controle sobre o bolso da população. A solução para esse problema não foi abolir diferenças de opinião, mas, sim, manter o governo em um tamanho mínimo, de forma que as vantagens de se ganhar o poder fossem pequenas. Você limita o poder de uma facção limitando o tamanho do governo. Todos os mecanismos criados pelos pais fundadores — a separação de poderes, o colégio eleitoral, a Declaração de Direitos — foram instituídos como meios de se atingir esse objetivo.
Mas como foi que toda a distorção ocorreu? Como foi que os seres humanos permitiram que o estado atual existisse? Como passamos a permitir que ele nos governe dessa maneira despótica? E por que há alguns que o amam e até mesmo se inclinam perante ele, tomados por um sentimento quase religioso em relação a ele? Bem, se você pensar no argumento central a favor do estado verá que é muito fácil perceber um erro fundamental na sua concepção; e verá que é realmente um milagre que o estado tenha surgido. O argumento a favor da existência do estado é simplesmente este: há escassez de recursos no mundo, e por causa dessa escassez há a possibilidades de conflitos entre diferentes grupos de pessoas. O que fazer com esses conflitos que podem surgir? Como garantir a paz entre as pessoas?
A proposta feita por estatistas, desde Thomas Hobbes até o presente, é a que segue: como há conflitos constantes ocorrendo, os contratos feitos entre vários indivíduos não serão suficientes. Por isso, precisamos de um tomador de decisão supremo que seja capaz de decidir quem está certo e quem está errado em cada caso de conflito. E esse tomador de decisão supremo em um dado território, essa instituição que tem o monopólio da decisão em um dado território, é definido como sendo o estado.
A falácia dessa argumentação se torna aparente quando você percebe que, se existe uma instituição que tenha o monopólio da tomada suprema de decisões para todos os casos de conflito, então consequentemente essa instituição também vai definir quem está certo e quem está errado em casos de conflito nos quais essa mesma instituição esteja envolvida. Ou seja, ela não é apenas uma instituição que decide quem está certo ou errado em conflitos que eu tenha com terceiros, mas ela também é a instituição que vai decidir quem está certo ou errado em casos em que ela própria está envolvida em conflitos com outros.
Uma vez que você percebe isso, então se torna imediatamente claro que tal instituição pode por si mesma provocar conflitos para, então, decidir a seu favor quem está certo e quem está errado. Isso pode ser exemplificado particularmente por instituições como o Supremo Tribunal Federal. Se um indivíduo tiver algum conflito com uma entidade governamental, o tomador supremo da decisão — aquele que vai decidir se quem está certo é o estado ou o indivíduo — será o Supremo Tribunal, que nada mais é do que o núcleo da mesma instituição com a qual esse indivíduo está em conflito. Assim, é claro, será fácil prever qual será o resultado da arbitração desse conflito: o estado está certo e o indivíduo que o acusa está errado.
Essa é a receita para se aumentar continuamente o poder dessa instituição: provocar conflitos para, então, decidir a favor de si mesma, e depois dizer ao povo que reclama do estado o quanto eles devem pagar por esses julgamentos feitos pelo próprio estado. É fácil, então, perceber a falácia fundamental presente na construção de uma instituição como o estado.
E como temos visto uma aparentemente irrefreável expansão do poder do estado em absolutamente todos os países do mundo, é válido perguntar: há alguma esperança? O estado é de fato uma instituição tão poderosa contra a qual nada pode ser feito? Há alguma maneira de se opor a ele?
A primeira coisa a ser feita para se opor ao estado deve ser, é claro, compreender a sua natureza íntima. Por exemplo, é curioso que economistas, em todas as outras áreas da economia, se oponham a monopólios e sejam a favor da concorrência. (Eles se opõem a monopólios porque, do ponto de vista do consumidor, monopolistas são instituições que produzem a custos mais altos do que o custo mínimo e entregam um produto mais caro e cuja qualidade é menor do que seria em um ambiente concorrencial. Eles consideram a concorrência como algo bom para o consumidor porque empresas concorrentes estão constantemente se esforçando para diminuir seus custos de produção para poder passar esses custos mais baixos em forma de preços menores aos consumidores e, assim, superarem suas concorrentes. Além, é claro, de terem de produzir produtos com a maior qualidade possível sob estas circunstâncias). Entretanto, quando se trata da questão mais importante para a vida a humana — a saber, a proteção da vida e da propriedade — quase todos os economistas são a favor de haver um monopolista fornecendo esses serviços. Eles parecem imaginar que o argumento da concorrência não mais é válido. Eles parecem não entender que um monopólio desses serviços vai requerer gastos muito maiores e, da mesma maneira, a qualidade do produto — nesse caso lei, ordem e justiça — será menor.
Portanto, para iniciar qualquer tipo de recuo do estado temos de compreender claramente sua natureza íntima de monopolista e discernir os efeitos negativos que monopólios têm sobre todos os estratos da vida, particularmente na área da lei e da ordem. O que podemos desejar, na melhor das hipóteses — caso não consigamos abolir o estado —, é que o número de estados concorrenciais seja grande o suficiente. Um grande número de estados não permite que cada estado em particular aumente facilmente os impostos e as regulamentações porque as pessoas iriam, nesse caso, “votar com seus pés”, isto é, iriam mudar de estados (mudar de país). A situação mais perigosa concebível é aquela em que um governo mundial iria impor os mesmos impostos e as mesmas regulamentações em uma escala mundial, acabando com todos os incentivos para que as pessoas se mudem de um país para outro, pois a estrutura dos impostos e das regulamentações seria a mesma em todos os lugares.
Por outro lado, imagine uma situação em que houvesse dezenas de milhares de Suíças, Liechtensteins, Mônacos, Hong Kongs e Cingapuras. Nesse caso, ainda que cada estado quisesse aumentar impostos e regulamentações, eles simplesmente não lograriam êxito porque haveria repercussões imediatas — ou seja, as pessoas iriam se mudar das localizações menos favoráveis para aquelas mais favoráveis.
Quando pensamos em pensadores como Étienne de La Boétie, Hume, Mises, Rothbard etc., vemos que todos eles diziam que, por mais inexpugnável que o estado pareça, com todos os seus exércitos, com seu vasto número de empregados e com seu vasto aparelho de propaganda, ele na verdade é vulnerável porque, sendo o estado uma minoria que vive parasiticamente à custa de uma maioria, ele depende do consentimento do governado. Mesmo os estados mais poderosos — como, por exemplo, aqueles que vimos na URSS, no Irã sob o xá, e na Índia sob domínio britânico — podem se esfacelar. E essa ainda é uma esperança.
Novamente, a idéia é a seguinte: o presidente pode dar uma ordem, mas a ordem tem de ser aceita e executada por um general; o general pode dar uma ordem, mas a ordem tem de ser executada pelo tenente; o tenente pode dar a ordem, mas a ordem tem de ser executada em última instância pelos soldados, que são aqueles que terão de atirar. E se eles não atirarem, então tudo aquilo que o presidente — ou o supremo comandante — ordena passa a não ter qualquer efeito. Assim, o estado somente pode efetuar suas políticas se as pessoas lhe derem seu consentimento voluntário. Elas podem não concordar com tudo que o estado faça e/ou ordene que outros façam, mas, enquanto elas colaborarem, serão obviamente da opinião de que o estado é uma instituição necessária, e os pequenos erros que esta instituição cometa são apenas o preço necessário a ser pago para se manter a excelência do que quer que ela produza. Quando essa ilusão desaparecer, quando as pessoas entenderem que o estado nada mais é do que uma instituição parasítica, quando elas não mais obedecerem às ordens emitidas por essa instituição, todos os poderes estatais, mesmo o do mais poderoso déspota, desaparecerão imediatamente.
Mas para que isso seja possível, primeiro é necessário que as pessoas desenvolvam aquilo que podemos chamar de ‘consciência de classe’, não no sentido marxista — que diz que há um conflito entre patrões e empregados —, mas no sentido de um conflito de classes que opõe, de um lado, os regentes estatais, ou a classe dominante, e do outro lado, aqueles que estão sob o domínio do estado. Portanto, o estado tem de ser visto como um explorador, uma instituição parasítica. Só quando tivermos desenvolvido uma consciência de classe desse tipo é que haverá a esperança de que o estado, justamente por causa da difusão geral desse conceito, possa entrar em colapso.
Finalmente, o ponto de vista de Hobbes é interessante. Uma das coisas que mais ameaça o estado é o humor e a risada. O estado presume que você deve respeitá-lo, que você deve levá-lo muito a sério. Hobbes dizia que era algo muito perigoso o fato de as pessoas rirem do governo. Portanto, tente sempre seguir a seguinte regra: ria e zombe do governo o máximo possível.
A fraude chamada ‘estado’
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2020.10.09 20:51 Mr_Libertarian A fraude chamada ‘estado’

Por: Hans-Hermann Hoppe
Murray Rothbard certa vez descreveu o estado como uma gangue de ladrões em larga escala. E se você observar bem verá que há um vasto esforço de propaganda feito pelo estado e por aqueles em sua folha de pagamento — ou por aqueles que gostariam de estar em sua folha de pagamento — para nos convencer de que é perfeitamente legítimo que uma organização essencialmente parasítica viva à nossa custa mantendo um alto padrão de vida, que ela nos mate (com sua polícia despreparada), que ela nos roube com seus impostos, que ela nos convoque compulsoriamente para o serviço militar e que ela controle totalmente nosso modo de vida.
A motivação fundamental daqueles que defendem o estado é saber que, uma vez na máquina pública, eles terão acesso a gordos salários, empregos estáveis e uma aposentadoria integral. Aqueles que estão fora do serviço público defendem o estado por saber que ele lhes dará vantagens em qualquer barganha sindical. Além desses cidadãos, há também empresários que defendem o estado. Estes estão pensando em subsídios e garantias governamentais, em contratos polpudos para obras públicas, em protecionismo, em regulações que afastem a concorrência, e no uso geral do governo para alimentar seus amigos e enfraquecer seus concorrentes. O estado, para eles, é garantia de riqueza.
Em todo e qualquer lugar, o estado sempre se resume a ganhar à custa de outros. Não houve qualquer avanço nessa realidade. Podemos mudar as definições e alegar que, porque votamos, estamos nos governando a nós mesmos. Mas isso não altera a essência do problema moral do estado: tudo que ele tem, ele adquire através do roubo. Nem um centavo do seu orçamento bilionário (trilionário, no caso dos EUA) é adquirido em trocas voluntárias.
Governos dilatados dividem a sociedade em duas castas: aqueles que dão compulsoriamente seu dinheiro para o estado e aqueles que ganham dinheiro do estado. Para manter o sistema funcionando, aqueles que dão têm de ser numericamente muito superiores àqueles que recebem. Foi assim nos primórdios do estado-nação e ainda o é atualmente. A existência de eleições não altera em nada a essência dessa operação.
Nos EUA, quando lemos os documentos escritos pelos pais fundadores, notamos uma grande preocupação em relação a facções. Por facções, os fundadores se referiam a grupos de pessoas em guerra entre si para decidir quem iria ter controle sobre o bolso da população. A solução para esse problema não foi abolir diferenças de opinião, mas, sim, manter o governo em um tamanho mínimo, de forma que as vantagens de se ganhar o poder fossem pequenas. Você limita o poder de uma facção limitando o tamanho do governo. Todos os mecanismos criados pelos pais fundadores — a separação de poderes, o colégio eleitoral, a Declaração de Direitos — foram instituídos como meios de se atingir esse objetivo.
Mas como foi que toda a distorção ocorreu? Como foi que os seres humanos permitiram que o estado atual existisse? Como passamos a permitir que ele nos governe dessa maneira despótica? E por que há alguns que o amam e até mesmo se inclinam perante ele, tomados por um sentimento quase religioso em relação a ele? Bem, se você pensar no argumento central a favor do estado verá que é muito fácil perceber um erro fundamental na sua concepção; e verá que é realmente um milagre que o estado tenha surgido. O argumento a favor da existência do estado é simplesmente este: há escassez de recursos no mundo, e por causa dessa escassez há a possibilidades de conflitos entre diferentes grupos de pessoas. O que fazer com esses conflitos que podem surgir? Como garantir a paz entre as pessoas?
A proposta feita por estatistas, desde Thomas Hobbes até o presente, é a que segue: como há conflitos constantes ocorrendo, os contratos feitos entre vários indivíduos não serão suficientes. Por isso, precisamos de um tomador de decisão supremo que seja capaz de decidir quem está certo e quem está errado em cada caso de conflito. E esse tomador de decisão supremo em um dado território, essa instituição que tem o monopólio da decisão em um dado território, é definido como sendo o estado.
A falácia dessa argumentação se torna aparente quando você percebe que, se existe uma instituição que tenha o monopólio da tomada suprema de decisões para todos os casos de conflito, então consequentemente essa instituição também vai definir quem está certo e quem está errado em casos de conflito nos quais essa mesma instituição esteja envolvida. Ou seja, ela não é apenas uma instituição que decide quem está certo ou errado em conflitos que eu tenha com terceiros, mas ela também é a instituição que vai decidir quem está certo ou errado em casos em que ela própria está envolvida em conflitos com outros.
Uma vez que você percebe isso, então se torna imediatamente claro que tal instituição pode por si mesma provocar conflitos para, então, decidir a seu favor quem está certo e quem está errado. Isso pode ser exemplificado particularmente por instituições como o Supremo Tribunal Federal. Se um indivíduo tiver algum conflito com uma entidade governamental, o tomador supremo da decisão — aquele que vai decidir se quem está certo é o estado ou o indivíduo — será o Supremo Tribunal, que nada mais é do que o núcleo da mesma instituição com a qual esse indivíduo está em conflito. Assim, é claro, será fácil prever qual será o resultado da arbitração desse conflito: o estado está certo e o indivíduo que o acusa está errado.
Essa é a receita para se aumentar continuamente o poder dessa instituição: provocar conflitos para, então, decidir a favor de si mesma, e depois dizer ao povo que reclama do estado o quanto eles devem pagar por esses julgamentos feitos pelo próprio estado. É fácil, então, perceber a falácia fundamental presente na construção de uma instituição como o estado.
E como temos visto uma aparentemente irrefreável expansão do poder do estado em absolutamente todos os países do mundo, é válido perguntar: há alguma esperança? O estado é de fato uma instituição tão poderosa contra a qual nada pode ser feito? Há alguma maneira de se opor a ele?
A primeira coisa a ser feita para se opor ao estado deve ser, é claro, compreender a sua natureza íntima. Por exemplo, é curioso que economistas, em todas as outras áreas da economia, se oponham a monopólios e sejam a favor da concorrência. (Eles se opõem a monopólios porque, do ponto de vista do consumidor, monopolistas são instituições que produzem a custos mais altos do que o custo mínimo e entregam um produto mais caro e cuja qualidade é menor do que seria em um ambiente concorrencial. Eles consideram a concorrência como algo bom para o consumidor porque empresas concorrentes estão constantemente se esforçando para diminuir seus custos de produção para poder passar esses custos mais baixos em forma de preços menores aos consumidores e, assim, superarem suas concorrentes. Além, é claro, de terem de produzir produtos com a maior qualidade possível sob estas circunstâncias). Entretanto, quando se trata da questão mais importante para a vida a humana — a saber, a proteção da vida e da propriedade — quase todos os economistas são a favor de haver um monopolista fornecendo esses serviços. Eles parecem imaginar que o argumento da concorrência não mais é válido. Eles parecem não entender que um monopólio desses serviços vai requerer gastos muito maiores e, da mesma maneira, a qualidade do produto — nesse caso lei, ordem e justiça — será menor.
Portanto, para iniciar qualquer tipo de recuo do estado temos de compreender claramente sua natureza íntima de monopolista e discernir os efeitos negativos que monopólios têm sobre todos os estratos da vida, particularmente na área da lei e da ordem. O que podemos desejar, na melhor das hipóteses — caso não consigamos abolir o estado —, é que o número de estados concorrenciais seja grande o suficiente. Um grande número de estados não permite que cada estado em particular aumente facilmente os impostos e as regulamentações porque as pessoas iriam, nesse caso, “votar com seus pés”, isto é, iriam mudar de estados (mudar de país). A situação mais perigosa concebível é aquela em que um governo mundial iria impor os mesmos impostos e as mesmas regulamentações em uma escala mundial, acabando com todos os incentivos para que as pessoas se mudem de um país para outro, pois a estrutura dos impostos e das regulamentações seria a mesma em todos os lugares.
Por outro lado, imagine uma situação em que houvesse dezenas de milhares de Suíças, Liechtensteins, Mônacos, Hong Kongs e Cingapuras. Nesse caso, ainda que cada estado quisesse aumentar impostos e regulamentações, eles simplesmente não lograriam êxito porque haveria repercussões imediatas — ou seja, as pessoas iriam se mudar das localizações menos favoráveis para aquelas mais favoráveis.
Quando pensamos em pensadores como Étienne de La Boétie, Hume, Mises, Rothbard etc., vemos que todos eles diziam que, por mais inexpugnável que o estado pareça, com todos os seus exércitos, com seu vasto número de empregados e com seu vasto aparelho de propaganda, ele na verdade é vulnerável porque, sendo o estado uma minoria que vive parasiticamente à custa de uma maioria, ele depende do consentimento do governado. Mesmo os estados mais poderosos — como, por exemplo, aqueles que vimos na URSS, no Irã sob o xá, e na Índia sob domínio britânico — podem se esfacelar. E essa ainda é uma esperança.
Novamente, a idéia é a seguinte: o presidente pode dar uma ordem, mas a ordem tem de ser aceita e executada por um general; o general pode dar uma ordem, mas a ordem tem de ser executada pelo tenente; o tenente pode dar a ordem, mas a ordem tem de ser executada em última instância pelos soldados, que são aqueles que terão de atirar. E se eles não atirarem, então tudo aquilo que o presidente — ou o supremo comandante — ordena passa a não ter qualquer efeito. Assim, o estado somente pode efetuar suas políticas se as pessoas lhe derem seu consentimento voluntário. Elas podem não concordar com tudo que o estado faça e/ou ordene que outros façam, mas, enquanto elas colaborarem, serão obviamente da opinião de que o estado é uma instituição necessária, e os pequenos erros que esta instituição cometa são apenas o preço necessário a ser pago para se manter a excelência do que quer que ela produza. Quando essa ilusão desaparecer, quando as pessoas entenderem que o estado nada mais é do que uma instituição parasítica, quando elas não mais obedecerem às ordens emitidas por essa instituição, todos os poderes estatais, mesmo o do mais poderoso déspota, desaparecerão imediatamente.
Mas para que isso seja possível, primeiro é necessário que as pessoas desenvolvam aquilo que podemos chamar de ‘consciência de classe’, não no sentido marxista — que diz que há um conflito entre patrões e empregados —, mas no sentido de um conflito de classes que opõe, de um lado, os regentes estatais, ou a classe dominante, e do outro lado, aqueles que estão sob o domínio do estado. Portanto, o estado tem de ser visto como um explorador, uma instituição parasítica. Só quando tivermos desenvolvido uma consciência de classe desse tipo é que haverá a esperança de que o estado, justamente por causa da difusão geral desse conceito, possa entrar em colapso.
Finalmente, o ponto de vista de Hobbes é interessante. Uma das coisas que mais ameaça o estado é o humor e a risada. O estado presume que você deve respeitá-lo, que você deve levá-lo muito a sério. Hobbes dizia que era algo muito perigoso o fato de as pessoas rirem do governo. Portanto, tente sempre seguir a seguinte regra: ria e zombe do governo o máximo possível.
A fraude chamada ‘estado’
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2020.10.09 17:57 Subversivo-Maldito CRONOLOGÍA de la "pieza 10" en dónde el CASO VILLAREJO, gracias a la colaboración de las CLOACAS POLICIALES, MEDIÁTICAS Y JUDICIALES, acaba por convertirse en el CASO PABLO IGLESIAS...


1º) El 27 de marzo de 2019 el juez ofrece al líder de Podemos personarse como perjudicado en el 'caso Dina', en dónde constaba que se habia ROBADO un móvil a Dina Bousselham..
2º) Todo ello había sido sido "manipulado", "a bombo y platillo", por varios MEDIOS DE INFORMACIÓN.
3º) Pues bien, en estos momentos, el Juez García-Castellón acusa: 1º) A Dina de difundir la noticia. 2º) A Pablo Iglesias de llevar a cabo un montaje con fines electorales...
Existe un problema: los dos primeros apartados están claramente PROBADOS, mientras que el tercer apartado HAY QUE PROBARLO, ya que no existen pruebas que respalden tal acusación...
La cuestión es GRAVISIMA!!!!
Y es que estamos asistiendo a algo surrealista y rocambolesco:
a) Una persona a la que una Audiencia tilda de PERJUDICADO, pasa, de repente a SOSPECHOSO..
b) Todo ello, además, inserto a la denominada PIEZA DEL CASO VILLAREJO, el cual, por otro lado, está en la CARCEL...
c) La PIEZA 10 VILLAREJO ha pasado a convertirse en un asunto secundario para el Juez y la Fiscalía Anticorrupción...
d) En la PIEZA VILLAREJO lo que que está en juego es, nada más y nada menos, el decidir si existió o no una policía política que atacó a la oposición durante la primera legislatura de Mariano Rajoy con la connivencia de algunos medios de comunicación.
e) En tales medios de comunicación se dedicaron horas y horas en cuestionar a la Fiscalía Anticorrupción, personalizando los ataques en uno de los fiscales del caso, Ignacio Stampa, que investigaban la organización criminal que dirigía el comisario Villarejo.
No perdamos la MEMORIA:
Estamos en noviembre de 2015. Podemos, después de que irrumpiera en el panorama político en las elecciones europeas de mayo de 2014, sigue un trayectoria ascendente. En esos momentos, Pablo Iglesias, compagina la dirección de partido con su escaño en el Europarlamento.....Por su parte, una de sus colaboradoras más próximas es Dina Bousselham....Un buen dia acude al Ikea de Alcorcón, y, en un descuido le roban varias pertenencias, entre ellas su móvil de Bousselham....Lo denuncia ante la Policía Nacional de la localidad madrileña.
El día 12 de enero de 2016, dos periódicos digitales de Madrid, Okdiario y El Confidencial, "a bombo y platillo", nos "informan" del contenido de un informe policial sobre la presunta financiación irregular de Podemos....Por supuesto tal "información" NO SE ENMARCA EN NINGÚN TIPO DE CAUSA JUDICIAL...Las publicaciones se producen coincidiendo con el arranque de las conversaciones entre Podemos y PSOE para una posible coalición de Gobierno.
En este contexto, "Manos Limpias", utiliza el informe de OkDiario y El Confidencial, para denunciar ante el Tribunal Supremo tanto a Iñigo Errejón como a Pablo Iglesias... Sin firma, ni sello, su contenido fue despreciado por el Alto Tribunal y por la Audiencia Nacional.
Y ahora llega el momento en que la POLÍCÍA de Jorge Fernández Díaz, Ministro de Interior, hace su aparición para remitir el MISMO INFORME al Tribunal de Cuentas...Y, poco después, sale a la luz un ESCANDALO del que apenas se habló: resulta que tal INFORME había sido confeccionado en la Dirección Adjunta Operativa, nido de la brigada política....
¡DEMENCIAL!
Resulta, además, que sabemos que uno de los COMISARIOS investigados en el caso Kitchen atribuyó la autoría de tal INFORME al comisario Andrés Gómez Gordo, el policía asesor de María Dolores de Cospedal.
Sobre todo este tema, SILENCIO SEPULCRAL....
PARALIZACIÓN DE LA INVESTIGACIÓN, Y, DESVIACIÓN DE LA ATENCIÓN HACIA LAS CUENTAS DE PODEMOS Y EL CASO DINA....
Pero, sigamos sin PERDER LA MEMORIA, con la descripición de los hechos...
Llega enero del 2016...
Ahora nos encontramos con la figura de Antonio Asensio Mosbah, propietario entonces del Grupo Zeta...
Un día, 20 de enero del 2016, el Señor Antonio Asensio, escribe por Telegram a Pablo Iglesias. Lo cita para entregarle un material que ha llegado a la revista Interviú y que incluye fotografías de la que el editor piensa que es la pareja del líder de Podemos. Durante 40 minutos, Iglesias dispone de un ordenador para, en privado, poder ver el material. No es su pareja la que aparece en fotos íntimas junto a capturas de chats del partido y otro material relativo a Iglesias y la formación. Se trata de Dina Bousselham, de la que había surgido el FALSO rumor de que mantenía una relación con su jefe.
Desde la dirección de Interviú, se afirma que la tarjeta del teléfono llegó de forma ANÓNIMA a la revista....Deciden que no era material de interés periodístico y se la entregan a Pablo Iglesias..
Pablo Iglesias se quedó con la tarjeta, pese a no pertenecerle, durante al menos seis meses. Después ha explicado que quería proteger a Bousselham, bastante afectada por entonces de las informaciones FALSAS que le vinculaban sentimentalmente a Iglesias.
Todo podría haber finalizado aquí...aunque siempre con la duda de que "algo olía mal en relación con lo sucedido"....Y es que, por un lado, la Polícía tenía la denuncia de Dina de que le habían robado la tarjeta (?????), y, por otro lado, tal tarjeta no aparece en manos de la Policía, que se supone de debió investigar los hechos, sino en manos de una Revista de dudosa reputación...Pero, cabe preguntarse, ¿qué podía haber hecho Pablo Iglesias? Si el caso está denunciado, pues dejar que la Polícía investigue...Si una revista le dice que tiene la tarjeta del movil robado de la que se considera su pareja, ¿debió también denunciarlo a la Policía?...Pero si la Polícia lo sabía ya todo!...A que estamos jugando?
Pero sigamos, sin PERDER LA MEMORIA:
Llegamos a Febrero de 2016...Pablo Iglesias tiene la tarjeta con fotografías de un movil robado a quien se considera que es su pareja...Son fotografías personales, en dónde no hay indicio alguno de delito...
Pues bien, es en estos momentos, en dónde hace su aparición el Sr. Villarejo....En Febrero de 2016, el comisario Villarejo se pone en contacto con los periodistas de Interviú y les dice que sabe que tienen la tarjeta y que la necesita para sus trabajos policiales.
La dirección de la Revista, MUY ATENTA ELLA, y, SERVICIAL, se reúnen con él para COMER EN UN RESTAUTANTE, y, así, sin más ni más, le entregan el material....Nótese que tanto el policía, entonces en activo, y, los dos periodistas de Interviú, se encuentran imputados por un delito de revelación de secretos.
Y ya la tenemos líada: el COMISARIO VILLAREJO tiene en sus manos todo el material recibido por INTERVIÚ...Y, entretanto, la POLICÍA ¿a qué conclusiones había llegado en relación con el robo de la tarjeta y el hecho de que ésta apareciese como de la nada, en una Revista como Interviú?...
Cada uno que piense lo que quiera...Yo tengo formada mi opinión...
Pero la vida seguía en esos años, y, de ese modo llegamos al Junio del 2016...Villarejo llevaba ya 5 meses en posesión de la tarjeta...¿Cuáles serían sus movimientos?
Los podríamos adivinar observando los acontecimientos del 21 de Junio del 2016
Ese día se celebran las elecciones generales y Podemos no logra su objetivo de dar el 'sorpasso' al PSOE....Sin embargo, Podemos obtiene 72 escaños, y eso abre la puerta a un Gobierno de coalición con Pedro Sánchez....En julio del 2016, Pablo Iglesias, formaliza su oferta al líder de los socialistas.
Y llega el momento de la CLOACA MEDIÁTICA, a través de la figura de Eduardo Inda...
El 22 de julio de 2016, Okdiario, dirigido por Eduardo Inda publica una información que adjunta el pantallazo de un chat interno de Podemos en el que Pablo Iglesias afirma: "La azotaría hasta que sangrase… Esa es la cara B de lo nacional popular… un marxista algo perverso convertido en un psicópata". Iglesias se disculpa públicamente del comentario en el chat privado: "Siento mucha vergüenza de haber hecho una broma machista".
Las cosas se complican, para las CLOACAS..
En el año 2017, el comisario José Manuel Villarejo Pérez, jubilado en el verano de 2016, es detenido en su chalet de Boadilla del Monte...El materila incautado ha servido para abrir más de 30 piezas vinculadas a "ENCARGOS" realizados al comisario cuando estaba en activo.
Las CLOACAS se revuelven "como gato panza arriba"....
De esta forma llegamos al año 2019...Ese año se remite un oficio al juez informando de que han aparecido dos archivos, DINA 2 y DINA 3, que albergan "una multitud de información de la usuaria, tanto datos personales, bancarios, fotografías de carácter íntimo, además de contener comunicaciones con terceros a través de correo electrónico diversas aplicaciones para telefonía móvil (Whatsapp, Telegram), archivos de vídeo y audio, estando buena parte de esos documentos fechados en los años 2014 y 2015”.
NOTA: ¡En la página 2 del informe se reproduce el mismo pantallazo del mismo chat que había publicado Okdiario!.
¡Qué mal pensados somos algunos!
Las CLOACAS deciden desviar la atención sobre sus DELITOS, intentando desprestigiar a Podemos...
¡No perdamos la memoria!
Descripción de los hechos, a partir a la aparición de los ARCHIVOS DINA 2 Y DINA 3
El 27 de marzo de 2019, Pablo Iglesias, y, Dina Bousselham declaran ante el juez Manuel García-Castellón....Pablo Iglesias reconoce que se quedó con la tarjeta cuando la recibió de manos de Asensio Mosbah (Interviú)...Por su parte, Bousselham cuenta al juez también que no pudo consultar su contenido después de que se la entregara Pablo Iglesias. El magistrado ofrece a ambos personarse como PERJUDICADOS en el caso...Además, en esos momento, García-Castellón, elogia la exposición del líder de Podemos...demostrando que todo se ha tratado de una estrategia para perjudicarles. El magistrado instructor llega a decir a Iglesias: "Sabe usted que aquí estamos investigando implicaciones muy serias del Ministerio del Interior…".
¿Qué es lo que ha cambiado en este tiempo? ¿Tendrá algo que ver que Pablo Iglesias es vicepresidente en un Gobierno de Coalición, al que muchos tachan de ILEGITIMO?
Y de este modo llegamos al 2020...
Durante un tiempo, el CASO DINA parece haberse diluído en un segundo plano...De repente, sin embargo, vuelve a REPUNTAR...El 18 de mayo de 2020 la POLICÍA CIENTÍFICA entrega un informe al juez sobre el contenido de la tarjeta y los famosos "pantallazos" y, sobre todo, los "daños" causados a la tarjeta...Esto hace que, a partir de ahora, se señale a Pablo Iglesias Iglesias como autor de dos delitos: daños informáticos por haber entregado la tarjeta a su dueña en un estado dañado; y otro de revelación de secretos, por haber guardado durante al menos seis meses el dispositivo que le había entregado Interviú sin trasladárselo a su legítima dueña....En esos momentos se solitica que se RETIRE a Pablo Iglesias la condición de PERJUDICADO...
De esa forma llegamos al 25 de mayo de 2020....
Ahora el Juez retira la condición de perjudicado a Pablo Iglesias...
Pero va aún más allá: emprende una investigación contra el lider de Podemos en dónde se le acusa de ser PRINCIPAL SOSPECHOSO DE LA PIEZA 10...¿Se acuerdan de la Pieza 10?...Si no lo hacen, deberían ir al inicio de esta cronología de las CLOACAS DEL ESTADO ESPAÑOL....
Y, de ese forma, como por arte de magia, VILLAREJO, el PRINCIPAL SOSPECHOSO DE LA PIEZA 10, queda como marginado en su propio CASO...Su lugar, lo pasa ocupar Pablo Iglesias...
¡ALUCINANTE!
¿Cuales son las medidas que García-Castellón decide llevar a cabo, en esos momentos?
1º) Ordena a Dina Dousselham que deje de compartir abogado con Iglesias...
2º) Comisión rogatoria a Gales para que la empresa que intentó recuperar el contenido de la tarjeta, explique si llegó dañada "físicamente"...
3º) Los policías de Asuntos Internos tienen que repasar la declaración de Ricardo Sa Ferreira, expareja de Boussleham.
Y en todo este lío, claro está, no podía faltar VOX:
EL 10 julio de 2020 Vox denuncia a fiscales del caso Villarejo...Se acusa a Ignacio Stampa de haber facilitado información confidencial a Podemos, en el transcurso del caso Villarejo...La denuncia ya ha sido archivado dos denuncias ya que no aprecia irregularidad alguna...Además, Vox, no tiene reparo en emponzoñar entrando en los bulos y mentiras referidas a las relaciones personales...Han llegado a dar por cierta una relación personal del fiscal y la abogada de Iglesias...pese a que ella niegue que haya relación alguna.
Malas noticias para las CLOACAS:
El 26 julio de 2020. La empresa galesa que analizó la tarjeta que Iglesias le devolvió a Bousselham contesta al juez que ésta no estaba dañada "físicamente"...Un informe posterior de la Policía Científica confirma que esos daños materiales fueron producidos por los trabajos iniciales de recuperación de la empresa
CONCLUSIONES:
1º) Ninguna de las diligencias ordenadas por el juez permiten avanzar en los indicios contra Pablo Iglesias.
2º) Entre tanto, García-Castellón rechaza tomar declaración de nuevo a Bousselham, como solicita Anticorrupción...¿Será porque en tal declaración EXCULPARÍA a Pablo Iglesias?
Otro "PETARDO" más...Llega la hora de CALVENTE.
En septiembre de 2020, declara ante la Audiencia Nacional José Manuel Calvente, antiguo abogado de Podemos.
Habia sido despedido por supuesto acoso a la abogada Marta Flor, aunque tal acusación ha sido rechazado los tribunales.
Calvente acude a la Guardia Civil en Barcelona, donde vive, para denunciar supuesta financiación irregular de Podemos.
La denuncia acabó en un juzgado de Madrid que investiga en la actualidad a la formación.
A partir de esos momentos, Calvente, se convierte en un asiduo de la medios y de algunas portadas de periódicos...En una entrevista a El Mundo presenta la tesis de que Podemos utilizó el caso Dina de forma falsaria para presentarse víctima de las cloacas policiales.
Ante tal declaración, RAPIDAMENTE, [con que rapidez se mueve la Justicia, en algunos casos] el juez considera que debe declarar en la Audiencia Nacional.
En la Audiencia, Calvente y presenta una teoría que dice que le HA CONTADO "alguien" de dentro del partido sobre quien se niega a revelar la identidad....
¡EL GLOBO DE LAS CLOACAS SE DESINFLA DE NUEVO!
El 16 de septiembre de 2020, la Sala de lo Penal de la Audiencia Nacional obliga a García-Castellón a que el líder de Podemos figure de nuevo como víctima y perjudicado en todo este embrollo.
Al mismo tiempo, sin embargo, los jueces, a la hora de tratar el tema VILLAREJO, que sigue en la CARCEL, hablan de “meras hipótesis alternativas” al referirse a la posibilidad de que Villarejo no esté detrás de la filtración a los medios...
No sirve de nada RECODARLES que VILLAREJO tenía en su casa la información que luego fue publicada por Okdiario, El Confidencial y El Mundo, sobre el Caso Dina...
¡Y VUELTA LA BURRA AL TRIGO!
Manuel García Castellón, el juez que investiga al excomisario José Villarejo, parece importarle un comino el CASO VILLAREJO, y, parece dispuesto a seguir R con R con el CASO IGLESIAS...
Y es que el 7 octubre de 2020, el juez toma la decisión de que las "hipótesis alternativas", sobre el Caso Villarejo, deberían ser investigadas por otra instancia
Al mismo tiempo, eleva exposición razonada al Tribunal Supremo en la que acusa a Iglesias de dirigir un montaje para sacar "rédito político".
Su acusación se basa en la declaración de Calvente que el magistado considera "minuciosa".....Todos sabemos que tales declaraciones están basadas en rumores y "dimes y diretes"...
El juez solicita también que se investigue a Gloria Elizo, a Raúl Carballedo, y a la abogada Marta Flor. También pide imputar a Bousselham y su exmarido por falso testimonio....Si por él fuera, todos los de Podemos seríamos imputados...
Y el "CULEBRÓN" SIGUE...
Y SI LLEGA A FINALIZAR, VENDRÁN MÁS....
Pero, eso sí, cada vez, con menos intensidad porque la CATARSIS que este País necesitaba ya lleva años llevándose a cabo...En algún momento veremos sus EFECTOS...y, las CLOACAS serán, no solamente totalmente descubiertas, sino también desmanteladas...
¡SI, SE PUEDE!
[Fuente: https://www.eldiario.es/politica/cronologia-pieza-10-acabo-iglesias-acusado-tarjeta-colaboradora-incautada-villarejo_1_6279911.html?fbclid=IwAR0NAH_d_7dC2YReg_q-E-zyMMzzqzqTm7-DKSHh1UJnx7wooWmbGKFzurg]
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2020.10.05 03:01 YatoToshiro FGO: North American Myth War: E Pluribus Unun (Analise)


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Ritsuka e Mash chegam na era em uma floresta. Eles se deparam com uma batalha, com um lado usando robôs semelhantes aos de Charles Babbage. Os robôs confundem Ritsuka e Mash como reforços inimigos e os atacam. Depois de destruir os robôs, a dupla é atacada pelo lado oposto quando o outro recua. Embora eles sejam capazes de vencer, Ritsuka é repentinamente atingido por tiros de canhão e fica inconsciente.
Ritsuka mais tarde acorda em uma barraca, sendo tratado por uma mulher. Ela se prepara para amputar o braço deles quando Mash a convence a não fazer isso. Mash então cura as feridas de Ritsuka com um pergaminho mágico. Mash explica que eles estão na base traseira do Exército da Independência dos Estados Unidos. Ela revela que a mulher é uma serva e seu verdadeiro nome é Florence Nightingale. Ela tenta pedir sua ajuda quando o acampamento é atacado. Ritsuka e Mash saem para repelir o ataque, seguidos por Nightingale. O grupo eventualmente enfrentará os comandantes inimigos, Diarmuid Ua Duibhne e Fionn mac Cumhaill. Eles derrotam Diarmuid, mas Fionn se cura e se junta a ele em outra luta. O grupo os derrota, mas Nightingale corre de volta para o acampamento quando ela sente que os feridos estão sob ataque. Diarmuid e Fionn são forçados a recuar quando um Servo com reforços chega.
Mais tarde, uma mulher seguida por uma comitiva de soldados mecanizados repreende Nightingale por deixar seu posto. Ela revela que a América está em uma guerra entre o Oriente e o Ocidente; Oriente sendo os celtas, Ocidente implorando pelos Estados Unidos Ocidental. Ela então se apresenta como Helena Blavatsky. Ela recusa o pedido de Mash para deixar Nightingcale ajudá-los a resolver a Singularidade, mas Nightingale ignora suas ordens. Sem escolha, Helena ordena que seus soldados subjugem o grupo. Eles destroem os robôs, mas Karna chega e os ataca com Brahmastra.
O grupo mais tarde acorda, tendo sido nocauteado pela onda de choque criada quando Mash bloqueou Brahmastra. Eles estão sendo transportados para Denver, onde o rei de Helena tentará convencê-lo a se juntar a ele. O grupo acabou chegando a Denver, onde um castelo foi construído quando os celtas tomaram a Casa Branca.
Dentro do castelo, o grupo encontra Thomas Edison, presidente-rei dos Estados Unidos. Edison pede a ajuda de Ritsuka para derrotar os celtas. Antes de assumir o comando, os celtas superavam os americanos. Ele igualou as probabilidades com seus robôs, mas ele carece de Servos suficientes para virar a maré. Ele declara que fará com que os civis trabalhem 20 horas por dia para manter a produção em massa de seus robôs. Ele então revela que usará o poder do Graal para criar sua América ideal em uma linha do tempo diferente. Este ato pode destruir as outras eras. Nightingale tenta atacar Edison, mas Karna a restringe. Edison então dá a Ristuka três minutos para tomar uma decisão. Ritsuka se recusa a entrar, então Edison faz seus robôs subjugarem o grupo. Oprimido pelo grande número de robôs, o grupo é enviado para a prisão subterrânea.
Na prisão, a ligação de energia mágica de Ritsuka com seus servos é neutralizada por Helena para evitar sua fuga. Mais tarde, enquanto o grupo luta para escapar, um Servo aparece de repente diante deles. Ele pegou emprestado o Nobre Fantasma de outro para evitar Karna e se apresentou como Geronimo. Ele tira o grupo de suas celas e os ajuda a escapar. Ao longo do caminho, ele revela que faz parte de uma resistência contra Edison e os celtas com três outros servos. Ele pede ao grupo para se juntar a ele. O grupo finalmente escapou após derrotar Karna.
O grupo chega a uma cidade deserta que serve como esconderijo da Resistência. Geronimo pede a Nightingale para curar um membro Servo da Resistência. Os outros notam que seu coração está gravemente danificado. Ele se apresenta como Rama, e Gáe Bolg causou seu ferimento. No entanto, Rama não pode ser curado a menos que a maldição de Gáe Bolg seja removida. Já que lutar contra Cú Chulainn para destruir sua lança é quase suicida, o grupo concorda em encontrar um Servo parente de Rama para remover a maldição. Rama sugere sua esposa, Sita, que está presa em algum lugar. O grupo então discute como lidar com os exércitos aparentemente intermináveis de Edison e os celtas. Os soldados celtas nascem continuamente de sua rainha, enquanto os robôs de Edison são produzidos em massa. O grupo deve assassinar os dois líderes para impedir o crescimento de seus exércitos. Eles então partem para recrutar Servos para ajudá-los.
Durante a viagem, Geronimo explica como os cidadãos americanos ocidentais são forçados a trabalhar nas linhas de produção em massa da infantaria mecanizada. O grupo chega a Lubbock, onde dois arqueiros, membros da Resistência, estão sendo sitiados por celtas. Eles os ajudam a repelir o ataque. Os dois se apresentam como Robin Hood e Billy the Kid. Depois que Mash dá os detalhes, Geronimo sugere que o grupo precisa de Sabre e Lancer para ajudar. Robin confessa que conheceu dois Servos problemáticos que se encaixavam nas classes mencionadas anteriormente.
Mais tarde, o grupo chega à entrada de Dallas, onde se encontra um dos Servos que Robin conheceu. Depois de derrotar alguns soldados celtas inesperadamente fracos, eles ouvem uma canção perturbadora que Ritsuka, Mash e Robin reconhecem. Entrando na cidade, eles se encontram com Elizabeth Báthory enquanto ela continua cantando. Eles deduzem que é por isso que os soldados eram tão fracos. Mash convence Elizabeth a se juntar a eles, dizendo que isso ajudará a promover sua arte.
Passando por uma floresta para Alexandria, o grupo testemunha Nero Claudius sendo confrontado por Fergus mac Róich, que foi enviado para matá-la. Robin usa No Face May King para emboscá-lo quando Nero revela sua presença. Os outros então chegam para derrotar Fergus. Antes de desaparecer, Fergus diz a Rama que Sita está detida na Ilha de Alcatraz.
Mais tarde, Geronimo informa aos outros que o reduto celta é a Casa Branca. Ele afirma que o grupo será dividido em dois. Um com Nightingale para resgatar Sita, e outro para se infiltrar na Casa Branca e assassinar a rainha celta. Geronimo decide que Ritsuka e Mash acompanharão Nightingale e Rama; Nero convence Elizabeth a ir com eles. Levando os outros com ele, Geronimo recebe um dispositivo de comunicação de Mash. Na manhã seguinte, o grupo se dividiu em suas respectivas equipes para realizar suas missões.
O grupo de Ritsuka chega à costa perto de Alcatraz. Eles então pegam um barco para a ilha. Chegando à costa da ilha, o grupo se dirige para a prisão enquanto mata wyverns enviados por um Servo. Chegando à prisão, eles enfrentam o Servo, que se apresenta como Beowulf. O grupo mata seu dragão e luta contra ele. Depois de ser derrotado, Beowulf permite que eles entrem na prisão.
Dentro da prisão, o grupo encontra Sita enquanto Rama desmaia de seu ferimento. Sita revela que Rama está sob uma maldição que os mantém separados, mesmo como espíritos heróicos. Qualquer um deles será convocado como Rama para nunca ser convocado simultaneamente, embora a Singuralidade seja uma exceção. Nightingale cura a ferida de Rama, mas a maldição de Gáe Bolg ainda persiste. Sita então se sacrifica pegando a maldição para dissipá-la. Depois que Rama acorda, o grupo sai para se encontrar com o grupo de Geronimo.
Em Washington, o grupo de Geronimo vai assassinar a rainha celta, Medb, durante um desfile. Eles a espreitam com No Face May King e a isolam em Nuptiae Domus Aurea. No entanto, Cú Chulainn Alter aparece de repente quando Medb o chama e ataca Nero. Confuso com sua força dentro do teatro, o grupo descobre que Medb o criou a partir de seu desejo no Graal de Cú Chulainn ser um rei forte e mau que ficará ao lado dela. O grupo luta com ele quando Arjuna chega. Cú Chulainn Alter luta com Nero sozinho enquanto Medb e Arjuna lutam contra os outros. Geronimo ordena a Robin que pegue o comunicador e escape. Depois que ele escapa, os outros continuam com sua batalha.
Enquanto isso, em Alcatraz, o grupo de Ritsuka foge da prisão quando são confrontados por Fionn e Diarmuid. Depois de matar o par, eles recebem uma transmissão de Robin. Ele informa que o plano de assassinato falhou. Ele diz a eles para se encontrarem com ele na base abandonada dos Estados Unidos para onde ele está se dirigindo. Recebendo suas coordenadas, o grupo sai para se encontrar com ele.
Enquanto o grupo de Geronimo continua sua batalha, Geronimo solta Tsago Degi Naleya em Arjuna. Arjuna o destrói com Agni Gandiva, então mata Billy. Medb mata Gerenimo depois que ele previu que ela morreria em breve. Ela então ordena que Arjuna persiga Robin. Depois que seu teatro desaba, Nero é liquidado por Cú Chulainn Alter.
O grupo de Ritsuka acabou localizando Robin para vê-lo sob ataque dos celtas. Depois de ajudá-lo, Robin conta a eles sobre o assassinato fracassado de Medb. Ele também diz que um Servo o salvou da perseguição de Arjuna e Cú Chulainn Alter. Essa mesma Serva então se apresenta como Scáthach. Ela originalmente pretendia destruir a era até decidir que um humano precisa encerrar a guerra ao ver Ritsuka. Ela se recusa a entrar no grupo, mas oferece a ela a mesma ajuda. Ela admite que nem mesmo pode derrotar Cú Chulainn Alter, já que seu poder concedido pelo desejo de Medb rivaliza com o dela. Ela poderia destruir o Graal junto com Medb, mas isso atrasaria muito o reparo da era. Enquanto lutava contra mais celtas, o grupo encontrou Li Shuwen. Ele luta com Mash até a paralisação para testar a força do grupo e para convencer Scáthach a duelar com ele. Ele se recusa a se juntar ao grupo, embora seja um aliado. Ele então sai, dizendo que Edison parece estar possuído. O grupo então sai de Denver para enfrentar Edison.
Viajando de volta para o oeste, o grupo chega a Kearney enquanto é atacado pelos celtas. Eles capturam alguns deles a mando de Robin. Ritsuka e Robin levam os prisioneiros a um robô de infantaria mecanizado. Robin afirma que é o segundo-tenente Anderson Komadori e está transferindo prisioneiros para o quartel-general. Como os prisioneiros são celtas, o robô permite que ele passe. O grupo segue para o castelo de Edison.
O grupo ultrapassa o guarda-robô e entra no castelo. Eles lutam contra Karna até que Edison o chama de volta para a sala do trono. Lá o grupo derrota Edison, junto com Helena e Karna. Edison se recusa a desistir e tenta beber um elixir para se transformar, mas Karna o joga no chão. Nighingale informa que o exército celta é infinito, enquanto o dele é limitado. É então revelado que a tirania de Edison resultou de sua mente sendo afetada por pensamentos acumulados dos presidentes que lhe confiavam o futuro da América. Edison é finalmente convencido por todos a se juntar ao grupo.
Mais tarde, o grupo traça uma estratégia para derrotar os celtas. Os celtas invadirão Denver pelas rotas norte e sul. Se você conquistar mais parte da América, a era não resistirá por muito tempo à separação da realidade e ao colapso. O grupo eventualmente decide com um ataque em duas pontas com dois exércitos para atacar ao longo das rotas do norte e do sul. Um exército manterá sua posição contra os celtas enquanto o outro avançará para a Casa Branca. O grupo deixa a decisão de quais Servos irão com qual exército para Ritsuka.
No dia seguinte, Ritsuka anuncia sua decisão. O exército do norte terá Elizabeth, Robin, Edison e Helena. O exército sul terá os outros. O exército norte então parte para esperar a batalha daqui a três dias ao anoitecer. Depois de testar a determinação de Ritsuka e Mash, Scáthach ordena que Rama comande o exército, já que ela não se juntará à batalha. Em vez disso, ela monitorará Medb e Cù Chulainn Alter, que ela impedirá de entrar na linha de frente. Depois que ela sai, o exército do sul começa seu avanço em direção a Washington.
Quando o exército do sul chega a Montgomery, Mash retransmite uma mensagem de Karna de que sua vanguarda derrotou uma vanguarda inimiga com alguns avanços. Depois de derrotar os retardatários, o exército do sul continua seu avanço quando um batedor informa que o exército celta à frente é liderado por Arjuna. Rama ordena que ele diga a todas as tropas para não se envolverem com Arjuna. Arjuna ordena que suas tropas ataquem o exército do sul enquanto ele luta contra Karna. O exército do sul e o exército celta se enfrentam enquanto Karna e Arjuna lutam. Eventualmente, o exército do sul derrota o exército celta, enquanto a batalha de Karna e Arjuna continua. No entanto, Karna é atingido por trás por Cù Chulainn Alter. Ele revela que matou Scáthach e luta contra o grupo. Ele se prepara para matar Mash quando Merlin, projetando-se através de Fou, o prende em uma ilusão. Karna aproveita para lançar Vasavi Shakti em Cù Chulainn Alter com o que resta de suas forças. No entanto, não foi forte o suficiente para matar Cù Chulainn Alter, e Karna desaparece. Cù Chulainn Alter então se retira para Washington para curar suas feridas. O grupo tenta persegui-lo quando Arjuna os impede para lutar contra eles. Depois de derrotá-lo, Mash pede a Arjuna para se juntar a eles, mas ele recusa e vai embora. O exército do sul então continua seu avanço.
Enquanto o exército do sul se envolve com as forças celtas que se aproximam, os detalhes da luta entre Cù Chulainn Alter e Scáthach são revelados. Durante a luta, Scáthach e Cù Chulainn Alter anularam o Gáe Bolg um do outro. Scáthach ativa Portão de Skye para puxá-lo para a Terra das Sombras, mas ele ativa Curruid Coinchenn para evitar isso. Ele então a esfaqueia, e ela foge para a Terra das Sombras para se recuperar. Lá ela conhece Li Shuwen e pede a ele para ajudar o exército do norte até que ela se recupere. Li Shuwen atende seu pedido. Na frente norte, o exército norte continua sua batalha contra o exército celta principal. Beowulf chega e luta contra Robin e Elizabeth, enquanto Helena e Edison lutam contra os celtas. Felizmente para Robin e Elizabeth, Li Shuwen chega e se envolve em uma briga com Beowulf.
Enquanto isso, o grupo de Ritsuka finalmente chega a Washington. Eles matam os monstros invocados de Medb e perseguem-na quando ela se retira para a Casa Branca. Na Casa Branca, o grupo vê que foi transformado de seu estado original. Lá dentro, eles lutam contra Cù Chulainn Alter e Medb. Embora mortalmente ferido por Brahmastra, Medb usa o Graal para convocar o Clã Calatin para atacar o exército do norte. Ela então dá o Graal a Cù Chulainn Alter antes de desaparecer. A energia mágica de Cù Chulainn Alter enfraquece devido à autocorreção do fortalecimento da era com Medb agora extinto. O grupo então luta contra Cù Chulainn Alter.
Ao mesmo tempo, o exército do norte continua a lutar contra o clã Calatin. Edison tenta se autodestruir sobrecarregando seu Nobre Phantasm para proteger os outros. Ele é interrompido pelo súbito aparecimento de Nikola Tesla, que chegou para salvar a era para se arrepender de suas ações em Londres. Percebendo que seus ataques são eficazes, Tesla e Edison liberam seus Nobres Phantasms simultaneamente para selar o Clã Calatin. Arjuna então chega e se sacrifica para lançar um Pashupata restrito para destruir o Clã Calatin.
Enquanto isso, na Casa Branca, o grupo derrota Cù Chulainn Alter. No entanto, ela usa o Graal para se encarnar em Halphas. Nightingale usa Nightingale Pledge para curar o grupo. Depois de derrotar Halphas, Ritsuka e Mash retornam à Caldéia com o Graal.
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Eu ia considerar isso Maravilhoso (5 estrelas), mas essa Singularidade foi a mais longa até agora e metade dele é legal e outra metade é mais ou menos.
E é aqui que a Scathach aparece pela 1º vez no jogo. E quando ela apareceu foi a parte mais legal do jogo.
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2020.10.05 02:58 YatoToshiro FGO: The Mist City: London - AD.1888



Ao chegar na era, Ritsuka e Mash encontram Londres coberta por uma espessa névoa mágica prejudicial a organismos não mágicos. Eles descobrem que todos os residentes da cidade se trancaram dentro de casa para se proteger do nevoeiro. A dupla começa sua busca pelo Santo Graal, acreditando que sua remoção dissipará a névoa. No entanto, eles são confrontados por uma garota perguntando se eles são amigos ou inimigos, já que podem respirar na névoa. Eles não respondem, pois não têm certeza se ela é uma Serva ou não, já que a névoa está distorcendo os instrumentos do Archaman Romani. Descobrindo que eles não são hostis, a garota avisa o casal para seguir em frente se eles valorizam suas vidas, e vai embora. Imaginando que ela pode saber mais sobre a situação do que eles, Ritsuka e Mash vão atrás dela. Ao longo do caminho, eles encontram autômatos e homúnculos, descobrindo que nenhum deles invadiu qualquer edifício. Depois de destruir um golem mecânico, Mash o examina quando Jack, o Estripador, embosca a dupla. Jack percebe que eles estão desimpedidos pela névoa mágica e sua própria névoa, e os ataca, mas eles a repelem. Depois que Jack escapa, Mash envia a Romani fotos do golem mecânico que ela tirou antes. Enquanto Romani analisa as fotos, a garota do início interrompe para informá-lo que o golem mecânico é chamado de Helter Skelter. Ela admite que estava observando o par e conclui que eles não são inimigos. Mash pede a ela informações sobre as circunstâncias de Londres. A garota concorda em falar e se apresenta como Mordred. ]
Mordred traz o par para o apartamento de seu conhecido. O proprietário se apresenta como Henry Jekyll e detalha como ele e Mordred se associaram para impedir o nevoeiro. Depois que Mash conta a ele e a Mordred sobre a incineração da humanidade, Jekyll revela como a névoa desceu sobre Londres nas últimas três noites. Ele explica que as pessoas morrem, dependendo de sua predisposição, dentro de uma hora após inalar a névoa. Ele estima que as causalidades estão agora na casa das centenas de milhares. Ele afirma que várias áreas foram abandonadas, com a extremidade leste quase destruída. Chamando a névoa, Névoa Demoníaca, detalhes de Jekyll para os autômatos dos últimos três dias, homúnculos, Helter Skelters e Jack, o Estripador, têm andado pelas ruas cometendo atrocidades. Ele revela que a Névoa Demoníaca isolou Londres do resto da Grã-Bretanha e avisa que a cidade cairá assim que a comida e a água se esgotarem. Ele concorda em ajudar Ritsuka e Mash, e os envia junto com Mordred para proteger um de seus colaboradores, Victor Frankenstein.
O grupo finalmente chega à mansão de Victor. No entanto, eles encontram outra pessoa lá, e Mordred deduz que matou Victor. Ele admite que matou Victor por se recusar a se juntar à causa de seu grupo. Ele revela que seu verdadeiro nome é Mefistófeles e luta contra o grupo. Depois de matar Mefistófeles, o grupo entra na mansão e encontra uma nota em sua biblioteca detalhando um enredo chamado Projeto Nevoeiro Demoníaco. Os líderes do projeto são "P", "B" e "M", que Victor suspeitava serem espíritos heróicos. Mordred então mostra uma garota que ela encontrou em um caixão na sala dos fundos com um bilhete anexado. A nota diz que a menina é um humano artificial criado pelo avô de Victor, que compartilha seu homônimo. O grupo percebe que ela é o monstro de Frankenstein. Depois que ela revelou ainda estar viva, o grupo retornou ao departamento de Jekyll com ela.
De volta ao apartamento, Jekyll informa ao grupo que Frankenstein não é um Espírito Heroico e ainda está vivo como ela disse. Ele então diz a eles que um grande livro está entrando em prédios e atacando civis no Soho. Chamando-o de Tomo Mágico, ele pede ao grupo para lidar com ele.
Deixando Frankenstein para trás, o grupo viaja para o Soho. Ao longo do caminho, Mordred luta com Ritsuka e Mash para treinar o último. Depois, o grupo recebe uma transmissão de Jekyll revelando que as vítimas do Tomo Mágico entram em um sono sem fim. Ele diz a eles para irem a uma livraria de antiguidades, onde encontrarão outro de seus informantes. Chegando à livraria, o grupo se encontra com o informante de Jekyll, um menino. Ele detalha que quase metade dos residentes de Soho foram colocados em um sono sem fim pelo Tomo Mágico, que fica no 2º andar. Decidindo que é muito perigoso lutar dentro de casa, o grupo o atrai para fora. Seus ataques, porém, são inúteis, o que o menino, revelando-se como Hans Christian Andersen, atribui ao mármore de sua realidade. Ele revela que o tomo é um Servo perdido colocando as pessoas em um sonho em busca de um Mestre de cuja psique ele pode tomar forma. Andersen dá ao livro Nursery Rhyme, que se transforma em uma jovem garota chamada Alice. Depois de derrotá-la, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll agora acompanhado por Andersen.
Depois que Jekyll diz que Jack está atacando a Scotland Yard, o grupo corre para lá. Eles acabam indo para a delegacia onde encontram Jack e um Caster, que revelou ser um dos líderes do Projeto Demonic Fog: "P". Ele confirma as suspeitas de Mordred de que Jack massacrou toda a estação e admite que estava sob suas ordens para que pudesse receber um item selado magicamente da estação. Ele então ordena a Jack que mate o grupo, mas eles a matam. "P" então se teletransporta de volta para seus compatriotas antes que o grupo possa interrogá-lo.
Voltando ao apartamento, o grupo aprende com Andersen que os Servos estão se materializando da Névoa Demoníaca. Tais servos são Andersen, Nursery Rhyme, Mordred, Mephistopheles e Jack. Romani refuta que é impossível para os Servos se manifestarem sem a influência do Graal. Em resposta, Anderson, a névoa foi criada pelo poder do Graal. Mordred então sai em patrulha, seguido por Ritsuka e Mash.
Enquanto patrulham as ruas, o grupo eventualmente encontra William Shakespeare, que recentemente se materializou no nevoeiro. "P" então chega, planejando obter Shakespeare para seu grupo. Confirmando as suspeitas de Romani, ele admite que seu grupo tem procurado os Servos que se materializaram da névoa e os manipularam para expandir a névoa. Ele revela que seu nome verdadeiro é Paracelsus von Hohenheim e luta contra o grupo. Depois de matar Paracelso, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll acompanhado por Shakespeare.
Após uma patrulha matinal, o grupo relata a Jekyll sobre a produção em massa de Helter Skelters. Ele suspeita que o Projeto Demonic Fog está aumentando seus esforços para obter mais Servos da névoa após a morte de Paracelso. Ritsuka então conta a Anderson sobre as Singularidades. Romani revela que a consciência e a influência do Project Demonic Fog se estende apenas às ruas cobertas pelo Demonic Fog. Mordred diz que eles precisam desativar os Helter Skelters. Andersen decide que quer recuperar dados da Torre do Relógio para provar sua teoria sobre a Guerra do Santo Graal. Mordred e Jekyll, no entanto, revelam que a entrada da Torre, o Museu Britânico, foi destruída pelo Projeto Demonic Fog para remover qualquer oposição. Concordando com o pedido de Andersen, o grupo parte para as ruínas do Museu, agora acompanhado por ele, Jekyll e Shakespeare.
Chegando ao Museu, o grupo cava nos escombros para encontrar a entrada subterrânea da Torre do Relógio. Romani detecta energia mágica subterrânea quando tomos mágicos surgem e atacam o grupo. Depois de destruir os livros, Jekyll teoriza que eles já foram grimórios trazidos à vida pela Névoa Demoníaca. O grupo então segue para o subsolo e confirma que os magos estão mortos, suspeitando que o culpado ainda esteja por perto. Eles logo se deparam com uma porta protegida para a biblioteca. Andersen e Jekyll investigam dentro enquanto os outros guardam a porta. Os feitiços nos livros impedem Jekyll e Andersen de levá-los para fora, então o outro deve defendê-los até encontrar os dados que Andersen está procurando. Enquanto os outros continuam a se defender contra os inimigos, Jekyll se transforma em Hyde para lutar com eles. Andersen finalmente encontra os dados que procurava, então o grupo retorna ao apartamento.
De volta ao apartamento, Andersen revela que o ritual de invocação do Servo da Guerra do Santo Graal foi adaptado de um que convocou sete dos mais fortes Espíritos Heróicos para lutar contra um inimigo poderoso. Ele suspeita que alguém previu a vinda do grupo e colocou as informações sobre o ritual para eles encontrarem. De repente, o apartamento é atacado por um grupo de Helter Skelters. Após expulsá-los, Romani informa ao grupo que os robôs foram criados a partir de um Nobre Fantasma. Ele também revela que eles são controlados remotamente pelo Servo que os convocou, o que significa que eles irão desaparecer se o Servo for morto. Enquanto o grupo pondera sobre a localização do Servo, Frankenstein revela que ela sabe onde eles estão.
Frankenstein lidera o grupo para as Casas do Parlamento, onde são atacados por um grupo de Helter Skelters comandado por um grande. Mordred protege Frankenstein enquanto Ritsuka e Mash lutam contra os Helter Skelters. Com a destruição do grande, os outros Helter Skelters se confrontam de repente. Mash então tira fotos do grande Helter Skelter, conforme solicitado por Romani. Ela percebe o nome do fabricante nele, que está ausente dos outros, que diz "Charles Babbage, AD 1888".
Na manhã seguinte, Jekyll diz ao grupo que Charles Babbage está vivo, apesar dos registros históricos de Caldéia dizendo que ele deveria estar morto agora. Romani atribui isso às distorções criadas pela Singularidade, resultando na mudança dos eventos. Assim, os mortos ainda vivem e não existem como espíritos heróicos, como Jekyll e Frankenstein. Jekyll revela que os Helter Skelters que foram completamente desligados foram todos reativados. O grupo sai para derrotar aquele que controla os Helter Skelters.
O grupo segue o exemplo de Frankenstein novamente, mas eles logo suspeitam que ela os está enganando desta vez. Ela admite que não acredita que Babbage esteja construindo Helter Skelters para machucar os outros. Mordred a convence a conduzi-los até ele, dizendo que suas ações agora contradizem sua crença em sua boa natureza. Seguindo Frankenstein, o grupo logo encontra Babbage, que revela ser ao mesmo tempo “B” do Projeto Demonic Fog e um Servo que emergiu da Demonic Fog. Babbage lamenta a Incineração da Humanidade e começa a se render quando Frankestein fala com ele. Ele de repente fica furioso por causa de M usando o Graal e ataca o grupo. Depois de ser derrotado, Babbage diz ao grupo para irem para o subsolo, onde encontrarão a fonte da Névoa Demoníaca: sua Enorme Máquina a Vapor, movida pelo Santo Graal, Angrboda. Depois que Babbage desaparece, o grupo leva Frankenstein de volta ao apartamento de Jekyll antes de seguir para o subsolo
Viajando nas profundezas do subsolo, o grupo finalmente chega à câmara que contém Angrboda. Lá eles encontram Makiri Zolgen, o primeiro líder do Projeto Demonic Fog. Makiri revela que a névoa demoníaca foi criada para destruir toda a Inglaterra, comandada por seu rei. Ele continua, um Espírito Heroico capaz de ativar totalmente a Névoa Demoníaca logo se materializará da névoa. Proclamando o desejo de seu rei de remover a feiura do mundo, Makiri se encarna em Barbatos e ataca o grupo. Após Barbatos ser derrotado, Makiri tenta convocar um Servo, mas Mordred o mata antes que ele possa terminar o encantamento. No entanto, servindo como o círculo de invocação e o encantamento restante, a Névoa Demoníaca completa o ritual. O Servo anuncia que é Nikola Tesla e se dirige para a superfície enquanto o grupo fica inconsciente por causa da explosão massiva de Energia Mágica de sua invocação. Depois que eles acordam, Romani avisa Tesla que está indo para um ponto na superfície para ativar totalmente a Névoa Demoníaca para que se espalhe pela Inglaterra para destruir a era. Ele explica ainda a linha extra de Makiri para o Aprimoramento da Loucura durante a invocação fez Tesla executar automaticamente a tarefa para a qual foi convocado. Após derrotar o homúnculo que os emboscou, o grupo logo alcança Tesla. Ele revela que a névoa ativada absorve energia mágica sem limite, impedindo o grupo de alcançá-lo. Mordred dispersa a névoa quando absorve seu Clarent Blood Arthur. O grupo usa esta oportunidade para lutar contra Tesla, mas a névoa logo retorna. Antes de continuar para a superfície, Tesla diz ao grupo que está indo para onde a névoa é mais densa, os céus acima do Palácio de Buckingham. Ele explica que um raio dele ativará totalmente a névoa e implora que o parem antes que ele o faça. Ele logo chega à superfície e cria uma escada para o céu quando Sakata Kintoki e Tamamo-no-Mae o confrontam.
O grupo corre de volta para a superfície e encontra Kintoki e Tamamo, que recentemente lutaram contra Tesla. Kintoki diz a eles que dispersou a névoa em torno de Tesla. O grupo então corre escada acima de Tesla para matá-lo. Depois de matar Tesla, eles se preparam para retornar ao subsolo para remover o Graal de Angrboda. No entanto, eles são interrompidos quando Artoria Alter de repente se materializa da névoa, absorvendo-a conforme ela se materializa. Depois que o grupo mata Artoria Alter, eles retornam à câmara de Angrboda para remover o Graal com Andersen, Shakespeare, Kintoki e Tamamo se juntando.
Na câmara de Angrboda, Romani avisa o grupo sobre uma estranha distorção semelhante a um Rayshift ali. Uma figura misteriosa então se manifesta a partir da distorção e expressa seu desapontamento com Gilles de Rais, Romulus, Jason e Tesla por seus fracassos. Ele se revela como o responsável pela Incineração da Humanidade e seu nome é Salomão. Acusado de ser um mero servo, Salomão explica que se manifestou sob seu próprio poder para destruir a humanidade. Ele revela que o anel de luz que Ritsuka e Mash têm visto nos céus das Singularidades é seu terceiro Nobre Fantasma, Ars Almadel Salomonis. Por interesse em Mash, ele convoca apenas quatro dos Deuses Demônios e ataca o grupo. O grupo mata um dos Deuses Demônios, no entanto, Salomão mata Shakespeare, Kintoki e Tamamo. Mash implora a Romani para levá-los para casa, mas ele responde que a presença de Salomão torna isso impossível. Salomão declara que supera todos os Servos, independentemente de suas classificações como Espíritos Heróicos. Ele então tenta matar Mordred, mas Andersen bloqueia seu ataque. Andersen explica que o sistema de invocação do Espírito Heroico original criado pela Força Contrária os convoca como Grandes Servos para proteger a humanidade de uma ameaça destrutiva nascida da humanidade. Solomon confirma que o sistema de invocação usado na Guerra do Santo Graal é uma versão degradada do original. Ele então declara que é o Grande Caster e mata Andersen. Ele confessa que só chegou à Singularidade por capricho e se prepara para partir. Ele proclama que a Caldéia não é uma ameaça para ele, a menos que destrua sete Singularidades. Ele então chama os humanos de inúteis para viver, apesar de suas mortes e folhas inevitáveis. O grupo então recupera o Graal e retorna à superfície. Depois de se despedir de Mordred, Ritsuka e Mash voltam para a Caldéia.
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Esse foi um das melhores Singularidades do jogo até agora pois aqui as coisas começam a ficar muito interessantes.
E só de ter Mordred na historia eu já fico satisfeito. Agora só falta ter ela como servo.
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2020.09.28 14:53 guillepaez Resumen Semanal de Noticias V

Buenas, cómo andan? Que semanita que tuvimos eh. Acá les dejo el resumen correspondiente.
Muchas gracias a todos los que nos alientan a seguir adelante, a los que nos ofrecen una mano para poder mejorar, los que nos comentan y nos dan consejos y a todos los que nos han donado un cafecito. Les comentamos que habilitamos el discord del canal por si quieren mandarnos noticias, sugerencias o lo que sea.
TL;DR: Acá está el video en youtube
Esta semana estaba siendo muy tranquila, lo cual me alegraba ya que el resumen apunta a esas noticias que sólo podríamos esperar que pasen en Argentina y que tristemente naturalizamos, por eso no incluimos aquellas como la operación del ex presidente o similares. Sin embargo, cerrando la semana estalló todo, y no, no vamos a hablar sólo del diputado que asumió con denuncias de abusos sexuales.
El DOMINGO sólo nos ofreció una noticia acorde al resumen pero que compensa la ausencia de las demás. En los terrenos ocupados ilegalmente en Guernica se organizó el Festival Musical Tierra para Vivir, en contra al desalojo que se debería haber realizado esta semana.
El LUNES ya fue un poco más entretenido
Llega el MARTES, día de la zaraza, aunque increíblemente eso no sería la noticia más escandalosa de la semana:
Pasamos al MIÉRCOLES:
Llega el JUEVES y vienen las noticias fuertes:
Luego de la locura llega el VIERNES:
Generalmente no incluímos noticias de los SÁBADOS, ya que es el día que escribimos el guión y editamos. Sin embargo hoy, durante la edición, tuvimos que hacer una excepción por la novedad del día, aunque El Presto había dado la primicia en su resumen de los jueves. La fiscal que lleva la causa de espionaje ilegal durante el gobierno de Mauricio Macri solicitó que se hicieran públicos ciertos documentos, los cuales contenían nombres de ex espías y agentes aún en servicio. Estas filtraciones no sólo ponen en riesgo la vida de los espías sino que también atentan contra los intereses de la nación. #GobiernoDeCientíficos
La intensidad de Argentina es tal, que no sólo esta es la segunda edición que tenemos que hacer al video finalizado de esta semana, sino que podríamos decir que este resumen, quedó viejo antes de publicarse. Hace tan sólo unos minutos les comentaba que la corte suprema había ratificado la condena a los funcionarios implicados en la tragedia de once. Al ser un resumen no habíamos incluído que no se había pronunciado sobre Julio de Vido ni Ricardo Jaime. Pues bien, a tan sólo una semana de preguntarnos cuándo obtendría libertad alguno de ellos tenemos que anunciarles que a Ricardo Jaime se le ha concedido la prisión domiciliaria. Perdón por la autoreferencia pero acá les dejamos nuestras sospechas de la semana pasada:
Terminamos con las estadísticas de COVID
Bueno, nuevamente nos despedimos, no sin antes agradecer nuevamente a todos los que nos dan una mano, la verdad que estamos muy contentos por la buena recepción que tiene el resumen. Recuerden que cualquier comentario o consejo es bienvenido. Si alguien quiere dejarnos una donación, puede hacerlo a través de cafecito. Gracias a todos!
Chao!
submitted by guillepaez to argentina [link] [comments]


2020.09.14 00:48 guillepaez Resumen Semanal de Noticias III

Hola a todos, bienvenidos al resumen semanal número 3. Antes de empezar con las noticias queremos agradecerles a todos por el buen recibimiento de la semana pasada y la buena onda que nos transmitieron para seguir laburando. Fueron genial todos los comentario y, awards, nunca había recibido ninguno y se me llenó de cositos el post. Incluso hubo algunos que se coparon y nos donaron unos cafecitos. Mil gracias. Ahh estes es un proyecto que estamos haciendo en conjunto con u/churros_cosmicos, asi que los créditos también son para él. El texto es muy largo así que acá tienen el video en youtube.
Bueno, prepárense porque si la semana pasada fue intensa esta la va a hacer parecer como si hubieran sido noticias de Noruega. Acá vamos.
Ni siquiera tuvimos que esperar al lunes para los platos fuertes, porque el DOMINGO ya teníamos adelantos de lo que se venía.
Llega el LUNES, y empezamos a bailar:
De nuevo, tengo que aclarar que todo esto pasó antes de que llegara el MARTES, que se los resumo ahora:
Pasamos al MIÉRCOLES:
JUEVES, que venga un poco de tranquilidad por favor:
El VIERNES si fue tranquilo:
Antes de pasar a los números del covid queremos compartirles algunas noticias que no son del carácter de este resumen pero que son tan buenas que no pudimos dejarlas pasar.
Pasando a los números de COVID, esta semana fue la peor en lo que va de la pandemia. Si bien podríamos decir lo mismo de cualquier semana ya que hace desde la primera de junio que cada semana supera a la anterior en cantidad de contagiados, en esta tenemos números realmente alarmantes a nivel mundial.
Si se aguantaron todo esto, muchísimas gracias. Acá les dejo el link del cafecito por si alguno nos quiere dar una mano. Cualquier comentario es más que bienvenido para mejorar y hacer un producto de calidad.
Gracias!!!
EDIT: Link a todas las noticias
submitted by guillepaez to argentina [link] [comments]


2020.09.06 20:00 YatoToshiro FGO: Sealed Ends of the Four Seas: Okeanos - AD.1573


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​Ritsuka e Mash chegam em Singularity em um navio pirata e, posteriormente, derrotam a tripulação de ataque. Um membro da tripulação explica que seu navio apareceu de repente no oceano, com seus mapas e bússolas inúteis. Ele sugere que eles vão para uma ilha pirata próxima para reabastecer seus suprimentos e obter pistas sobre toda a situação. Depois de subjugar os piratas que os atacaram quando eles desembarcaram, os dois são conduzidos ao esconderijo secreto de Francis Drake. Ela concorda em falar com eles, mas apenas se eles a derrotarem em combate. Depois que ela é derrotada, Drake se junta a Ritsuka e Mash ao lado de sua tripulação e dá um banquete para comemorar. Durante a celebração, ela explica que o oceano é infinito e contém ilhas de climas totalmente diferentes. Os ventos bizarros e as correntes também tornam a navegação muito difícil. Drake revela que ela estava planejando navegar para encontrar uma base para ela e sua tripulação amanhã, antes que Ritsuka e Mash chegassem. Mash percebe que ela tem um Santo Graal, usado anteriormente para criar comida e bebida sem fim, quando Drake oferece uma bebida a Ritsuka em amizade. Um membro da tripulação lembra que Drake o recebeu ao derrotar Poseidon na Atlântida no final de uma viagem de sete dias. Mash percebe que o Graal escolheu Drake como seu dono quando ela impediu Poseidon de inundar o mundo e destruir a civilização. Depois de derrotar alguns piratas turbulentos, Drake dá o Graal a Mash. A Singularidade permanece sem solução, no entanto, Romani Archaman percebe que o Graal que receberam é o verdadeiro Graal existente na época. Ele também deduz que o oceano sem fim resultou da contenda entre o Graal colocado para perturbar a era e a real. Ritsuka e Mash pedem a ajuda de Drake para receber o outro Graal e restaurar a era. Devolvido o Graal, Drake é convencido por Leonardo da Vinci e Romani a ajudar.
No dia seguinte, o grupo parte quando é atacado por piratas, que na verdade são apenas seres conceituais do pirata comum. Eles finalmente pousam em uma ilha onde lutam contra mais piratas e Eric Bloodaxe enquanto exploram sua selva. Depois de derrotá-lo, Drake logo encontra um navio viking. Dentro, ela encontra o mapa marítimo do navio, que detalha a ilha e as vizinhas. Retornando ao navio, o grupo navegou para uma ilha no noroeste de acordo com a carta.
Chegando ao seu destino, o grupo segue para uma linha ley e estabelece um círculo de convocação lá. Romani tenta relatar suas descobertas sobre a bandeira pirata que eles recuperaram antes, mas as comunicações são rapidamente cortadas. Preocupado com seu navio, o Golden Hind, após um terremoto, Drake e os outros voltam para a costa para ver como ele está. Um membro da tripulação diz a ela que o navio não se moverá. Ritsuka e Mash suspeitam que um campo delimitado ao redor da ilha seja o responsável. O grupo, então, busca a origem do campo delimitado para removê-lo para que possam navegar novamente. Eventualmente, eles encontram e entram em um labirinto onde lutam com Asterios. No entanto, quando Drake se prepara para acabar com ele, uma Serva implora para que ela poupe sua vida. Revelando-se como Euryale, ela acreditava que o grupo estava tentando capturá-la. Após Mash contar a ela sobre sua situação, Eurayle revela que Asterios configurou o campo delimitado para impedir a entrada de inimigos externos. Concordando em removê-lo, ela e Asterios se juntam ao grupo.
Depois que Asterios remove o Campo Delimitado, o grupo deixa a ilha. Enquanto navegava, Euryale revela que um servo pirata pervertido está atrás dela. O grupo eventualmente encontra o navio do Barba Negra, Queen Anne’s Revenge, que está perseguindo o navio de Drake. Enquanto os dois navios se chocam, Barba Negra ordena que Eric apreenda o Graal de Drake enquanto ele captura Euryale. O Golden Hind não pode penetrar na armadura da Rainha Anne. Barba Negra e Eric embarcam no navio de Drake. Revelado para ser um servo de Barba Negra, Eric tenta capturar Euryale, mas é derrotado por Ritsuka e Mash. Depois que ele desaparece, Mash bloqueia um ataque de outro Servo destinado a Ritsuka. O grupo então recua após Drake atirar nas cordas que prendem os dois navios. Infelizmente, Anne Bonny abre um buraco no navio, mas Asterios o carrega, apesar de seus ferimentos.
Carregado para uma ilha próxima, o grupo dirige-se a uma floresta para conseguir madeira para consertar o navio. Enquanto viaja para lá, Romani suspeita que a Vingança da Rainha Anne, é o Fantasma Nobre do Barba Negra por causa da leitura em massa de energia mágica. Ele também diz que o Golden Hind mostrou a mesma leitura, embora ele atribua isso ao Graal. Ele percebe que a nave do Barba Negra é seu Fantasma Nobre, que se fortalece dependendo do tamanho da tripulação. Ele também revela a energia mágica da nave enfraquecida quando Eric foi morto. O grupo resolve matar o resto da criação do Barba Negra para enfraquecer ainda mais seu navio. Depois de matar alguns wyverns, Mash teve a ideia de usar suas escamas para consertar o Hind de Ouro. Da Vinci informa que eles vão precisar de mais trinta wyverns, então o grupo sai para encontrar um ninho. Enquanto procuram por um ninho, eles ouvem alguém sendo atacado por wyverns e saem para resgatá-los. Depois de matar os wyverns, o grupo encontra um pequeno e estranho urso junto com uma serva furiosa. Assim que ela se acalma, Ritsuka e Mash contam a ela e à criatura urso sobre a missão da Caldéia e a natureza da Singularidade. Ela revela ser Artemis e que a criatura urso é Orion. A dupla então ajuda o grupo a invadir um ninho de wyvern, onde finalmente recuperam escamas suficientes para consertar a nave.
Depois de consertar o navio e equipá-lo com um aríete, o grupo zarpou, acompanhado por Artemis e Orion. Enquanto eles entram em águas desconhecidas, o grupo discute como lidar com a Vingança da Rainha Anne. Drake sugere atacá-los enquanto Euryale sugere atacá-los com flechas. Artemis sugere que alguém possa embarcar no navio e causar o caos antes que os navios colidam. Ela revela que, uma vez que foi tecnicamente convocada como Órion, ela pode usar seu poder de caminhar sobre a água, pois ele é filho de Poseidon. O grupo eventualmente confronta a nave do Barba Negra e executa sua estratégia. Enquanto o navio avança em direção ao seu navio, Euryale atira na tripulação do Barba Negra com suas flechas enquanto Ritsuka e Mash lidam com os abordadores. Artemis embarca em seu navio e luta contra a tripulação enquanto Orion sabota seu suprimento de munição. Depois que o suprimento de munição de sua nave é destruído, Barba Negra tenta recuar quando o Golden Hind bate em sua nave. [9] Embarcar em seu navio, o grupo derrota Anne Bonny e Mary Read. Depois que Barba Negra é derrotado, Hector trai e o fere mortalmente, e rouba o Graal dele. Ele expressa sua frustração por Drake interromper seus planos de destruir a era, dando o Graal a um idiota. O grupo tenta pegá-lo, mas ele embarca no Golden Hind para sequestrar Euryale. Asterios tenta salvá-la, mas ele é ferido na batalha. Depois que Barba Negra não consegue atirar nele, Hector embarca em outro navio com Euryale. Com o Graal desaparecido, a tripulação do Barba Negra desaparece, com Barba Negra e seu navio seguindo logo em seguida.
Enquanto perseguem Hector, o grupo discute seus planos para Euryale e o Graal quando encontram uma tempestade. Usando seu vento de cauda, eles finalmente alcançam Hector depois de lidar com um navio fantasma. Ritsuka, Mash e Asterios então embarcam em seu navio para resgatar Euryale. Enquanto eles continuam a batalha, outro navio se move em direção a sua posição. Drake dispara seus canhões contra ele, mas eles são todos desviados. Hector foge para o outro navio e Artemis o reconhece como o Argo. Jason exige que o grupo entregue Euryale para ele, caso contrário, ele enviará Hércules para atacá-los. Eles se recusam, então ele envia Medea e Hércules para matá-los e roubar Euriale. Medea envia ondas de Dragon Tooth Warriors para atacar o grupo, mais tarde juntando-se à luta. Suas habilidades de combate estão abaixo da média, então ela troca com Hércules. O grupo é incapaz de derrotá-lo por causa de seu Nobre Fantasma, Mão de Deus. Ele de repente ataca Euryale, cuja morte frustraria o plano de Jason, mas Asterios a protege. Enquanto isso está acontecendo, Jason ordena que Medeia recupere Eurayle, mas Drake e Mash a protegem. Hector então liberta Durindana Pilum, empalando Asterios e Hércules. Jason ordena que Héracles traga Euríale até ele, mas Asterios joga ele e ele no oceano depois de agradecer ao grupo. Eles usam esta oportunidade para se retirarem do Argo.
Depois de recuar, o grupo discute a Arca que Jason mencionou anteriormente. Romani explica que continha os Dez Mandamentos que Moisés recebeu de Deus. Ele está confuso com os motivos de Jason, já que pune todos os que o abrem. Ele explica ainda que a punição divina desencadeada pela abertura da Arca também destruirá a área circundante. Apesar disso, o grupo vai encontrar a Arca antes de Jason. Enquanto procuram ilha após ilha pela Arca, o grupo recebe uma mensagem anexada a uma flecha de alguém que Artemis conhece. Eles pousam em uma ilha próxima para encontrar o remetente da carta. Depois de matar alguns monstros, o remetente pergunta ao grupo se eles são amigos ou inimigos de Jason. Para seu deleite, Ritsuka responde que eles são inimigos, então ela se revela. Mash a reconhece como Atalanta e a apresenta aos outros. Atalanta revela que a Arca é um Fantasma Nobre e seu dono foi o primeiro Servo convocado na Singularidade. Outro Servo então chega, e Atalanta o apresenta como Davi, o dono da Arca.
Depois de matar alguns monstros com o grupo, David chama que a Arca é um Fantasma Nobre de terceira categoria que mata apenas quem a toca. Ele explica que é convocado independente dele e revela que permanecerá no mundo depois que ele se for, se alguém o possuir. Ele revela que ouviu falar da busca de Jason pela Arca em Atalanta, e eles esperaram juntos pela chegada de aliados. Atalanta explica que ela foi convocada como parte dos Argonautas, mas ela não se juntou à busca de Jason pela Arca, algo que ele acredita que o tornará um verdadeiro rei. Davi então revela que se Eurayle, um Espírito Divino, fosse sacrificado à Arca, isso destruiria a era. Ele continua sacrificando um deus para a Arca que normalmente só destruiria a área circundante. No entanto, essa destruição aumentaria dentro da Singularidade, destruindo um dos Fundamentos da Humanidade sem esperar que ele desabasse. Depois de questionar as razões de Jason, a discussão em grupo sobre como derrotar Hércules. Davi sugere que eles enganem Hércules para que toque na Arca para destruí-lo. O problema que vem com esse plano, entretanto, é que mesmo um Berserker evitaria tocar em um Nobre Fantasma tão perigoso. Como seria desvantajoso lutar contra os três, Mash sugere que eles atraiam Hércules para longe de Heitor e Medéia. Orion sugere que eles aguentam em algum lugar, mas Atalanta diz que nenhuma estrutura na ilha pode resistir a Hércules. Ritsuka então apresenta seu plano de como derrotar Heracles, com o qual todos concordam, apesar dos riscos.
Seguindo o plano de Ritsuka, os arqueiros aliados lançam seus Nobres Phantasms em Jason, que tinha acabado de chegar à ilha. Jason ordena que Hector o proteja e Heracles para matar os arqueiros. No entanto, Heracles torna a morte de Eurayle uma prioridade, então ela e Ritsuka fogem dele enquanto seus aliados os protegem ao longo do caminho. Eles eventualmente o atraem para onde a Arca está sendo mantida, mas ele mantém distância dela. Felizmente, os outros chegam e o derrotam na batalha. Eles então empurram Hércules para a Arca, drenando-o de sua energia mágica até a morte. Com a partida de Heracles, o grupo, agora acompanhado por Atalanta e David, embarca no Golden Hind para perseguir Jason.
Enquanto o grupo persegue Jason, os Arqueiros aliados atiram em Argon enquanto Drakes dispara canhões. Quando eles finalmente o alcançam, Jason usa o Graal para invocar um Shadow Servant para atacar o grupo. Depois de ser derrotado, Jason ordena que Heitor mate o grupo enquanto Medeia o protege. Depois que ele é derrotado, Hector tenta matar Eurayle, mas ela acaba com ele com Eye of the Euryale como vingança para Asterios. David pergunta a Jason quem lhe deu a ideia de sacrificar Eurayle à Arca, já que isso destruiria o mundo. Ele pergunta a ele se Heitor ou Medeia o convenceram de que sacrificar um Espírito Divino lhe concederia um poder infinito. Confuso com isso, Jason pergunta a Medeia se Davi está mentindo, dizendo que alguém lhe disse que sacrificar um Espírito Divino à Arca lhe daria poder e invencibilidade. Medeia responde que a destruição do mundo o tornaria tecnicamente invencível. Irritado por ter sido enganado, Jason afirma como ele poderia finalmente criar uma nação ideal, uma verdadeira utopia. Medéia refuta suas intenções e diz que ele nunca será um rei ideal porque sua alma está irremediavelmente distorcida. Enfurecido com as palavras dela, Jason exige saber como ele não está qualificado para ser rei, uma vez que construiu o Argo e reuniu uma tripulação de heróis. Medéia então usa o Graal para encarná-lo em Forneus, reivindicando-o como sua forma de protegê-lo. Enquanto os outros duvidam de sua vitória, Drake os inspira a lutar enquanto comanda sua tripulação a se esconder nas cabines.
Depois que Forneus e Medea são derrotados, Jason retorna ao normal e exige que Medeia o cure. No entanto, ela não pode curá-lo porque ela própria morrerá em breve. Medeia revela que possui memórias dele a enganando e traindo, apesar de sua adoração. Ela o chama de cruel e inocente e afirma que, apesar de ser fraco, ele atrai outros para servi-lo lealmente. Ela continua que, como ele trai muito rápido, seria melhor que ele afundasse com o mundo para evitar qualquer traição. Depois que Jason desaparece furioso, Medeia lamenta não ser capaz de protegê-lo de alguém. Enquanto ela desaparece, Medeia se recusa a responder à pergunta de Ritsuka sobre o cérebro por trás da incineração da humanidade, já que um mago maior do que ela a derrotou. Ela ainda diz a eles para se prepararem contra o mago e para reunir mais aliados. Depois que Medeia desaparece, Mash recupera o Graal. Conforme a Singularidade entra em colapso, os servos aliados de Ritsuka e Mash se despedem antes de desaparecer. No entanto, antes de David desaparecer, Mash pergunta a ele se Forneus era realmente um Deus Demônio, já que Romani afirma que eles não existem. Davi pergunta a Romani sobre seu raciocínio, e Romani responde que Salomão não poderia invocar criaturas tão horríveis. Ele se pergunta em voz alta como um mago tão poderoso como Salomão poderia comandar tais monstros ou mesmo conspirar para destruir a humanidade. David chama seu filho de um imprestável cruel e vulgar que planejaria a destruição da humanidade. Ele se desculpa por suas palavras e admite que tem pouco a ver com seu filho. Ele afirma que Salomão não consideraria honestamente a destruição da humanidade, a menos que sofresse uma grande traição antes de desaparecer. Romani está desapontado por não poderem obter mais informações sobre os Deuses Demônios e saber que Salomão está envolvido com a Incineração da Humanidade. Depois que Romani agradece, Drake fica desapontado por ela perder suas memórias de Ritsuka e Mash assim que a história for corrigida. Ela diz a Mash que todos os humanos têm um sonho ou desejo que seja realizado, dizendo que todos os humanos realizam boas e más ações para alcançar seus desejos, mesmo que não saibam disso. Ela continua a dizer que é melhor não saber seu próprio desejo, pois ela saberá no final. Depois de expressar sua abordagem libertária à vida, Drake se despede de Ritsuka e Mash antes de voltarem para a Caldéia.
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Incrível o como esse jogo a cada Singularidade só melhora.
Esse até agora foi o melhor de Lostbelt 1. Comparando com Orleans e Septem. Esse foi o mais divertido e a historia foi bem legal.
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2020.08.19 23:30 macana144 "La Historia Oculta de la Transición" sobre Rodolfo Stange

24
LA GUERRA VERDE
General —le dice Luciano Fouillioux al director de Carabineros, Rodolfo Stange, mientras el helicóptero se desliza por la soleada mañana de la Sexta Región, en dirección al Cachapoal—, ya habrá visto que la prensa está anunciando que el fallo del ministro Milton Juica en el caso de los degollados está por salir. Aunque se trate de carabineros en retiro, sería bueno que nos reuniéramos para ver las posibles consecuencias de esto.

—Cómo no —dice el general—, me parece una buena idea.

Fouillioux lleva 14 días como subsecretario de Carabineros, un cargo al que llegó después de haber trabajado en la campaña de Eduardo Frei al lado de Edmundo Pérez Yoma, y todavía no imagina la crisis que está por desatarse. En realidad, nadie en el gobierno la vislumbra, aunque un manto de desconfianza ha comenzado a rodear las relaciones con el general Stange desde que los hombres de La Moneda creyeron sorprenderlo en una maniobra para mantener de facto a su subdirector, el general Alfredo Núñez.

En el intertanto, Fouillioux ha tratado de tender puentes hacia el mando de Carabineros para superar esa tensión inicial, y tal vez por eso esta mañana, la del 25 de marzo de 1994, el general Stange lo ha invitado a inaugurar el nuevo cuartel policial de Quinta de Tilcoco.

Y como a Stange le interesa la propuesta del subsecretario, en la mañana del lunes 28 lo recibe en su despacho de calle Zenteno. Pero ahora abundan las versiones acerca de que la resolución del ministro Juica involucrará también al general director en la sórdida trama de los crímenes ejecutados en 1985, que figuran entre los más despiadados de la historia.

—General —dice Fouillioux—, habrá visto lo que se dice ahora...

—Sí —dice Stange, con cierta desaprensión—, pero no hay nada de esto. No se preocupe, porque mis asesores ya me han dado las seguridades de que yo no vengo en las resoluciones del ministro.

La seguridad del general conduce el diálogo hacia el problema de qué hacer ante las probables condenas de los otros oficiales envueltos. Aunque ya están en retiro, Stange se muestra complicado por esas inculpaciones. Por mucho que se sostenga que no hay envolvimiento institucional, es un hecho que se ha mantenido en contacto con ellos, que los ha apoyado en su defensa y que resiente las acusaciones de abandono que algunos de ellos le formulan.

El subsecretario entiende; el mando jerarquizado supone también un compromiso con los subalternos. Por eso empeña su prudencia cuando le propone que Carabineros realice una declaración reconociendo la gravedad del delito. Stange queda de pensarlo. Al día siguiente responde que los generales rechazan la idea. “Están un poco duros en esto”, agrega.

Lo que el subsecretario no sabe es que las confianzas están quebradas hace ya mucho tiempo en Carabineros a propósito del caso de los degollados. Varios de los procesados se han acogido a la ley de arrepentimiento eficaz y algunos miran con ciego rencor la pasividad del mando para investigar el asesinato del coronel Luis Fontaine, el principal de los acusados en su condición de ex jefe de la Dicomcar. Peor todavía: uno de los jefes implicados, el mayor Guillermo González Bettancourt, ha grabado una reunión en la que Stange les explica el apoyo clandestino que les prestará y los insta a ocultar información ante el juez. Juica ha interrogado al general sobre la cinta y Stange ha reconocido su participación, explicando el contexto en que se dio y negando que quisiera obstruir el trabajo de la justicia.

Pero Juica no le cree. Y aprecia que, en todo caso, más allá de su opinión, hay una verdad lapidaria: el mando policial no ha mostrado el menor interés en investigar los crímenes.

En verdad, el general Stange podría difícilmente ignorar la opinión del ministro
Juica. En fecha tan anterior como 1992, ya tuvo la certeza de que el juez se dirigía no sólo contra los autores materiales de los asesinatos, sino también contra los mandos superiores por su nula colaboración en el proceso.

A fines de marzo de aquel año, cuando Juica se aprestaba a dictar sus primeras encargatorias de reo, el general inspector Mario Morales realizó una discreta gestión destinada a saber si, como se rumoreaba en ambientes judiciales, el ministro podría involucrar al general director. Cuando algunos abogados se lo confirmaron, el general eligió un domingo para ir, vestido de riguroso civil, a ver al propio ministro a su casa de calle Lyon.

Juica fue crudo. Había perdido toda confianza en Stange desde que, habiéndole dado la justicia la posibilidad de investigar él mismo los crímenes, se había iniciado una amplia opera­ción de encubrimiento con obvia anuencia de los superiores: negativas para presentar a los sospechosos, ocultamiento de documentos, destrucción de recintos, extravío de vehículos e incluso instructivos para que los hombres concurrieran a declarar con disfraces. No, le dijo el ministro a Morales, no se podía seguir hablando de inocencia: Stange debía ser procesado por obstrucción a la justicia.

Morales informó al general subdirector, Gabriel Ormeño, y habló luego con el ministro Enrique Krauss. El procesamiento del general director, le dijo, y su eventual destitución por ello, significaría que numerosos generales, incluido él mismo, se verían forzados a renunciar. Krauss, que calibró la gravedad de la crisis en un momento en que el Presidente Aylwin estaba fuera de Chile, habló con Juica. El 2 de abril de 1992 el ministro en visita dictó encargatorias de reo contra trece carabineros, incluyendo al anterior general director, César Mendoza. Stange no apareció en la nómina.

Stange conoció las gestiones por Ormeño. Se había salvado en el filo. Pero cuando el mismo general Morales declaró a los periodistas que sentía estupor y dolor por el hecho de que se confirmara la participación de policías en los asesinatos, Stange se encargó personalmente de reprocharle el desprestigio que causaba a la institución. “Los generales opinan que usted nos está poniendo de rodillas”, le espetó.

Morales comenzó a entrar en una extraña situación. Había hecho casi toda su carrera de oficial superior, desde teniente coronel hasta general inspector, como jefe de gabinete de Stange y su pequeño grupo de ayudantes había reducido a cero la influencia del otrora poderoso Consejo Asesor Superior. Sin embargo, desde 1986 —un año después de asumir ese puesto— había estado en la mira de los servicios de seguridad y la CNI había emitido informes oficiales que lo sindicaban como filo DC. Las acusaciones no le hicieron mella bajo el sólido paraguas de la Dirección General, pero sabía que la parte más sombría del régimen militar lo estimaba peligroso. Paradójicamente, la misma influencia hizo que el gobierno de Aylwin lo considerase como el “duro” en la sombra de Carabineros durante toda su fase inicial. Pero en 1992, en lo que pareció una obvia preparación para sucederlo a la hora de su retiro, Stange lo trasladó a la Dirección de Orden y Seguridad, donde Morales, académico y sofisticado, trabó rápidamente una relación de confianza con Krauss y el subsecretario Belisario Velasco.

Cuando formuló sus declaraciones sobre el caso de los degollados, Morales ya estaba bajo la sospecha de ser demasiado cercano al gobierno, una versión que parecía alentada con especial empeño por su superior inmediato, el general inspector Alfredo Núñez, que ya era candidato a ocupar la Subdirección si ella quedaba vacante. Ni las gestiones ante Juica y Krauss ni los puntillosos informes al general Ormeño modificaron ese panorama. Peor aún, el propio Ormeño, que hasta entonces era considerado el más cercano a Stange, entró en una rarísima posición de soledad, como si el solo conocimiento de los hechos lo hubiese tocado con la desconfianza.

En octubre del mismo año, los generales se enteraron, por consultas directas del ministro Krauss —que incluso les mostró el oficio—, que Stange había propuesto el pase a retiro de Ormeño, Morales y el general Fernando Cordero, amigo de escuela de Morales y primo de Krauss. Sin embargo, cuando se lo preguntaron, Stange dijo que no había tal cosa.

Ante la inaudita situación, y aprovechando su relación casi diaria, Krauss le anunció a Morales que el gobierno rechazaría su retiro. Morales dijo que en tal caso sería mejor que tampoco se fueran Ormeño y Cordero, un gesto que Krauss debió agradecer por la defensa de su primo, que él no podía hacer. Pero cuando el ministro conversó con el Presidente, llegaron a la conclusión de que no podrían mantener forzadamente a un subdirector; por lo demás, tampoco confiaban en Ormeño, a quien identificaban como cabeza del lobby que había impedido el traspaso de Carabineros al Ministerio del Interior.

El lugar de Ormeño fue ocupado por Núñez. Morales siguió activo, pero fue transferido al Consejo Asesor Superior, el órgano que él mismo había contribuido a anular. En los meses siguientes soportó un callado infierno: seguimientos, sumarios, anónimos y rumores sin fin. Como el tercero en la línea de mando, a fines de 1993 podría asumir la Subdirección, puesto que Núñez completaría su tiempo de servicio. Pero, entendiendo que en tales condiciones sería inviable, anticipó su retiro voluntario para noviembre de ese año.

En cualquier caso, Stange supo lo que opinaba Juica. Por eso ahora, en 1994, su confianza resulta doblemente extraña.

(En 1998, cuando el Presidente Frei proponga al ministro Juica para ascender a la Corte Suprema y la derecha se alinee para tomar venganza por el proceso a Stange, el general (R) Morales, ahora director de Gendarmería, le recordará al ex director general y ahora senador el favor prestado por Juica en 1992. Stange se retirará de la sala y no participará en la votación contra el juez.)

En la tarde del miércoles 30 de marzo de 1994 el gobierno recibe los detalles del fallo que Juica dictará al día siguiente: además de sentenciar a 15 carabineros y un civil, propone el procesamiento, a través de la justicia militar y por incumplimiento de deberes militares, de dos oficiales superiores y cinco generales, de los cuales el único activo es Stange.

La primera crisis de gran magnitud provoca un movimiento frenético en el gobierno de Frei. El comité político se reúne en la mañana del 31 con el Presidente y con un grupo de abogados y acuerda la estrategia oficial: defender la soberanía de las decisiones judiciales y confirmar la prescindencia del gobierno. La declaración es redactada durante la reunión y Germán Correa recibe el encargo de leérsela al general Cordero. Y el subdirector de Carabineros, asesorado de cerca por el general inspector Manuel Ugarte, pide algunos cambios de tonalidad y sugiere ciertas líneas.

Stange se ha ido a pasar el fin de Semana Santa a su fundo en Puerto Montt, a orillas del Maullín. En la tarde partirá a Huelmo, en la misma zona, el ministro
Pérez Yoma. Stange lo ha invitado a tomar té el viernes 1º: ahí podrán conversar más libremente de este problema.

Cuando la declaración ya ha sido afinada con Cordero, los ministros concuerdan en leer el texto y no responder preguntas. Lo hará el ministro Correa. La protesta sotto voce del director de Comunicación y Cultura, Pablo Halpern, cae en el vacío: el ministro secretario general de Gobierno, Víctor Manuel Rebolledo, tiene un avión a la espera en Cerrillos para llevarlo a la ceremonia de aniversario del diario El Día de La Serena.

Pero justo antes de bajar a enfrentar a los periodistas, Correa advierte que hace pocos días ha habido un incidente porque el subsecretario Velasco se negó a responder preguntas y los periodistas de “La Copucha”, la sala de prensa del palacio, se han rebelado. En un caso como éste, dice, será imposible no contestar. Y la pregunta más obvia será si el gobierno pedirá la renuncia a Stange. Lo que puede responder, agrega, es que no tiene esas atribuciones y que el general debe evaluar con su conciencia la situación, siguiendo la tesis, ya concordada, de que hay que dejarlo en la estacada.

La conferencia de prensa se desarrolla exactamente según lo previsto y Correa agrega a la declaración su ensayada respuesta. Al concluir, llama al general Cordero y le describe la conferencia, incluyendo el añadido.

—¿Qué le parece, general?

—Por lo que usted me dice, ministro —expresa Cordero—, creo que no debería haber problemas. Estoy con varios generales aquí, que lo han oído por el citófono abierto, y piensan lo mismo.

Correa deja el ministerio a las 21.30. Es el último. Todo está resuelto.

A sus espaldas estalla una tormenta. El general Stange, informado en Puerto Montt de los detalles, considera la respuesta de Correa como una provocación para insinuarle la renuncia. Una nueva declaración toma forma, con un rechazo a las palabras del ministro y un respaldo cerrado al jefe. La leerá al día siguiente el mismo Cordero, rodeado de todos los generales. Y cuando Stange regrese a Santiago, lo irán a buscar en masa al aeropuerto.

El té con Pérez Yoma queda cancelado.

El lunes 4 de abril el comité político se vuelve a reunir. Parece que sus bríos se hubiesen renovado tras el fin de semana largo. Sólo Correa protesta porque en esos días se ha quedado incomunicado de los demás ministros. En el acalorado debate se separan posiciones: Pérez Yoma y el canciller Carlos Figueroa opinan que se debe exigir a Stange su renuncia tras el acto limítrofe con la insubordinación realizado por sus generales; Correa y Genaro Arriagada se muestran más prudentes: no se puede hacer eso sin tener las facultades; Rebolledo tiende a compartir esta última posición. Pero el clima emocional del episodio los envuelve a todos. Con su vehemencia usual, Pérez Yoma toma el teléfono y llama al subsecretario Fouillioux:

—Cítame a Stange para las 3 —brama, y luego murmura—: le vamos a pedir la renuncia...

—Pero, Edmundo —alcanza a decir Fouillioux—, ¿tú crees...?

—Nada. Cítamelo no más.

A las 15 horas, Stange llega a las oficinas de Pérez Yoma, que lo recibe a solas. La situación es muy mala, general. La acusación del ministro Juica es de una gravedad tremenda, y más encima sus generales han sacado esta declaración insolente, y montado un show, primero al leerla y después en el aeropuerto. El gobierno, empezando por el Presidente, cree que debe renunciar.

Stange se defiende con dificultad. El ministro lo advierte abrumado, respirando con dificultad, como si la arritmia que sobrelleva se agudizara. Le parece que está a punto de acceder. Pero de pronto, con germánica bonhomía, Stange le pide tiempo para meditar hasta el día siguiente.

Esa tarde, Pérez Yoma regresa a La Moneda convencido de que la crisis dará al gobierno un triunfo resonante.

—Está listo —anuncia—. Sólo falta que Eduardo le dé el empujoncito.

Pero a la misma hora, Stange ha iniciado consultas con el auditor de Carabineros, Carlos Pecci, y con el abogado Pablo Rodríguez, recién contratado para su defensa en los tribunales. Ambos creen que una dimisión en estas circunstancias equivale a una autoinculpación, y que debilitaría en forma decisiva la defensa judicial.

A primera hora del martes 5, Stange ordena llamar al jefe de la Agenda Presidencial, Miguel Salazar, para que se le facilite la sala de prensa y un podio para dirigirse a los periodistas tras su encuentro con el Presidente. Salazar rechaza la idea, y lo respaldan Rebolledo y Halpern: esa tribuna es para ministros y subsecretarios, y además en este caso hay demasiados riesgos envueltos. Pero Pérez Yoma y Fouillioux están convencidos de que la petición confirma que Stange anunciará su dimisión, e insisten en que se le faciliten las cosas.

A las 9.30 lo recibe el Presidente. El general inicia el diálogo con un extenso balance sobre su período al frente de Carabineros, el modo en que el Cuerpo ha contribuido a la reconciliación y los planes que tiene para el futuro cercano. Luego explica su posición ante el proceso de los degollados y por qué considera injusta la imputación de Juica. Añade que está seguro de que finalmente será exculpado.

Frei responde que el gobierno estima demasiado grave el cuadro que se ha creado. Pero el diálogo avanza con lentitud y ambigüedad entre los dos hombres poco verbales. Por fin, cuando Frei plantea la posibilidad de la renuncia, Stange responde que no puede hacerlo hasta que no demuestre su inocencia. “Y vendré a verlo después, para ver si opina lo mismo, Presidente”.

Después de 80 minutos, Stange sale del despacho y pide un baño para refrescarse. Mientras se encamina a la sala de prensa, el Presidente llama a Correa y le informa de la negativa del general. Demudados, los ministros se reúnen a esperar lo que Stange dirá a los periodistas. Y sienten vértigo cuando lo oyen declarar:

—Yo-no-re-nun-cio.

Se ha declarado la guerra. En su siguiente encuentro, unos días después, Pérez Yoma se lo dirá en términos brutales a Stange, con gritos que quebrantarán los sutiles tabiques de su gabinete:

—Usted, general, no sólo fue a orinarse en la casa del Presidente, sino que además a hacerlo con ostentación.

—No era la intención, ministro, cómo se le ocurre —dirá Stange, afligido—. Si se ha interpretado así, me arrepiento de veras.

—Mire, general: yo no le creo. Conmigo, desde ahora ya sabe a qué atenerse. No se lo voy a perdonar.

Los jefes policiales perciben en la misma noche del 5 que la situación es crítica. Un general, Osvaldo Muñoz, llama al diputado Aldo Cornejo, que es estrecho amigo de un hermano del general Ugarte, para pedirle que interceda ante el gobierno. Más tarde, el general Cordero opta por un acercamiento más frontal y le pide al subsecretario Fouillioux que se cree una mesa de conversaciones, ojalá con él mismo.

Pérez Yoma autoriza el paso y a partir del miércoles 6 Fouillioux y el jefe del gabinete político del ministro, Gonzalo García, inician una ronda de extenuantes reuniones con los generales Cordero, Ugarte y Pecci. En la noche de ese primer día, la propuesta oficial de que Stange tome vacaciones hasta conocer el dictamen definitivo de la justicia y luego pase a retiro es aceptada en principio. Pero Stange duda y pide tiempo para reflexionar.

El viernes 8 responde: no. Los negociadores del gobierno, exasperados, amenazan a Cordero con sacar la crisis a la luz pública e incluso exponerse al Consejo de Seguridad Nacional. Esa noche les llega el oficio que informa que Stange toma vacaciones por 30 días a contar de esa fecha. Pero no hay compromiso de renunciar. El mando subrogante queda en manos de Cordero.

Mientras los 30 días vuelan, el gobierno se enfrenta al riesgo de quedar de nuevo sin solución. Fouillioux se empeña a fondo con el general Cordero y obtiene una propuesta: un permiso administrativo por 60 días, con un propósito decoroso: digamos, el estudio de un plan de modernización, encargado por el propio Ejecutivo.

Pero en la primera semana de mayo, Pérez Yoma recibe la información de que, concluyendo sus vacaciones, Stange retornará sin completar su permiso administrativo, que ya está cursado. El lunes 9 lo recibe para volver a discutir el asunto. Y, otra vez en tono duro, el ministro le propone llegar a un compromiso para que se retire una vez que concluyan el proceso y los permisos especiales. Sin el argumento de la defensa de su honor, Stange declara que debe pensarlo. Y el martes 10 Pérez Yoma recibe un oficio que le informa que el general director reasumirá el mando el día 17.

El ministro estalla en cólera.

Pero para entonces, el gobierno sabe que en la cúpula policial se han quebrado las confianzas. Durante la ausencia de Stange, Cordero ha dado ostensibles señales de ejercer el mando en plenitud y ha mantenido un diálogo asiduo con el gobierno. A medida que le han dicho que Cordero parece aspirar a reemplazarlo, Stange se ha preocupado de subrayar que no ha delegado sus facultades; pero desde la distancia es difícil controlar la situación. De modo que el regreso anticipado parece menos un desafío al gobierno que un esfuerzo por frenar a sus subordinados.

A su turno, los carabineros han percibido que también el gobierno está embarcado en una disputa intestina por el manejo de la crisis. La semana anterior, el ministro Correa ha recibido del director de Seguridad, Isidro Solís, la versión de que el general Juan Salinas, muy cercano a Stange, puede proponer una negociación. Correa ha planteado el tema al Presidente, pero éste no le ha respondido nada y más tarde el ministro del Interior ha sabido que el ministro de Defensa sigue a cargo del conflicto. La falta de definición ha llevado a Correa a redactar una renuncia que se propone llevar un sábado a Cerro Castillo, donde el Presidente pasa el fin de semana. Pero lo ha detenido la opinión de Ricardo Solari: si renuncia ahora, tendrá que explicar por qué. Y no puede hacer tal cosa en medio de una crisis.

Correa se resigna y en la semana del 9 de mayo recibe de Solís la propuesta del general Salinas: Stange esperará la resolución final del juez y renunciará seis meses después, con todos los honores del caso.

El viernes 13, la gestión de Correa llega a oídos de Genaro Arriagada, que propone reunirse de urgencia, esa misma noche, en casa de Pérez Yoma, con Correa. Y allí, a gritos, descalifica la operación:

—¡Movidas paralelas! ¡Y con generales de tercer orden! ¡Están poniendo en peligro al Presidente! ¡Esto debe cesar de inmediato!

Correa entiende que la violenta embestida de Arriagada echa a pique el intento. La conexión Solís queda desactivada. Y con ella, el retiro pactado.

El lunes 16, antes de que se consume el anunciado regreso al mando, Pérez Yoma se reúne nuevamente con Stange. No puede volver, le dice, porque su permiso no ha sido anulado. Si quiere hacerlo a la fuerza tendrá un conflicto administrativo. Debe salir, y ahora las facultades que delegue deben quedar por escrito, para que no se repitan las desavenencias de los últimos días. El general quiere estudiarlo con sus asesores.

Pero el ministro, que ya ha aprendido a leer estas dilaciones, le advierte que no terminará la reunión sin que se haya zanjado el asunto de las facultades. Fouillioux y el general Pecci las pueden estudiar. Y mientras los dos funcionarios se dan a esa tarea, el propio Stange se integra para supervigilar lo que Pecci está cediendo. Esa noche queda redactado el decreto de subrogación que confiere a Cordero 10 de las 17 facultades privativas del general director.

Al día siguiente, el jefe de Comunicaciones Sociales de Carabineros, el mayor Camilo Salinas, filtra a la radio Chilena la versión de que Stange reasumirá en plenitud cuando regrese del permiso. En La Moneda hay un estallido de ira; la fuente es identificada en cosa de minutos. Fouillioux recibe la orden de pedir medidas severas al general Stange.

Y cuando está hablando con él, suena el teléfono presidencial: Frei exige que el mayor Salinas sea removido de su cargo. Fouillioux transmite el enojo del Presidente palabra por palabra, y Stange responde que Salinas dejará el cargo mañana, y muy pronto la institución. Sólo cumplirá lo primero.

A comienzos de junio, el ministro de la Corte Marcial declara que no hay fundamentos para procesar a Stange. A petición del propio mando de la policía, la investigación de la justicia militar ha sido llevada por un juez civil. Claro que se trata del ministro Alfredo Pfeiffer, bien conocido en la comunidad alemana que ha defendido a Stange.

El 17 de junio, de regreso en Santiago, visita a Pérez Yoma para entregarle el primer borrador del plan de modernización, un grueso volumen que el ministro deja a un lado sin casi mirarlo. Lo que le importa es otra cosa: como todavía hay recursos pendientes tras el fallo de Pfeiffer, el permiso debe continuar.

Stange está de acuerdo. Pero unos días después pide una nueva audiencia con el ministro. Carabineros ha escuchado que el gobierno estudia un incremento de remuneraciones para los uniformados y el general quiere asegurarse de que el ministro conozca sus necesidades en direc­to. Pérez Yoma la pasa a Fouillioux y mira a Stange con extrañeza:

—General —le dice—, ¿le pedí yo esto?

—No, ministro, pero como estamos hablando del plan de modernización...

—¡Qué plan de modernización! Me importa un bledo esa huevada, lo que me importa es que usted se vaya. ¿Lo entiende? ¿Con cuántas neuronas funciona usted, general? Y ahora me trae una propuesta de aumento de sueldos, que no-le-he-pe-di-do: ¿se imagina lo que voy a hacer con ella?

La crudeza del ministro carga de tensión el ambiente. Stange, que no quiere perder la compostura ni la educación de que se enorgullece, contesta algunas formalidades y se va.

—Lo voy a volver loco —se agita el ministro—, juro que lo voy a volver loco.

El 18 de julio Stange regresa al mando y entrega la versión final del plan de modernización, redactada por una comisión que ha encabezado el general (R) Núñez, marginando por completo a Cordero. El plan queda arrumbado en Defensa y el gobierno se las arregla para filtrar a la prensa que el general director sigue en su cargo sin la confianza del Presidente. Frei aprueba esa estrategia; ya ha hecho plenamente suya la tesis dominante en el equipo político: a derrota política, victoria moral.

Las señales se despliegan de inmediato. Un día después se rechaza el permiso para que Stange concurra a una reunión en Lima de la Organización Internacional de la Policía Uniformada. En pocas semanas se rechaza también la petición de fondos para que Carabineros sea el anfitrión de un Congreso Mundial de policías, en octubre. Pérez Yoma deja de asistir a todas las ceremonias de Carabineros.

El 31 de agosto la Corte Suprema sobresee definitivamente a Stange. Sólo entonces modera el ministro de Defensa su trato hacia el general. En septiembre visita las escuelas de Suboficiales y de Carabineros, invita a los generales a un almuerzo y aprueba los ascensos de oficiales subalternos. Pérez Yoma tiene una razón adicional para su nuevo enfoque: ya sabe que habrá cambio de gabinete y que con Figueroa en Interior podrá afinar una estrategia de pinzas contra el jefe policial. Por eso también se anticipa a autorizar un viaje futuro de Stange a Egipto y plantea que, ya sin urgencia y ante sus recientes quebrantos de salud —arritmia, hipertensión, una operación a la próstata—, se retire en 1995, tal vez en abril, para el aniversario de la institución.

Cuando en octubre el general lleva la propuesta del nuevo alto mando, que incluye los retiros de Cordero y Ugarte, Pérez Yoma está preparado.

—No, general —le dice—, tal como han estado las cosas, lo mejor es que usted siga con su mando tal como está.

Stange vacila, pero le parece razonable. El anuncio, a fin de año, tiene un efecto devastador: mientras los generales se sienten respaldados, los coroneles ven brutalmente frenadas sus carreras por un mando objetado.

En febrero de 1995, tras retornar de su viaje a Egipto, Stange comienza a analizar la fecha de su retiro con la asesoría del general Pecci. Varias reuniones con Pérez Yoma acercan los criterios, aunque en todas ellas el general deja siempre pendiente la respuesta final.

A comienzos de marzo, en el avión que lo trae de regreso de otro viaje, esta vez a El Salvador, Stange les comenta a dos empresarios que podría retirarse el 27 de abril, la fecha propuesta por Pérez Yoma. La noticia se filtra rápidamente a la prensa.

Y el 23 de marzo el general llega a la oficina de Pérez Yoma con semblante pesaroso: ante las versiones que se están publicando, no puede irse en la fecha planteada, porque otra vez parecerá que lo están echando. Pero el ministro, que ya conoce en detalle el origen de los rumores, está decidido a no darle tregua. Si quiere corremos la fecha, general, pero usted me firma ahora su renuncia, en blanco. Stange protesta por la exigencia: querría hablar con el Presidente, para explicarle... Cómo no, general, pero no hay audiencia sin este papel firmado. El ministro le extiende un oficio sin fecha. Stange guarda silencio. Parece sorprendido.

—Me gustaría llevármelo. Necesitaría pensarlo...

—Ah, no. No otra vez. Usted no sale de esta oficina mientras no firme —corta Pérez Yoma.

Tras un largo forcejeo, Stange accede a firmar para que el documento sea entregado al Presidente, que lo recibe como el trofeo más valioso de su ministro de Defensa.

En el acuerdo, sin embargo, parece implícito que Stange podrá pedir aplazamientos razonables. Tras el primero —el del 27 de abril— parece posible que se realice el 2 de agosto, cuando cumple 10 años al mando. Pero como esta versión se desliza una vez más a la prensa, hay un segundo aplazamiento, por tres meses más: de ese modo podrá presidir el Congreso Mundial de policías, que ahora sí se realizará en Santiago, en los primeros días de octubre. Aprovechará esa ocasión para un último desplante ante la prensa: la fecha de su dimisión, declara, la decidirá por sí mismo.

Concluido el Congreso, el 7 de octubre, Stange anuncia el retiro en una ceremonia oficial. El 14 entrega el mando al general Cordero, que será acompañado por el general Ugarte como nuevo subdirector.

Un año más tarde, el general (R) completará los sondeos para postular como candidato al Senado por la Décima Región en la lista de la UDI. Mientras esté en ello, el general director Cordero se encargará de remover del alto mando a todos los hombres que más respaldaron a Stange en sus 18 meses de resistencia a la voluntad presidencial. En menos de dos años no quedará ninguno.
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2020.08.17 00:08 YatoToshiro FGO: Eternal Madness Empire: Septem AD.0060 (Analise)


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Pouco depois de chegar na era, Ritsuka Fujimaru e Mash Kyrielight ajudam Nero Claudius e seu exército a derrotar um exército inimigo. Depois de agradecer a ajuda deles, Nero pergunta ao par de onde eles são, embora ela duvide da resposta deles de serem do futuro. Derrotando uma segunda onda de inimigos, o grupo é confrontado por um Servo, que Nero identifica como seu tio, Calígula. Depois de se retirar junto com o exército inimigo, Nero percebe que ele é o general. Ela então se apresenta adequadamente a Ritsuka e Mash, surpreendendo-os com sua identidade.
Chegando a Roma, Mash diz a Nero que eles procuram o Santo Graal, que ela diz ser a causa dos danos causados a Roma. Nero pede para continuar a conversa em seu palácio, mas o mercado é atacado por inimigos. Depois de derrotá-los, Nero fala com Ritsuka e Mash dentro de seu palácio. Ela revela uma aliança que consiste em vários "imperadores", chamados de Império Romano Unido, que conquistou metade do Império Romano. Ela continua que qualquer informação sobre eles, incluindo a localização de sua capital, é escassa porque seus batedores nunca retornam. Nero então revela que Calígula é um dos "imperadores" do Império Unido, e depois revela que matou seu mago da corte. Mash e Romani Archaman então percebem que um dos "imperadores" possui o Graal causando a Singularidade. Nero implora a Ritsuka e Mash para ajudá-la a derrotar o Império Unido, dizendo que ela os ajudará a obter o Graal. Depois de concordarem em ajudar, Mash pergunta a ela se ela já ouviu o nome Lev Lainur, mas o nome não é familiar para ela. Mash diz a ela que ele é um mago de sua época que a Caldéia e a humanidade, e especula que ele pode ser na época. Nero diz que um mago poderoso está no Império Unido, tendo sido visto na linha de frente. Isso faz com que Romani peça a ela para posicionar Ritsuka e Mash o mais próximo possível das linhas de frente, com o que ela concorda. De repente, um soldado relata que o portão leste da cidade está sendo atacado por um batalhão de médio porte do Império Unido. Ritsuka e Mash vão derrotar o inimigo até o anoitecer.
Na manhã seguinte, Ritsuka e Mash viajam para o Monte Etna para estabelecer um círculo de invocação usando a linha ley da montanha. Ao retornar, Nero os convida para um encontro com sua força expedicionária da Gália. Romani conta à dupla que, segundo Nero, a Gália é uma das linhas de frente na guerra com o Império Unido. Então, ele implora que se juntem à força expedicionária com a chance de que Lev possa estar lá. Mais tarde, o grupo é atacado por soldados inimigos a caminho do acampamento de expedição. Depois de derrotá-los, o grupo chega ao acampamento, onde Nero dá às tropas um discurso empolgante por sua próxima vitória. Ritsuka e Mash são então recebidos por Boudica e Spartacus, ambos generais da expedição da Gália. Romani especula que eles são Servos perdidos como em Orleans antes, e acha encorajador que eles possam encontrar aliados nas Singularidades. Algum tempo depois, um soldado relata que um grupo de reconhecimento inimigo foi descoberto e o inimigo está escapando com informações sobre a força expedicionária. Depois de matar os batedores, Boudica conta a Ritsuka e Mash como ela se materializou como Serva na era logo após sua morte. Ela continua achando que sua convocação era sua chance de vingança contra Nero e o povo romano. No entanto, ao ver Roma sendo invadida pelo Império Unido, Boudica lutou para salvar o povo de Roma. Revelando que Nero não tem conhecimento de sua condição de serva, ela diz ao casal que se juntou a Nero porque odeia o Império Unido mais do que ela. Boudica, com Spartacus, então decide testar as habilidades dela e de Ritsuka para provar que eles podem derrotar o "imperador" que governa a Gália.
Mais tarde, depois de provar sua força para Boudica, Ritsuka e Mash viajam com ela e o resto da força expedicionária para a Gália. Ela e Spartacus lideram o ataque contra o inimigo enquanto a dupla vai com Nero ao acampamento base do inimigo. Eventualmente, o grupo se infiltra no principal acampamento inimigo, onde eles encontram o atual governante da Gália. Depois de derrotá-lo, ele revela ser Júlio César, e diz a eles que o Graal está localizado na capital do Império Unido, mantida por seu mago da corte. César então luta contra o grupo mais seriamente, mas eles são capazes de derrotá-lo novamente. Antes de desaparecer, ele se pergunta como Nero reagirá ao ser confrontado pela governante do Império Unido quando ela chegar à capital. Depois de ser explicado o básico sobre Servos, Nero parabeniza Ritsuka e Mash por tomar de volta a Gália do Império Unido.
No caminho de volta, o grupo ouve rumores da população local de que um antigo deus apareceu no Mediterrâneo. Nero decide que eles devem verificar os rumores quando um soldado relata que suas fileiras traseiras estão sendo atacadas por monstros. Depois de matá-los, Nero diz ao grupo que eles devem verificar a existência do deus antes que o Império Unido o faça. Ela então se abre um pouco, o que faz com que os outros se lembrem de Boudica dizendo que ela tem feito isso desde o Império Unido. Eles se perguntam por que estão detectando pequenos traços de Energia Mágica quando Nero retorna do espaço, como Boudica disse antes. Então, após derrotar os remanescentes hostis do exército inimigo, o grupo viaja para a Ilha Formada. Lá eles saudaram pelo suposto deus, a deusa Stheno das três irmãs Górgona. Depois de matar alguns fantasmas, Nero pede que ela volte com eles para Roma para lutar contra o Império Unido. Stheno se recusa, pois suas habilidades de combate estão abaixo da média, mas ela diz que dará ao grupo uma recompensa especial que está em uma caverna no final da costa. Porém, dentro da caverna, o grupo apenas encontra e mata os mortos-vivos e uma quimera, a chamada recompensa de Stheno. Saindo da caverna, eles encontram Elizabeth Báthory e Tamamo Cat, que foram feitos para servir como testadores para a caverna por Stheno. Calígula então aparece para atacar o grupo para matar Nero sob as ordens de Lev. Depois de ser morto, Stheno diz ao grupo a localização da capital do Império Unido.
Continuando seu caminho de volta para Roma, o grupo é atacado por uma brigada inimiga. Matando muitos soldados inimigos, eles são emboscados por mais inimigos liderados por Leônidas I. Após derrotá-lo, o grupo finalmente retorna a Roma, onde eles realizam um festival para celebrar sua vitória. Mais tarde, em seu palácio, um soldado relata a Nero que a força da expedição especial está sob ataque das forças do Império Unido em seu caminho de volta para Roma. Concordando em ajudar, Ritsuka e Mash logo chegam para ajudar a força especial da expedição. Depois de derrotar as forças inimigas, um dos general se apresenta como Jing Ke e o outro como Lu Bu, que havia acabado de correr para perseguir o inimigo. Ritsuka e Mash contam a ela sobre a missão da Caldéia, e Jing Ke conta a eles como ela e Lu Bu já mataram três "imperadores" inimigos. Mais tarde, ela examina a localização da capital do Império Unido fornecida por Stheno, e relata que uma cidade semelhante a Roma no local especificado. Depois de receber informações, Nero lidera um exército comandado por Ritsuka e os servos aliados de Mash para atacar a capital inimiga. Derrotando várias forças inimigas à medida que avançam, o exército é atacado por Dario III e suas tropas mortas-vivas. Após derrotá-lo, Ritsuka e Mash recebem uma mensagem de Nero de um soldado. Ele relata que a retaguarda de seu exército foi emboscada e Spartacus e Lu Bu deixaram o campo de batalha. Ele continua que depois que eles se separaram de sua força principal para perseguir os inimigos restantes, outra força inimiga lançou um ataque surpresa de pinça e capturou Boudica. Voltando a Nero, ela decide que irão salvar Boudica, que está presa em um forte inimigo que Jing Ke já encontrou. Apesar de saberem que pode ser uma armadilha, eles vão para o forte inimigo.
Chegando à fortaleza, o grupo encontra dois Servos inimigos, que lhes dizem que Boudica está dormindo em segurança graças a um feitiço de restrição. Depois que Nero exige seu nome, eles se apresentam como Alexandre e Lorde El-Melloi II. No entanto, enquanto Alexandre fala com o grupo, os soldados do Império Unido lançam um ataque de pinça sobre eles. Depois que o inimigo é derrotado, Alexandre continua a insistir que deseja apenas falar com Nero enquanto seus exércitos se matam. Ele pergunta por que ela está lutando contra o Império Unido, em vez de mostrar sua fidelidade a ele. Ele continua que se ela escolheu ser um dos "imperadores", ela poderia ter evitado muitos conflitos desnecessários. No entanto, Nero responde com sua resolução de continuar lutando contra o Império Unido, pedindo a ajuda de Ritsuka e Mash para lutar contra Alexander e El-Melloi. Depois de serem derrotados, o grupo resgata Boudica.
Eventualmente, Ritsuka, Mash, Nero e seu exército lançam seu ataque à capital do Império Unido. Enquanto o exército continua o ataque, Ritsuka e Mash se movem em direção ao palácio enquanto discutem sobre a possibilidade de encontrar Lev lá. Um Servo então aparece diante deles perto da entrada do palácio, elogiando-os por sua bravura. Para sua consternação, Nero percebe que é Romulus e a pede para ingressar em seu império. Um grupo de inimigos então aparece para atacá-la, mas Mash os derrota. Depois, Boudica fala com Jing Ke como o carisma de Romulus aumentou o moral do inimigo de forma incrível, a ponto de até mesmo meros civis agirem como soldados. Depois de discutir a perda de confiança de Nero, Jing Ke vai procurar uma maneira de entrar no palácio enquanto Boudica vai proteger Nero e os soldados. Depois que Mash sai após derrotar alguns monstros, Nero fala com Ritsuka sobre como ela queria se juntar a Romulus quando ele se ofereceu. No entanto, ela recusou, acreditando que ele está enganado, pois nenhum de seus cidadãos e soldados estão sorrindo. Quando Mash retorna, Nero diz que Jing Ke encontrou um caminho para o palácio. Ela continua que ela e os outros levarão um pequeno número de elites com eles e eliminarão Rômulo.
Dentro do palácio, o grupo é conduzido para a sala do trono por Jing Ke enquanto eles matam monstros. Ao chegar na sala do trono, eles são recebidos por Romulus, que passa a lutar contra eles. Depois de ser derrotado, Lev aparece diante do grupo, parabenizando-os pela vitória. Sua aparência confirma seu status de mago da corte do Império Unido, bem como o portador do Graal. Lev revela que seu plano original era dar o Graal a Romulus para destruir a era, mas o fundador de Roma recusou. Como resultado, ele foi forçado a manipular eventos para destruir a era. Lev então se encarna no Deus Demônio Flaurous e luta contra o grupo. Depois de ser derrotado, ele usa o Graal para invocar Altera e ordena que ela destrua Roma. No entanto, ela o mata e absorve o Graal em seu corpo. Altera então libera seu Nobre Fantasma, destruindo o palácio junto com Spartacus e Lu Bu. Felizmente, o grupo salvou com o uso rápido de Mash e Boudica de seu Noble Phantasm. Romani relata que Altera está se movendo em direção a Roma para destruí-la. Duvidando de suas chances de vitória, Nero lembra aos outros as palavras de Romulus de como Roma deve continuar para que o mundo continue eterno. Incentivado por suas palavras, o grupo, junto com Boudica e Jing Ke, se prepara para ir atrás de Altera. No entanto, eles são emboscados por wyverns que foram atraídos para o Graal conectado com Altera. Depois de matá-los, o grupo finalmente alcança Altera. Nero tenta falar com ela, mas Romani avisa que ela está perdendo o controle ao se fundir com o Graal. Ele implora ao grupo para derrotá-la antes que ela liberte seu Nobre Fantasma novamente. Depois de ser derrotada, Altera afirma que está feliz por saber que sua espada não pode destruir tudo. Depois que ela desaparece, Ritsuka e Mash recuperam o Graal. Nero então percebe que eles irão desaparecer como Altera, Boudica e Jing Ke. Mash confirma suas preocupações e diz a ela que suas memórias de lutar contra o Império Unido irão desaparecer quando a era for restaurada. Embora triste com as palavras de Mash, Nero agradece de coração a ela e a Ritsuka antes de voltarem para a Caldéia.
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Comparando com Orleans, Septem foi um Arco Legal, mas nem tanto.
Mas em compensação FGO me fez gosta da Nero Claudius do que em Fate/Extella. Não que eu não tenha gostado dela em Extella, só não considerava ela a minha serva favorita do jogo. (Apesar que eu ainda preciso jogar o Extra pra saber mais sobre a Nero)
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2020.08.12 04:23 YatoToshiro FGO: Hundred Years' War of the Evil Dragons: Orleans AD.1431 (Analise)


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Chegando na era, Ritsuka Fujimaru e Mash Kyrielight notam um anel gigante de luz no céu. Romani Archaman especula que é do tamanho da América do Norte, e pode ser uma das razões para o futuro ter sido incinerado. A dupla logo encontra uma brigada de escoteiros francesa, mas os soldados os consideram suspeitos e atacam. Derrotando os soldados, a dupla segue um soldado em retirada de volta para um forte em ruínas. Lá eles descobrem que o rei Carlos VII foi morto por Jeanne d'Arc, que foi ressuscitada como a Bruxa Dragão. Quando o forte é atacado por monstros, a própria Jeanne d'Arc chega para ajudar a matá-los.
Escapando para uma floresta próxima, Jeanne admite que seus estados são classificados para baixo, e ela não tem suas habilidades de classe como governante. Embora convocada apenas algumas horas atrás, ela entende que outro matou Carlos VII e conquistou Orléans. Romani avisa que se a França for destruída, o progresso da humanidade em direção à liberdade e à igualdade irá estagnar na Idade Média. Jeanne se pergunta como seu outro eu pode convocar e controlar tantos dragões, que requerem a mais alta magecraft para convocar. Juntando-se a Ritsuka e Mash, ela diz a eles para minimizar suas atividades em quaisquer cidades e vilas para evitar a detecção da outra Jeanne. Ela diz que eles deveriam reunir informações amanhã.
No dia seguinte, o grupo segue para La Charite para reunir informações sobre Orléans. Infelizmente, eles chegam para encontrar a cidade já destruída e seus cidadãos mortos. Romani avisa o grupo de um novo grupo de cinco Servos e implora que eles se retirem. No entanto, eles ficam e encontram Jeanne Alter. Ela revela que destruiu a cidade como parte de seu plano para destruir a França. Ela então ordena que Vlad III e Carmilla matem Jeanne. Mash e Jeanne seguram os vampiros, mas eles logo ficam sobrecarregados. Porém, de repente, Maria Antonieta chega para ajudar. Depois de levá-los de volta, Wolfgang Amadeus Mozart aparece e desencadeia Requiem for Death para segurar o inimigo enquanto o grupo escapa. Depois que eles escapam, Jeanne Alter ordena que Santa Marta os persiga. Ela então ordena que os outros continuem destruindo a França enquanto ela retorna ao seu palácio para convocar mais Servos.
Montando acampamento em uma floresta próxima, Jeanne revela que todos os Servos de Jeanne Alter possuem Melhoramento Louco, independentemente do alinhamento ou histórico. Romani atribui isso ao Santo Graal que está sendo usado para dar a eles a habilidade de classe Berserker. Jeanne então explica sua teoria por que Servos sem Mestre como ela foram convocados. Ela teoriza que a causa é o Graal resistindo à reversão da causalidade de ter um dono antes mesmo de a guerra começar. O grupo concorda em encontrar outros Servos que seriam aliados em potencial antes que Jeanne Alter o faça. Mais tarde naquela noite, o grupo é confrontado por Martha. Embora ordenada por Jeanne Alter para apenas observar, ela decide testar suas habilidades. Depois de derrotá-la, ela diz a eles para irem para Lyon. Lá eles encontrarão um matador de dragões que pode matar o dragão pessoal de Jeanne Alter.
Atendendo às palavras de Martha, o grupo vai a uma cidade próxima para obter informações. Como a presença de Jeanne causaria pânico, Marie entra sozinha enquanto os outros esperam do lado de fora com Jeanne. Ela retorna e revela que Lyon foi destruído há um tempo. Os sobreviventes agora se refugiam na cidade vizinha. Lyon já teve um protetor que provavelmente era o matador de dragões de que Martha falava. Mas ele foi dominado pelos servos de Jeanne Alter quando eles vieram para destruir Lyon. Marie também revela que o marechal Gilles de Rais planeja retomar Lyon. O grupo então segue para as ruínas de Lyon para procurar o matador de dragões.
Enquanto procuram por Lyon, o grupo encontra o Fantasma da Ópera, que recebeu o controle da cidade por Jeanne Alter. Após derrotar Phantom, Romani avisa o grupo para evacuar a cidade, detectando um dragão e três Servos vindo em sua direção. Mas eles ficam para continuar sua busca pelo matador de dragões. Romani detecta uma leitura fraca de Servo no castelo da cidade. Ritsuka, Mash e Jeanne vão para lá, enquanto Marie e Mozart ficam para trás.
Ritsuka, Mash e Jeanne chegam ao castelo para encontrar Siegfried preso. Eles o libertam e saem do castelo, mas são confrontados por Jeanne Alter e seu dragão, Fafnir. Jeanne Alter comanda Fafnir para incinerar o grupo, mas Jeanne e Mash mal protegem a todos. Siegfried afasta o dragão maligno, permitindo que o grupo escape. Escapando de Lyon, eles veem Charles-Henri Sanson e Lancelot atacando soldados franceses com seus wyverns. Jeanne vai proteger os soldados enquanto os outros lutam com Sanson e Lancelot. Jeanne é confrontada por Carmilla enquanto rechaça os wyverns, mas Marshall Gilles chega para atacar os wyverns com tiros de canhão. Carmilla ordena a Lancelot que segure o grupo enquanto ela e Sanson recuam. Depois de derrotar Lancelot, o grupo saiu apesar de Marshall Gilles querer confirmar a identidade de Jeanne.
Chegando a um forte abandonado, Marie cura a ferida de Siegfried, mas as maldições sobre ele impedem qualquer cura posterior. Ele se lembra de sua derrota pelos servos de Jeanne Alter. Porém, um deles o escondeu no castelo; Jeanne deduz que foi Martha. Ela afirma que eles precisam de outro servo santo para remover as maldições de Siegfired, pois ela não tem o poder. O grupo então se dividiu para pesquisar; Ritsuka e Mash com Siegfried e Mozart, e Jeanne e Marie juntos. Antes de partir, Mash dá um dispositivo de comunicação para Jeanne.
Ritsuka, Mash, Mozart e Siegfried viajam para Thiers, onde encontram Elizabeth Bathòry e Kiyohime. Após o grupo defender a cidade de um ataque inimigo, Elizabeth e Kiyohime os atacam após serem insultados por Ritsuka. Depois de serem derrotados, Ritsuka explica que estão procurando um santo. Kiyohime responde que encontrou Georgios, que foi para o oeste, na mesma direção que Jeanne e Marie foram. Mash então entra em contato com Jeanne, que acabou de fazer contato com Georgios. Ele concorda em ajudar assim que a cidade sob sua proteção for evacuada. No entanto, a cidade é atacada por Jeanne Alter, mas Georgios se recusa a sair até que a evacuação seja concluída. Marie então convence ele e Jeanne a irem embora enquanto ela protege os civis. Depois que eles saem, ela é confrontada por Sanson e luta com ele. Depois que ele se retira, Marie é confrontada por Jeanne Alter. Ela então implanta o Palácio de Cristal antes de lutar contra Jeanne Alter.
Reagrupando-se com os outros, Jeanne conta a eles sobre o sacrifício de Marie. Ela e Georgios então removem as maldições de Siegfried enquanto Kiyohime e Elizabeth se juntam ao grupo. Saindo de Thiers, eles montaram acampamento em um acampamento próximo para se preparar para o ataque a Orleans. Enquanto isso, em Orleans, revela-se que Sanson perdeu a cabeça quando Marie morreu, e Chevalier d'Eon relata que o grupo está se preparando para atacar. Jeanne Alter ordena que Gilles de Rais convoque mais dragões em preparação para o ataque. De volta ao acampamento, o grupo concorda que um ataque frontal é sua única opção. Siegfried pede que eles protejam a ele e a Ritsuka enquanto ele vai matar Fafnir. Elizabeth e Jeanne decidem derrotar seus respectivos oponentes, e Kiyohime diz que protegerá Ritsuka enquanto Mozart usará sua música para distrair os wyverns.
Enquanto o grupo marcha em direção a Orleans, eles são confrontados por Wyverns e Atalanta. Depois de derrotá-los, Jeanne confronta Jeanne Alter, que anuncia que fará os dragões lutarem cem anos depois da destruição da França. Porém, de repente, o marechal Gilles chega e ordena que seus homens bombardeiem o inimigo com artilharia. Siegfried então vai lutar contra Fafnir enquanto Ritsuka e os outros lutam contra Vlad e d'Eon. Depois de derrotá-los, o grupo é confrontado por um Sanson insano, mas as palavras de Mozart o devolvem ao normal. Depois que Mozart e os outros o derrotam, eles ajudam Elizabeth a derrotar Carmilla. O grupo então ajuda Siegfried a matar Fafnir, cuja morte causa pânico nos wyverns e leva Jeanne Alter a recuar com Gilles.
Enquanto Siegfried, Mozart e Geogios ficam para trás para lidar com os wyverns, os outros correm para o palácio de Orleans. Enquanto isso, no palácio, Jeanne Alter ordena que Gilles a proteja enquanto convoca outro Servo. Chegando ao palácio, o grupo eventualmente encontra Gilles e luta com ele. No entanto, eles são incapazes de derrotá-lo, mas Kiyohime e Elizabeth imploram que os outros sigam em frente enquanto eles o seguram.
Na sala do trono, Ritsuka, Mash e Jeanne enfrentam Jeanne Alter. É revelado que Jeanne Alter não tem nenhuma das memórias de infância de Jeanne. Depois de derrotar seus Shadow Servants, o grupo luta e derrota Jeanne Alter. Quando ela morre, Gilles entra na sala e pega o Graal que emergiu de Jeanne Alter. Jeanne percebe que Jeanne Alter era o Graal, por nunca ter existido no Trono dos Heróis. Gilles confirma isso, revelando que ele criou Jeanne Alter de seu desejo de ressuscitar Jeanne. O grupo então luta e o derrota. Posteriormente, Ritsuka e Mash retornam à Caldéia com o Graal.
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Começo até pensei que a Historia era um "Mundo Alternativo de Fate/Apocrypha", mas confesso que não sei exatamente se era isso. kkkkkk
2º Aventura em Fate/Grand Order e aqui até que estou gostando da Historia. Infelizmente Orleans não teve versão em Anime como no Começo do jogo que foi em Fuyuki, Que é bem triste pois essa parte eu apostaria que daria para fazer uma lutas bem foda e melhor que Apocrypha.

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2020.08.10 02:17 YatoToshiro Fate/Gensokyo #53.5 Jeanne d'Arc Alter (Fate/Grand Order) Parte 2


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Orleans: The Wicked Dragon Hundred Years 'War
Jeanne Alter é criada por Gilles de Rais (Caster) através do poder do Santo Graal, como uma versão de Jeanne d'Arc distorcida por seu ódio pela França e por Deus. Após sua criação, ela convoca o Chevalier d'Eon, Vlad III, Atalanta, Santa Martha e Carmilla enquanto adiciona o Melhoramento Louco para transformá-los em Servos Furiosos. Ela ordena que destruam a França, declarando que Deus perdoará todas as suas transgressões. Ela também diz que está tudo bem se Deus os punir, pois sua campanha destrutiva é um meio de provar a existência e o amor de Deus. Gilles então traz Pierre Cauchon antes dela. Jeanne Alter furiosamente o lembra do ridículo que ela suportou durante a vida. Ela também zombeteiramente diz a ele para dizer a todos que a malvada Jeanne d'Arc está aqui e rugir como um leão valente. Ela diz que sua fé é frágil e o acusa de ser um herege por implorar a uma bruxa que o poupe, quando ele implora a ela que poupe sua vida. Ela então começa a queimá-lo vivo até que nada mais reste. Ela então ordena que seus servos destruam a França novamente, começando com Orleans. Depois de explicar a seus Servos que agora são Servos Furiosos, Jeanne Alter declara que a humanidade não tem valor, pois falhou em provar seu amor a Deus. Ela decide que a bandeira deles será dragão quando Gilles diz que eles precisam de um símbolo para se reunir, citando sua conexão com dragões. Posteriormente, as forças de Jeanne Alter conquistaram Orleans, matando Carlos VII no processo. Durante o curso de sua campanha, Jeanne Alter e suas forças destroem muitas cidades e matam muitas pessoas. Um dos mais proeminentes é Lyon, onde Jeanne Alter derrotou e amaldiçoou seu protetor, Siegfried.
Jeanne Alter e seus servos eventualmente encontram Ritsuka, Mash Kyrielight e Jeanne quando chegam no recentemente destruído La Charite. Ela zomba de Jeanne e se declara a outra "ela". Ela chama a resposta para a pergunta de Jeanne sobre por que ela destruiu a cidade óbvia, já que ela está destruindo a França. Ela então pergunta que queria salvar a França e seu povo, apesar de saber que eles iriam ridicularizá-la e traí-la. Enquanto Jeanne hesita em responder, Jeanne Alter declara que não será mais enganada ou traída. Ela confessa que não consegue mais ouvir a voz de Deus, e interpreta isso como um sinal de que a França não é mais abençoada por ele. Assim, ela destruirá o país de acordo com Sua dor. Ela declara que salvará a França transformando-a na terra dos mortos. Ela diz a Jeanne que não conseguia entender, acusando-a de ser uma virgem sagrada que finge não ver ódio e alegria e é incapaz de crescimento humano. Ela começa a atear fogo no console do Archaman Romani quando ele diz que o crescimento humano dos Servos seria classificado como Espíritos Heróicos. Jeanne pergunta se ela realmente é "ela", mas Jeanne Alter apenas zomba de suas dúvidas. Ela chama Jeanne de nada mais do que o resíduo que ela jogou fora. Ela então ordena que Vlad e Carmilla a matem. Quando Maria Antonieta intervém, Jeanne Alter pede a D'Eon que confirme sua identidade. Ela diz a Marie que ela é inadequada para participar da batalha porque ela viveu uma vida de luxo, e morre sem saber o que aconteceu. Ela se pergunta se Marie pode entender seu ódio. Depois que o grupo escapa quando Mozart repele Vlad e Carmilla com Requiem for Death, Jeanne Alter ordena que Martha os siga e observe. Ela diz a Vlad que Martha ficará bem sozinha, já que seu Nobre Fantasma pode ser destruído. Mas ela concorda que precisa ser cuidadosa e decide retornar a Orleans para convocar servos adicionais. Ela então ordena que Vlad, Carmilla e D'Eon continuem destruindo a França, e sai dizendo a eles que até mesmo os anti-heróis têm dignidade.
Mais tarde, Jeanne Alter convoca Charles-Henri Sanson e Lancelot quando ela retorna a Orleans. Ela fica sabendo da morte de Martha, perguntando-se se ela cometeu suicídio, e irritada por manter sua sanidade, apesar de seu Melhoramento Maluco. Ela acha mais provável que tenha lutado com todas as suas forças, então eles não podem baixar a guarda. Ela afirma que partirá com "ele" na próxima vez. Ela diz que vai deixar os Servos recentemente convocados, então ordena que Gilles contate Carmilla. Ela então pergunta a ele quem ele pensa ser a verdadeira Jeanne, ela ou Jeanne, ao que ele responde. Depois que Gilles a lembra da traição e do ridículo que ela sofreu na vida, Jeanne Alter declara que tudo foi um erro que deve ser corrigido. Ela concorda com Gilles que sua vingança é justa, dizendo que suas palavras lhe dão força. Ela então ordena que Sanson e Lancelot montem em seus wyverns e partam com ela. Mais tarde, ela confronta o grupo nas ruínas de Lyon, após resgatar Siegfried. Ela então ordena que seu dragão pessoal, Fafnir, os incinere, mas ele bloqueia a Luminosité Eternelle de Jeanne e o Lorde Chaldeas de Mash. Ela é forçada a recuar quando Fafnir é atingido por Balmung. Depois de se retirar para o céu, ela ordena que Sanson e Lancelot matem o grupo, dizendo que Carmilla se juntará mais tarde.
Jeanne Alter posteriormente ataca a cidade protegida por Georgios com Sanson enquanto seus cidadãos ainda estão sendo evacuados. Depois que Marie derrotou Sanson, Jeanne Alter achou engraçado que aqueles com maior potencial foram os primeiros a cair. Ela está irritada por Jeanne já ter escapado com Georgios e acha ridículo que ganhar um Servo deu esperança a Jeanne. Ela então pergunta a Marie por que ela está tentando salvar os cidadãos, embora ela tenha sido decapitada por seus próprios cidadãos. Marie responde que sua morte foi inevitável porque ela não era mais necessária para o povo. Ela então pergunta a Jeanne Alter quem ela é, mas Jeanne Alter também diz a ela para calar a boca. Ela então ativa o Palácio de Cristal e luta contra Jeanne Alter, que ela acaba perdendo.
Voltando para Orleans, Jeanne Alter confirma que Marie morreu e pergunta a Gilles sobre a condição de Sanson. Ele responde que a mente de Sanson pereceu com Marie, dizendo que ele só está apto para ser um soldado de infantaria agora. Jeanne Alter está aborrecida porque Georgios escapou graças ao fato de Marie a estar segurando. Ela começa a pedir para encontrar o grupo quando D'Eon interrompe para relatar que o grupo está indo para Orleans. Jeanne Alter ordena que eles se preparem para a batalha e Gilles para reunir os dragões e servos. Ela declara que o mundo será destruído se eles vencerem, e mesmo se eles perderem, o mundo já se foi. Ela também diz que, mesmo que Caldéia corrija a era, uma jornada sem fim pela frente. Apesar disso, eles e Jeanne ainda têm fé no mundo, para grande aborrecimento de Jeanne Alter. Ela decide destruir o grupo por esse motivo, não querendo que eles restaurem o mundo, dizendo que é o desejo dela e de Gilles.
Jeanne Alter e suas forças confrontam o grupo enquanto eles marcham em direção a Orleans. Ela diz a Jeanne que eles são iguais, mas Jeanne rejeita firmemente essa ideia. Ela então exibe a horda de dragões com ela, declarando que eles devorarão tudo na França. Depois, os dragões lutarão e se devorarão em uma guerra sem fim. Ela fica chocada quando o General Gilles de Rais chega com seu exército e começa a bombardear os dragões com artilharia. Depois que seus servos e Fafnir são mortos na batalha, Jeanne Alter é convencida por Gilles a retornar ao castelo.
Dentro do castelo, Jeanne Alter ordena que Gilles a defenda enquanto convoca um novo Servo. Ela concorda com sua sugestão de convocar o Rei Arthur, embora duvide que um cavaleiro inglês responda a sua convocação. Quando Ritsuka, Mash e Jeanne chegam na sala do trono, ela fica surpresa que eles chegaram mais rápido do que o esperado, então ela não precisa modificar a convocação. Jeanne pergunta se ela se lembra de sua família, mas Jeanne Alter não consegue se lembrar. Descobrindo que não importa se ela se lembra ou não, ela invoca Servos das Sombras e ordena matar o grupo. Depois de destruídos, ela luta contra o grupo pessoalmente. Ela é derrotada, mas se recusa a acreditar que perdeu porque tem o Graal. Quando ela começa a morrer, ela diz a Gilles que ela ainda não destruiu a França. Ela fica consolada quando Gilles diz que destruirá a França em seu lugar. Ela então desaparece, revelando que o Graal era seu centro.
Da Vinci and The Seven Counterfeit Heroic Spirits
Como seu conceito já existia, Jeanne Alter nunca foi verdadeiramente destruída na Singularidade de Orleans. Já que Gilles de Rais, que a desejou, e o Santo Graal, que fez isso acontecer, foram mortos e capturados, as chances de ela ser convocada novamente eram infinitesimais. No entanto, ela foi capaz de invocar-se invertendo o desejo de Jeanne d'Arc de não ter uma versão alterada de si mesma. É uma técnica de quebra de regras que só foi possível graças à popularidade de Jeanne como Espírito Heroico. Insatisfeita por ser uma falsificação, Jeanne Alter procurou superar seu eu original. Usando o Louvre como base e querendo vingança por Orleans, ela cria versões falsificadas de Alexandre, Hector, Siegfried, Arash, Arjuna, Gilles de Rais, Brynhild com o propósito de superar seus originais. Ela também deu a cada um deles histórias de fundo específicas centradas em torno dela por um desejo inerente de ser o protagonista. Continuando com seu plano que começou desde a Singularidade de Orleans, ela além disso melhorou seus valores de Saint Graph por meio do Counterfeits ’Riot, tornando-se publicamente uma Serva. Com relação à convocação dos Espíritos Heróicos Falsificados, em algum momento durante o período do Motim das Falsificações, parece que Jeanne Alter queria esquecer todas as suas existências exceto a dela.
Eventualmente, Jeanne Alter localizou Ritsuka, Mash, Leonardo da Vinci e EMIYA, que procurava impedir sua falsificação. Eles a encontram sendo desconfortavelmente abraçada pela falsificada Brynhild. Ela os elogia por localizá-la, presumindo que eles seguiram os rastros deixados pelas falsificações. Ela chuta Brynhild para longe, apenas para ela rastejar de volta. Ela explica que o comportamento de Brynhild inadvertidamente resultou de seu desejo de que um de seus sete seguidores fosse mulher. Pedindo ao grupo para ignorar Brynhild, ela revela as circunstâncias de seu retorno. Ela aceita que é uma falsificação da Jeanne original, mas ainda quer superá-la, pois Da Vinci especulou com razão. Ela continua que, embora seja uma falsificação, não há regras dizendo que ela não pode fazer nome para si mesma no mundo. Ela continua ainda que as pessoas imaginam que a morte de Jeanne justificaria sua vingança, declarando-se um aspecto de Jeanne. Portanto, como ela nasceu do ódio e da intenção assassina, Jeanne Alter é uma Anti-Herói e uma Serva da classe Vingador. Ela então ordena que Brynhild ataque o grupo. Ela nega a dedução da EMIYA de que a maioria de seus Servos falsificados eram homens pelo desejo inconsciente de ser o protagonista, apontando Brynhild. Mash suspeita que ela queria uma amiga, mas Jeanne Alter nega. Ela afirma que os Servos falsificados eram meramente peões dispensáveis, então luta contra o grupo com Brynhild. Depois que Brynhild é derrotada, Jeanne Alter se culpa por ser incapaz de convocar Brynhild da forma adequada. Ela presume que Brynhild vai culpá-la antes que ela morra, como ela presume que os outros morreram. No entanto, Brynhild diz que ela e as outras falsificações desfrutaram de seu tempo com ela antes de desaparecer. Jeanne Alter afirma que as falsificações foram um peão criado para sua diversão, mas Da Vinci a repreende por não perceber seus verdadeiros sentimentos. Ela explica que as falsificações já ultrapassavam os originais e estavam sinceramente se divertindo, apesar de serem falsas. Ela continua que eles tiveram cuidado e preocupação genuínos por Jeanne Alter. Isso confunde Jeanne Alter, pois ela não consegue entender por que alguém se importaria com uma garota vingativa como ela. Da Vinci diz a ela para abraçar seu desejo de vingança e seu papel como Anti-Herói para se tornar uma Serva completa. Jeanne Alter hesita com a ideia de ser convocada quando Ritsuka diz que eles a aceitariam. Depois de um longo período de reflexão, ela aceita seu complexo de inferioridade para com Jeanne e seu desejo de ser desejada. Ela aceita que seu ódio nunca cessará e ela sempre será uma Vingadora, não importa quantas vidas ela salve. No entanto, apesar de tudo isso, ela diz que responderá à convocação de Ritsuka. No entanto, ela começa a lutar contra o grupo por vingança por eles terem derrotado suas falsificações. Depois de ser derrotada, ela diz que se divertiu. Ela revela que seu eu futuro formará um vínculo com Ritsuka enquanto seu eu atual desaparecerá. Ela assume que seu eu futuro não terá memórias de ser um Espírito Heróico falsificado, então o atual queria criar pelo menos uma memória. Ela diz a Ritsuka para assumir a responsabilidade por seu futuro eu e se despede deles antes de desaparecer.
Salomon: The Grand Time Temple
Jeanne Alter está entre os Servos do "evento especial" ajudando a Caldéia contra os Pilares do Deus Demônio.
Shinjuku: The Malignant Quarantined Demonic Realm
Jeanne Alter estabelece seu próprio território em Shinjuku após sua convocação após formar uma trégua com Artoria Alter para se deixarem em paz. Em algum ponto, ela foi gravemente ferida por Baal disfarçada de James Moriarty, forçando-a a se retirar para o esgoto. Mais tarde, ela tenta incinerar o verdadeiro Moriarty quando ele se intromete em seu território. Ela é mais tarde atacada por EMIYA Alter sob as ordens de Baal, irritada por ele ter transformado uma espada em uma arma moderna. Ela então liberta La Grondement Du Haine em uma tentativa de destruí-lo, mas para sua irritação, ele usou um escudo para bloqueá-lo e escapar. Tendo se esforçado demais com aquele ataque, ela desmaia e espera para desaparecer. Ela se pergunta se alguém vai roubá-la e jogá-la no rio ou contaminá-la enquanto ela desaparece. No entanto, ela é salva pela chegada de Ritsuka, Moriarty e Artoria Alter. Depois de se insultar, Jeanne Alter pergunta por que ela veio, uma vez que eles tinham trégua para se deixarem em paz. Artoria Alter responde que não é mais o caso e se gaba de ter um Mestre, segundo a crença de Jeanne Alter. Ela assume que seu Mestre é totalmente incompetente até que Ritsuka se apresente como dito Mestre. Ela pede a Ritsuka para deixá-la se juntar a eles, alegando que ela é uma Serva melhor do que Artoria Alter ou Moriarty. Ela falha em detalhes de como ela é melhor do que eles quando os inimigos chegam em cena, tendo sido atraída pelo cheiro de seu Nobre Fantasma. Após a batalha, ela pergunta a Mash por que ela não os está ajudando como um Shielder. Mash responde que ela está atualmente em licença de serviçal devido a certas circunstâncias, o que decepciona Jeanne Alter, já que Mash é seu último bastião de defesa. Ela se lembra de Mash se recusando a soltar seu escudo enquanto segurava as lágrimas de medo. Por causa disso, ela assume que Mash é um ser humano melhor do que ela, já que ela realmente sente medo. Artoria Alter a acusa de tentar roubar Mash, explicando que ela é um de seus cavaleiros já que Galahad a está possuindo. Jeanne Alter conta que ela pode fazer o que quiser, já que Mash não é Galahad. Ela então tenta incinerar Moriarty, assumindo que foi ele quem a feriu tão gravemente. Ela pára quando Ritsuka diz que pode confiar em Moriarty, pois foi outro ele quem a atacou. Mas, como os outros, ela não pode confiar nele. Mesmo assim, ela permite que ele os acompanhe quando Da Vinci diz que Moriarty arriscou a vida para proteger Ritsuka. Ela se irrita por Artoria Alter não permitir que ela os acompanhe, dizendo que ela tem os mesmos direitos que Moriarty. Ela então nota as roupas de Artoria Alter e pergunta por que ela as escolheu. Artoria Alter responde que um bom criado sempre se veste de acordo com sua localização. Em resposta, Jeanne Alter revistou as ruínas de uma boutique próxima sob o pretexto de que era suspeita. Ela retorna e cerca os outros e Hessian Lobo com as chamas de seu Nobre Phantasm no sinal de Moriarty para impedir a fuga de Hessian Lobo. No entanto, o grupo não consegue matá-lo e ele escapa. Jeanne Alter e Artoria Alter percebem que Moriarty pretende ter como alvo o Fantasma da Ópera e Christine Daaé em seguida. Eles então se preparam para lutar entre si até que Moriarty convença a atrasar até que Phantom e Christine estejam mortos.
Após o retorno do grupo ao esconderijo de Artoria Alter, Jeanne Alter expressa sua repulsa por ele e por Cavall II. Ela espera que Ritsuka dê sua opinião sobre sua nova roupa, embora esteja desapontada com a resposta. Depois de um telefonema de Edmond Dantès, o grupo descobre que o outro Moriarty é o líder de seu inimigo, a Aliança Fantasma do Demônio. Isso exacerba ainda mais a desconfiança de Jeanne Alter e Artoria Alter em relação a seu próprio Moriarty. Em resposta, Moriarty diz que eles devem derrotar Phantom para que ele possa ganhar sua confiança. Ele avisa que eles seriam mortos se atacassem Phantom diretamente, com o que Jeanne Alter e Artoria Alter concordam. Ele explica que eles seriam severamente superados em número pelos 200 Coloraturas estacionados em Kabukicho se eles atacassem diretamente. Ele, Jeanne Alter e Artoria Alter lembram de ter destruído algumas Coloraturas antes, mas Moriarty revela que eles reabastecem seus números com 36 horas. Moriarty explica que as coloraturas atribuem a patrulha de Kabukicho que também sequestram pessoas regularmente. Jeanne Alter adora que Artoria Alter reconheça que Excalibur Morgan está sendo inútil em destruir Kabukicho quando Moriarty revela que a energia mágica de Shinjuku comparável à Idade dos Deuses a reduziria significativamente. Os dois quase entrando em uma briga quando Artoria Alter zombeteiramente implica que Jeanne Alter não se sairia muito melhor. Moriarty então pede que tragam para ele uma Coloratura, que ele usará para observar Kabukicho. Depois de deixar o esconderijo, Jeanne Alter afirma que se Moriarty os traísse, seria em um momento crucial. O grupo então percebe que Coloratura está sequestrando pessoas, então eles entram para capturar uma. Após capturar uma Coloratura e ajudar a fuga do povo, o grupo retorna ao esconderijo. Lá é revelado que as Coloraturas são construídas a partir de humanos, com sua carne e nervos sendo colocados nas bonecas. Depois de afirmar que os humanos uma vez transformados em Coloraturas não podem ser salvos, Moriarty revela que equipou a Coloratura com uma bomba. O dito Coloratura será devolvido com os outros quando eles retornarem a Kabukicho em seus intervalos regulares, e então sua bomba será acionada. A explosão causará confusão entre as Coloraturas, que o grupo usará como uma oportunidade para matar Phantom e Christine. Jeanne Alter concorda com o plano, pois o Colortura não é mais verdadeiramente humano. Ela até os acha piores do que o espírito maligno e coisas do gênero, já que pelo menos esses têm vestígios de suas personalidades originais, ao contrário dos Coloraturas. Depois que Moriarty termina de manipular a Coloratura, e dá o detonador para Ritsuka, o grupo segue para Kabukicho.
Colocando o Coloratura armado com os outros, Moriarty ordena que Artoria Alter e Jeanne Alter tomem suas posições. Dez minutos depois, a bomba é detonada por Moriarty em vez de Ritsuka após ver sua determinação em fazê-lo. A explosão resultante espalha as Coloraturas, então Artoria Alter e Jeanne Alter se movem para destruí-los. Eles são mais tarde chamados por Mash para ajudar Ritsuka e Moriarty contra EMIYA Alter, mas eles estão ocupados lidando com as Coloraturas ainda ativas. Eles chegam justamente quando EMIYA Alter recua graças à intervenção de Hassan do Braço Amaldiçoado, desapontado por seus ataques mal errados. Jeanne Alter pergunta quem é o Braço Amaldiçoado e se pergunta se ele é um inimigo, mas Mash diz que ele é um aliado. Juntamente com Cursed Arm, o grupo foge de Kabukicho e retorna para o esconderijo.
De volta ao esconderijo, o grupo relaxa após sua missão bem-sucedida. Porém, logo revelou que Hassan é um membro disfarçado da Aliança do Demônio Fantasma, Yan Qing. Ele toma Ritsuka como refém, mas Artoria Alter e Jeanne Alter chegam para detê-lo. Ele se esquiva de seus ataques e foge enquanto Artoria Alter o persegue em sua motocicleta, com Jeanne Alter a seguindo. Infelizmente, eles não são capazes de resgatar devido ao atraso dos soldados Hornet e do Rei Lear convocado por Yan Qing. Jeanne Alter e Artoria Alter mais tarde Moriarty por permitir que Ritsuka fosse sequestrada.
Felizmente, Ritsuka é resgatado da base da Phantom Demon Alliance, Barrel Tower, por Sherlock Holmes. Jeanne Alter e Artoria Alter expressam imediatamente sua preocupação e alívio ao retornarem. Voltando ao esconderijo, Jeanne Alter chama Sherlock de peso morto quando ele se apresenta como um Conjurador impróprio para combate. No entanto, ela o agradece por salvar Ritsuka. Ela diz a ele para ir embora, mas ele diz que não pode. Ela acaba brigando com Artoria Alter novamente quando o primeiro avisa Ritsuka contra ser muito gentil com Moriarty. Depois de saber do Nome Verdadeiro de Moriarty, sua desconfiança dele aumenta ainda mais; Jeanne Alter o compara às raposas que aparecem nos contos de moralidade. Sherlock então explica como o objetivo da Aliança de destruir o planeta é possível sem utilizar forças externas, fazendo o que Thomas Edison e o Rei Leão tentaram fazer. Sem entender o que os outros querem dizer, Jeanne Alter exige saber o que Edison e o Rei Leão tentam fazer. Mash primeiro explica que o Rei Leão tentou usar Rhongomyniad para preservar uma parte da humanidade e destruir o resto enquanto a Incineração da Humanidade estava ocorrendo. Jeanne Alter chama o Rei Leão de idiota pela trama, dizendo que ela deveria ter se permitido morrer com todos os outros. Ela então expressa seu ódio por reis que tentam resolver as coisas por si próprios e reis que simplesmente desistem. Mash então explica que Edison procurou preservar a América separando-a da linha do tempo. Da Vinci percebe e revela que Shinjuku está em uma linha do tempo abatida. Apesar de ser informado de que não terá efeitos adversos na história, Ritsuka decide salvar Shinjuku de qualquer maneira. Sherlock então revela o método pelo qual o maligno Moriarty usará para destruir o planeta. O malvado Moriarty planeja usar os poderes do Fantasma com o qual se fundiu, Der Freischutz, para carregar um meteorito na Torre do Barril e, em seguida, dispará-lo no núcleo do planeta como uma bala mágica para destruir o planeta. Jeanne Alter está aborrecida porque Moriarty acabou de perceber que ele foi fundido com Der Freischutz o fez um Arqueiro e o deixou disparar balas e mísseis de um caixão que ele nunca carregou em vida. Ironicamente, ela acha que o plano da Aliança para destruir o planeta é ainda pior do que quando ela tentou destruir a França. Ela e Artoria Alter concordam com a decisão de Sherlock de eliminar Yan Qing, achando sua habilidade de transformação problemática. O grupo então sai para roubar roupas para o propósito do plano de Sherlock e Moriarty. Depois de derrotar alguns bandidos e suas Coloraturas hackeadas, Ritsuka, Artoria Alter e Jeanne Alter trocam de roupa.
Agora usando vestidos, Ritsuka, Artoria Alter e Jeanne Alter entram em uma festa organizada por Yan Qing. Jeanne Alter, insultada, compara Artoria Alter a uma boneca de cera em seu vestido, enquanto Artoria Alter a compara a uma bruxa de verdade em seu vestido. No entanto, os dois compartilham a alegria de ver Ritsuka claramente desconfortável com seu disfarce. Jeanne Alter os segura enquanto Artoria Alter tira fotos deles com o telefone com câmera que ela tirou de um transeunte e os carrega para o servidor de Chaldea. Ela então se pergunta quando Yan Qing vai aparecer, expressando seu ódio por seu vestido. Depois de ver Artoria Alter dançar com Ritsuka, ela afirma não se importar com a dança e fica irritada que Artoria Alter tenha passado por instinto. Um convidado da festa tenta convidá-la para dançar, mas sua carranca o afasta. Agora que perdeu a paciência, ela agora quer queimar todo o prédio. Yan Qing então aparece diante dos convidados disfarçados de Artoria Alter. Ele eventualmente toma conhecimento dela e ordena que os Hornets ataquem. Juntamente com Moriarty, o grupo derrotou o Hornets seguido por Romeu e Julieta. Mais Hornets então aparecem, com Yan Qing sendo disfarçado como um deles. Ritsuka tira o vestido deles para chocá-lo a se revelar como parte do plano de Moriarty. Yan Qing revela seu verdadeiro nome e luta contra o grupo. Sentindo que vai perder, Yan Qing ativa uma bomba sob o prédio para derrubá-lo, fazendo com que o grupo escape. Depois de matar Yan Qing, Moriarty pondera se o orgulho é necessário para viver. Jeanne Alter responde que o orgulho não tem valor para ela como uma farsa. Ela fica confusa quando Artoria Alter a chama de panda gigante por não se orgulhar. O grupo então se prepara para partir quando são encontrados por Hessian Lobo.
Confrontado por Hessian Lob, o grupo vê que ele foi fundido com outro Fantasma, o Homem Invisível, como indica sua invisibilidade. Sua classe então muda de Cavaleiro para Vingador, e instantaneamente atinge Ritsuka já que eles são os únicos humanos por perto. Incapaz de derrotá-lo, o grupo decide quem ficará para trás para segurar Hessian Lobo enquanto o resto foge. Jeanne Alter assume a tarefa para que os outros possam escapar. Ela diz a eles para usarem esse tempo para encontrar uma maneira de derrotar Hessian Lobo permanentemente. Ela rejeita a sugestão de Artoria Alter de escolher alguém de forma justa. Ela chama Ritsuka de patético por não querer sacrificar seus aliados. Ela nega a suposição de Sherlock de que seu desejo de afastar Hessian Lobo é motivado por sua simpatia por ele como um companheiro Vingador. Ela explica que simplesmente odeia vê-lo correndo como um monstro estúpido, acreditando que deveria pelo menos ter um objetivo. Ela decide que vai dar um objetivo, então ela dá um fim real. Antes que os outros saiam, Sherlock diz a ela para cuidar de seus pés, e Artoria Alter confia nela para segurar Hessian Lobo. Enquanto luta contra Hessian Lobo, Jeanne Alter proclama que sabe como ele pensa, já que eles são iguais. Ela diz que o ódio deles nunca desaparecerá, independentemente de quantas pessoas eles matem até o dia da morte. Ela declara que vai tirar Hessian Lobo de sua miséria, dizendo que os sonhos fugazes que eles veem antes da morte são o único consolo para os Vingadores. Eventualmente, porém, Hessian Lobo a fere fatalmente. Ela está irritada, mas não está gostando de sua vingança, mas percebe que não pode mais. Depois de sofrer outro ferimento, ela solta La Grondement Du Haine em um esforço para segurá-lo. Ela explica que as chamas vêm de seu próprio corpo, duvidoso que possa afastá-las. Ela entende que as chamas não vão matá-lo, mas tem certeza de que vão desacelerá-lo por um tempo. Infelizmente, ela finalmente cai depois que Hessian Lobo se feriu novamente. Ela contempla sua natureza como uma farsa, incapaz de compreender verdadeiramente a dor de ser queimada viva. Ela chama Jeanne de idiota por querer vingança depois de ser queimada na fogueira, acreditando que ela era louca por não ter feito isso. Ela continua que o mundo está irremediavelmente escuro, alegando que o máximo que uma pessoa dita boa pode fazer é fechar os olhos. Ela se lembra de como costumava pensar que nunca ajudaria humanos de boa índole como Jeanne, achando-os patéticos e indefesos. Depois de chamar Jeanne de símbolo da humanidade, ela chama Ritsuka de idiota sem consideração por não tê-la convidado para dançar. Ela então se lembra do conselho de Sherlock antes de cair na inconsciência.
Jeanne Alter é capaz de sobreviver escapando em um buraco de homem no último momento, como Sherlock aconselhou. Ela se encontra com Edmond, e eles resgatam William Shakespeare de seu confinamento na Torre do Barril. Ambos tentam atacar Moriarty, que foi revelado como o verdadeiro cérebro para destruir o planeta, mas ele consegue se esquivar de ambos. Jeanne Alter explica como ela sobreviveu e mostra que trouxe Shakespeare para ajudar. Depois que Shakespeare e Hans Christian Andersen convocam os Grandes Detetives para ajudar Ritsuka, o grupo luta contra Moriarty após ele se fortalecer com o Graal. Depois que Moriarty e os outros desaparecem e o asteróide Bennu é destruído, Jeanne Alter diz a Ritsuka para chorar pelos Servos, já que eles estão destinados a desaparecer. Ela grita com EMIYA Alter para não se intrometer na conversa quando ele concorda. Ela então pergunta a ele o que aconteceu com Artoria Alter, se perguntando se ela foi esmagada por Bennu. EMIYA Alter responde que ela foi visitar algum lugar antes de desaparecer, que Ritsuka e Jeanne Alter percebem ser Cavall II. Depois que EMIYA Alter desaparece, ela de repente corta as comunicações com Chaldea. Ela então coloca seu vestido de festa e exige uma dança de Ritsuka. Depois de dançarem, Jeanne Alter se sente satisfeita e começa a desaparecer. Ela diz a Ritsuka que vai praticar mais da próxima vez, esperando que eles façam o mesmo, antes de finalmente desaparecer.
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2020.08.09 23:31 YatoToshiro Fate/Gensokyo #53 Jeanne d'Arc (Fate/Apocrypha)


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«Bondade, Humildade, Honestidade, Pureza, Fé - o coração de Donzela carregava apenas estas coisas e nada mais." »
«Tudo o que os homens chamam de grande, procure em Joana d'Arc, e aí você encontrará. »
(Mark Twain em "Lembranças pessoais de Jeanne d'Arc, Volume 2")
O verdadeiro nome do governante é Jeanne d'Arc, a Santa de Orleans. Um santo católico nascido em Domrémy, França, e a heroína da França que libertou Orléans na Guerra dos Cem Anos.
Life
Jeanne d'Arc era filha de um fazendeiro comum. Ela afirma que recebeu o comando de Deus para lutar. Ela ouviu o lamento do Senhor de que o mundo mudou direto para o inferno. O Senhor chorou de tristeza porque ninguém podia impedir e as pessoas nem mesmo tinham permissão para viver com simplicidade e eram compelidas a se tornarem animais ou comida. O conflito nunca terminou, e o sangue continuou a chover incessantemente e encharcar a terra. Ela recebeu uma revelação do Senhor, a voz não continha glória ou vitória, nenhuma obrigação ou senso de propósito, mas apenas o Senhor lamenta. Ela pegou seus murmúrios pequenos e débeis que todos os outros não conseguiam ouvir.
Ela respondeu jogando fora sua vida como uma simples aldeã e a alegria de amar alguém e ser amada de volta. Além disso, não haveria compensação. Ela sabia que certamente seria desprezada pelas massas de inimigos e aliados, considerando suas crenças nas diretrizes da Igreja para o comportamento adequado das mulheres. Era algo muito assustador de se contemplar. Foi uma loucura para uma mera garota da aldeia do campo saltar para o campo de batalha onde a intenção de matar das pessoas girava. Ela não deu as costas aos clamores do Senhor. Ela decidiu devotar sua vida para se opor ao inferno deste mundo para ajudar a parar as lágrimas do Senhor e acalmá-lo. Ela vestiu sua armadura em seu corpo, pendurou uma espada em sua cintura e carregou a bandeira. Ela lutou ao lado de Gilles de Rais.
Tendo nascido em uma família de camponeses, Jeanne nunca soube o conteúdo dos muitos livros de oração. Ela se esforçou para aprendê-los, mas parece que simplesmente nasceu incapaz de ler ou escrever. O máximo que ela conseguiu foi aprender a assinar seu nome. Enquanto se preocupava com isso, no final, ela decidiu que precisava de um pouco mais para orar ao Senhor. Como ela se lembra, um de seus camaradas que cavalgava ao lado dela, Gilles, uma vez riu e prometeu que isso era mais do que suficiente.
Dizem que na realidade tudo o que aconteceu foi que ela usou táticas que os cavaleiros da época não usavam por desdém e honra. Mikiya Kokutou acredita que ela utilizou a Força Contrária em seus atos.
Jeanne e Gilles foram condecorados como salvadores e heróis nacionais pelo rei Carlos na catedral com a melodia de Ars Nova tocando ao fundo.
Death
Jeanne foi condenada à morte na Place du Vieux-Marché em Rouen. Desprezada por palavras de condenação ao ser conduzida para a pira e sentindo-se apenas um pouco dolorida ao suportá-la, ela já havia abandonado emoções como medo, decepção e arrependimento desde o início de suas batalhas, então ela foi capaz de caminhar em sua direção morte sem vacilar em seus passos. Enquanto ela inconscientemente alcançava a cruz que estava em seu peito até que eles a tirassem dela, ela sentiu um pouco de tristeza porque não havia nada para sustentar seu coração. Pouco depois, ela recebeu uma cruz de madeira feita por um inglês que a reverenciava, agradecendo-lhe baixinho enquanto ele se ajoelhava e chorava. Suas mãos foram amarradas a uma estaca de madeira atrás dela, e o padre presente completou a recitação de seu julgamento final antes de jogar a tocha sobre a pira. Como eles acreditavam que a perda da carne era o maior dos medos, era o castigo mais cruel que poderia ser imposto a ela.
As chamas começaram a queimar sua pele, queimar sua carne e carbonizar seus ossos, enquanto ela falava o nome do Senhor e da Santa Mãe contra aqueles que denunciavam suas orações como apenas uma mentira. Ela só conseguia estranhar esses pensamentos, acreditando que as orações nada mais são do que orações, não importa a quem sejam oradas, que não trazem verdades ou falsidades intrínsecas. Embora ela quisesse contar a eles sobre o pensamento, ela foi incapaz de produzir qualquer som. Enquanto queimava, ela teve visões de seu passado, sua família comum em sua aldeia rústica e ela mesma, "a tola que fugiu e jogou tudo isso de lado". Tendo sabido desde o início como sua jornada terminaria, ela sentiu que certamente pode ter sido tola em suas ações, que ela pode ter levado uma vida normal, se casado e vivido junto com seu marido e filho.
Se ela simplesmente tivesse silenciado a voz e abandonado os soldados em lamento, ela poderia ter tido aquela vida, mas sentiu que não foi um erro ter trilhado seu caminho por causa daqueles que ela salvou. Ela soube desde o momento em que escolheu entrar na batalha que teria esse fim, e ela sentiu que nunca iria zombar de si mesma por suas escolhas. Seu passado, futuros impossíveis e a realidade cruel diante dela não tinham sentido antes de suas orações, oferecendo a si mesma que, mesmo que todos os outros a condenassem, ela não se trairia. Em vez de continuar olhando para trás em seu caminho ou ansiar por outro futuro, ela desejava apenas um descanso silencioso. Em meio à selvageria, ela manteve apenas uma única oração em seu coração até o fim, sem mácula de arrependimento e cheia de sinceridade. Quando ela disse suas palavras finais, "... Ó Senhor, eu me entrego a Ti ...", sua consciência terminou e ela foi liberada de seu sofrimento. Embora o sonho da menina tenha terminado aí, "o sonho de La Pucelle estava apenas começando".
Sua morte fez com que Gilles de Rais enlouquecesse, virasse as costas para Deus para praticar magia negra e cometesse atrocidades antes de ser capturado e enforcado até a morte.
Fate/Grand Order
Orleans: The Wicked Dragon Hundred Years War
" Meu Senhor. Mais uma vez, levantarei esta bandeira, para este país - não, a salvação deste mundo.
A ordem explodiu em chamas e muitos objetivos foram perdidos. Nosso futuro desapareceu em apenas um segundo.
Ouça minhas palavras, bravos guerreiros reunidos aqui, legião de espíritos heróicos que mantêm sua razão!
Não importa se vocês foram inimigos jurados ou não importa a distância entre os períodos de tempo, agora vocês devem confiar um ao outro!
Meu nome verdadeiro é Jeanne d'Arc. Em nome de meu senhor, serei seu escudo!
Esta luta perdurou por muito tempo nas areias da história humana.
Mas não há necessidade de se preocupar, pois encontros fatídicos incontáveis esperam por você.
Embora todo este planeta tenha se tornado o campo de batalha da Guerra do Santo Graal, embora o mundo tenha sido levado à ruína, embora inúmeros inimigos formidáveis bloqueiem seu caminho, o fim ainda não foi determinado por ninguém.
Agora, vamos começar nossa luta, Mestre.
As cortinas se erguem na maior Guerra do Santo Graal da história. »
(Jeanne D'Arc)
Ela é a personagem central da singularidade de Orleans, onde deve enfrentar Jeanne Alter, sua forma corrompida nascida do desejo de Gilles de Rais ao Santo Graal, para vingar sua morte. Jeanne é convocada à singularidade logo após sua morte, embora ela esteja enfraquecida e possua as habilidades atribuídas à classe do Governante. Como resultado das ações de Jeanne Alter, ela é temida e desconfiada por grande parte da população francesa.
Jeanne conhece Ritsuka e Mash quando eles seguem um bando de soldados franceses até Vaucouleurs, onde ela os ajuda a lutar contra os wyverns. Depois, ela conta ao par sobre suas circunstâncias, e depois de concordar em ajudar a restaurar a era, ela decide reunir informações sobre Orleans. No dia seguinte, o grupo viaja para La Charite para reunir informações sobre Orleans, mas eles descobrem que a cidade foi destruída por monstros. Depois de matar os monstros, ela e os outros encontram Jeanne Alter, que envia Carmilla e Vlad III para matá-la. Enquanto o grupo consegue derrotar os vampiros, Jeanne Alter envia mais três de seus Servos para eles. Felizmente, Jeanne e os outros são salvos pela intervenção de Marie e Mozart, que ajudam o grupo a escapar. Depois de escapar, Jeanne fala com os outros sobre como todos os Servos de Jeanne Alter têm o Melhoramento da Loucura, independentemente de sua origem, que Romani atribui ao Graal. Jeanne então teoriza que a razão pela qual Marie e Mozart foram convocados é devido ao Graal resistir à reversão da causalidade de ter um portador antes mesmo de a Guerra do Graal começar. Mais tarde naquela noite, após derrotar Santa Marta, o grupo é instruído por ela a ir para Lyon, onde encontrarão um matador de dragões que pode matar o dragão de Jeanne Alter.
No dia seguinte, Marie reúne informações sobre Lyon em uma cidade próxima, enquanto os outros esperam do lado de fora, já que a presença de Jeanne vai aterrorizar os cidadãos. Marie relata que Lyon foi destruído há um tempo, mas apesar disso eles decidem ir à cidade para procurar o matador de dragões. Enquanto procurava pela cidade, Jeanne e outros eventualmente encontram e matam O Fantasma da Ópera. Romani então os avisa sobre um dragão e três Servos vindo em sua direção, mas Jeanne e os outros decidem continuar sua busca pelo matador de dragões. Chegando ao castelo da cidade onde Romani conseguiu uma leitura de um Servo, o grupo encontra o matador de dragões, Siegfried. Saindo do castelo, eles encontram Jeanne Alter e seu dragão, Fafnir, que recebe a ordem de queimá-los. Jeanne e Mash são capazes de proteger a todos das chamas do dragão, então escapam quando o Balmung de Siegfried faz com que Fafnir recue. Enquanto escapam, eles encontram um exército francês sendo atacado por wyverns; Jeanne passa a defender os soldados dos wyverns enquanto os outros lutam contra Sanson e Lancelot. Enquanto lutava contra os wyverns, Jeanne encontra Carmilla, que a insulta por ser temida agora como a "Bruxa do Dragão", mas Jeanne não vacila. Eventualmente, Gilles chega para atacar os wyverns com sua artilharia, dando a Jeanne a chance de atacar Carmilla. Enquanto Carmilla se retira com Sanson, Jeanne é atacada por Lancelot, que a confunde com o Rei Arthur. Depois de se desculpar com Lancelot por não ser seu rei após sua derrota, Jeanne é interrompida por Gilles, que pergunta se ela é a verdadeira Jeanne. Recusando-se a não responder para não colocar em risco sua posição, ela sai com os outros.
Chegando a um forte abandonado, Jeanne e os outros descobrem por Siegfried que ele foi amaldiçoado. Mas, como Jeanne não consegue remover as maldições devido à sua multiplicidade, ela e os outros se separam para procurar um santo para ajudar a remover as maldições. Viajando com Marie, Marie diz a Jeanne para rejeitar todas as palavras desdenhosas de Jeanne Alter, o que ajuda a dissipar algumas das dúvidas de Jeanne sobre si mesma. Eventualmente, chega a uma cidade sob a proteção de Georgios. Jeanne e Marie tentam recrutá-lo, mas ele responde que não pode sair até que os cidadãos da cidade sejam evacuados. No entanto, quando Jeanne Alter chega para atacar a cidade, Marie fica para trás para proteger a cidade enquanto Jeanne e Georgios fogem. Encontrando-se com os outros em Thiers, Jeanne conta a todos sobre o sacrifício de Marie, então ela e Georgios suspendem as maldições de Siegfried. Mais tarde naquela noite, ela tem uma conversa com Mozart sobre Marie, onde Mozart diz a ela que o desejo de Marie por uma amiga foi realizado graças a ela. Jeanne termina a conversa afirmando a Mozart que salvará a França em homenagem a Maria.
No dia seguinte, o grupo decide com um ataque frontal a Orleans com Jeanne decidindo confrontar Jeanne Alter ela mesma. Mais tarde no campo de batalha, Jeanne confronta Jeanne Alter enquanto os outros lidam com os servos de Fafnir e Jeanne Alter. Jeanne Alter logo se retira, devido à morte de Fafnir, de volta para Orleans com Jeanne e os outros dando a perseguição. Matando Atalanta ao longo do caminho, ela e os outros chegam ao palácio de Orleans, onde ela pergunta a Gilles (Caster) se Jeanne Alter é a "real" dela, mas sua resposta resulta em uma briga quando ela afirma que enfrentará seu eu sombrio . Então, enquanto Elizabeth e Kiyohime seguram Gilles, Jeanne vai enfrentar Jeanne Alter, onde ela termina vitoriosa sobre seu eu sombrio. No entanto, Gilles revela que criou Jeanne Alter com o Santo Graal para criar uma Jeanne que buscava vingança na França. No entanto, Jeanne afirma a ele que ela nunca poderia ser a "Bruxa do Dragão", pois mesmo com seu fim trágico ela nunca poderia odiar sua terra natal. Depois de confirmar que ele odiaria e destruiria a França por executá-la, Jeanne e os outros lutam e o derrotam. Quando Gilles morre, ela o agradece por acreditar nela e diz que não se arrepende de sua vida. Então, quando a singularidade começa a entrar em colapso, ela diz a Gilles que embora ela tenha morrido e ele chorado, ela está confiante de que eles lutarão juntos novamente de uma maneira e forma diferentes. Depois disso, Jeanne diz goobye para Ritsuka e Mash, sentindo que eles podem se encontrar novamente.
Fate/Extella
Jeanne é uma personagem jogável em Extella, servindo no grupo de Altera ao lado de Gilgamesh e Iskandar. Jeanne é uma "Servidora Superior" convocada pela Célula da Lua para defendê-la da Estrela Umbral e é enviada para destruir Altera após a derrota de Iskander. Depois que ela e o intruso Gilgamesh são derrotados por Altera, ela jura lealdade a ela na tentativa de entendê-la e, finalmente, salvá-la.
Flame Poem
Jeanne lidera as forças de Altera contra Nero Claudius em Mare Origo, mas ela acaba sendo derrotada por Nero. Mais tarde, ela ajuda a defender Mare Carcer contra a força de Nero, mas é novamente derrotada.
Orchid Words
Jeanne ajuda Gilgamesh a defender Mare Origo contra a força de Tamamo, mas ela é derrotada por Tamamo.
Dawn
Jeanne invade Mare Carcer para derrotar Altera sob as ordens de Moon Cell. Altera se oferece para deixá-la se juntar a ela, mas Jeanne a rejeita. Ela então luta contra Altera, usando seus poderes como governante para selar Altera para sempre. No entanto, Gilgamesh aparece de repente e interrompe sua batalha com o Portão de Bablyon. Jeanne chocada que ele veio para o Zero Dark sem ser convocado, achando isso impossível até mesmo para um Top Servant. Ela fica ainda mais chocada quando Altera deduz a identidade de Gilgamesh. Depois que Gilgamesh decide se juntar a Altera, Jeanne pergunta por que ele ajudaria Velber. Ele a deixa pensando se deve seguir seu dever para com a Célula Lunar ou suas próprias paixões. Jeanne mais tarde se junta a Altera e ajuda a lutar contra as forças de Tamamo no Mae em Mare Origo.
Poucos dias depois, Jeanne, acompanhada por Iskandar, ajuda Altera a conquistar o Mare Aurum. Após a batalha, Altera percebe que Nero lançou um ataque a Mare Carcer enquanto ela se distraia com Gawain, e convoca Iskandar e Jeanne de volta. Ela ordena que destruam todos os programas inimigos em Zero Dark enquanto ela ataca as forças principais de Nero em Mare Carcer.
Golden Poem
Jeanne e Gilgamesh ajudam Iskandar a lutar contra as forças de Nero no Mare Origo, mas ambos são derrotados. Mais tarde, enquanto Gilgamesh observa a luta de Nero e Iskandar, ela pergunta se ela realmente pretende matar Hakuno junto com Nero se a batalha não o divertir. Ela então pergunta por que ele se juntou a Altera, já que ele não foi convocado por Moon Cell, então ela não consegue perceber uma razão para ele intervir com Velber. Gilgamesh acha que ela está brincando, mas ela insiste que não. Ele então explica como ele veio do Far Side após sentir um despertar no Zero Dark para intervir na batalha contra Sefar. Sentindo que a batalha contra Sefar chegará ao fim, ele se pergunta o que virá depois, já que nem ele nem Jeanne podem perceber. No dia seguinte, Jeanne e Gilgamesh ajudam a defender Mare Carcer, mas são derrotados novamente.
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2020.08.09 05:28 YatoToshiro Fate/Grand Order - Flame Contaminated City: Fuyuki AD.2004 (Analise)


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Ritsuka Fujimaru e Mash Kyrielight são repentinamente desviados de raio para a Singularidade após a explosão que destruiu a sala de comando da Caldéia. Depois que Mash destrói os esqueletos que os cercam, os dois são contatados por Romani Archaman. Ele confirma que Mash agora está fundido com um Servo, o que permitiu que ela sobrevivesse à explosão. Mash suspeita que o Servo foi fornecido com antecedência para investigar a Singularidade, mas seu Mestre foi morto na explosão. Ele contratou ela para conceder suas habilidades a ela em troca de eliminar Singularidade antes de desaparecer sem revelar seu Nome Verdadeiro. Romani confirma que Ritsuka é agora o Mestre de Mash. Quando os comunicados começam a ser interrompidos, ele ordena que a dupla vá para uma linha ley a cerca de 2 km de sua localização para estabelecer a conexão. Depois que a comunicação é cortada, é revelado que Fou mudou de raio com Ritsuka e Mash. Eles então se dirigem às coordenadas fornecidas por Romani.
A dupla eventualmente encontra Olga Marie Animusphere sendo atacada por monstros. Depois de salvá-la, Mash explica a situação para ela. Olga revela que eles são os únicos que mudaram de raio para Singularidade porque não estavam em Coffins na época do Mudança de Raio. A mudança de raio de carne e sangue provavelmente não terá sucesso, embora não seja impossível. Enquanto isso, os caixões têm disjuntores que cortam a energia quando a taxa de sucesso está abaixo de 95%. Como eles estão no ponto leyline de que Romani lhes falou, Mash coloca seu escudo no chão para que Olga possa estabelecer um círculo de invocação. Com isso, as comunicações com Romani são restabelecidas, mas Olga exige falar com Lev Lainur. Romani revela que a equipe sobrevivente tem menos de vinte anos, incluindo ele. Ele só está no comando da operação porque não há ninguém com uma posição acima dele que tenha sobrevivido. Ele suspeita que Lev morreu na explosão, já que ele estava supervisionando na sala de comando. Ele também revela que os 47 candidatos-mestres estão em estado crítico. Olga ordena que ele os coloque em criostase imediatamente. Ela diz que Ritsuka, Mash e ela encontrarão a causa da Singularidade enquanto Romani repara a funcionalidade de Rayshift. Assim que for encontrado e Caldéia for restaurada, ela enviará outra equipe. Depois que as comunicações são encerradas, o grupo continua a busca pela fonte da Singularidade.
Mais tarde, Ritsuka lembra como Olga explicou como a humanidade deixará de existir em 2016. Usando Laplace e Trismegitus para revisar os dados dos últimos 2.000 anos, Chaldea finalmente observou a Singularidade F na cidade de Fuyuki em 2004. É uma "zona não observável" que não Não existem na história até o ano de 2015. Como a Singularidade é suspeita de ser a causa do que vai acontecer em 2016, a ONU aprovou a operação de shift de raio lá e destruí-la. O plano original era fazer com que o Time A dos candidatos a Mestre mudasse de raio à frente e estabelecesse um acampamento base, enquanto o Time B e abaixo ficariam em espera. Olga mais tarde suspeita que Fuyuki foi destruído quando a Singularidade mudou o resultado da Guerra do Santo Graal Fuyuki na qual Saber foi vitorioso. Mash confessa que não sabe o nome verdadeiro de seu Noble Phantasm, portanto, ela não pode liberá-lo.
O grupo eventualmente encontra Medusa, que Mash consegue derrotar. No entanto, eles são cercados por Hassan do Braço Amaldiçoado, mais tarde acompanhado por Musashibou Benkei. Mash se prepara para lutar quando Cú Chulainn chega para ajudar. Depois que Cursed Arm e Benkei desaparecem, Caster explica que Fuyuki foi subitamente engolfado pelas chamas, os humanos desapareceram e apenas os Servos permaneceram. Saber reiniciou o Santo Graal e começou a derrotar Medusa, Cursed Arm, Benkei, Archer e Berserker. Quaisquer Servos derrotados por ela foram corrompidos pela lama negra. Caster e Saber são os únicos sobreviventes da Guerra do Graal, e ela terminará até que Saber seja derrotado. Caster admite que ajudou o grupo porque precisa de aliados contra Saber. Depois de firmar um contrato temporário com Ritsuka, ele deduz que o Grande Graal é a fonte da Singularidade, e é guardado por Saber, Archer e Berserker. Caster diz que eles podem lidar com Archer se ele estiver com ele, mas ele sugere ignorar Berserker completamente. O grupo então inicia sua busca pelo Grande Graal.
O grupo finalmente entra na caverna do Graal. Caster se prepara para revelar o nome verdadeiro de Saber's e o Nobre Phantasm quando EMIYA o interrompe, é o Rei Arthur e Excalibur. Depois de derrotá-lo, o grupo segue para a câmara do Graal. Eles decidem descansar, pois Ritsuka está exausto por ter seus circuitos mágicos funcionando em plena capacidade pela primeira vez desde que se tornaram um Mestre.
Chegando na câmara do Graal, o grupo confronta Artoria Alter. Ela então lança Excalibur Morgan para testar o Nobre Phantasm de Mash. Após Mash bloqueá-lo, o grupo luta e derrota Artoria Alter. Ela declara a Grande Ordem, a batalha pelo Santo Graal apenas começou antes de desaparecer. Após o desaparecimento de Cú Chulainn, Olga pondera como Artoria Alter conhecia o termo Grande Ordem. Lev Lainur então aparece de repente e recolhe o Graal. Ele revela que causou a explosão na sala de comando, e Olga morreu fisicamente desde que ele colocou a bomba sob seus pés. Trismegistus a transferiu para Fuyuki depois que ela se tornou pensamentos residuais. Portanto, se ela retornar à Caldéia, sua consciência desaparecerá. Lev Lainur então usa o Graal para conectar a Singularidade com a Caldéia. Olga é então atraída para Caldéias e desintegrada. Lev Lainur então se reintroduz como Lev Lainur Flauros. Ele revela que Caldéias ficou vermelha porque o futuro foi incinerado. O campo magnético da Caldéia está protegendo a Caldéia, mas o resto do mundo se foi. No entanto, a Caldéia será destruída se o ano passar 2016. Conforme a Singularidade começa a entrar em colapso, Lev Lainur revela que deu o Graal a Artoria Alter. Ela causou problemas para ele por querer sustentar a era. Depois que Lev Lainur sai, Ritsuka e Mash são deslocados de volta para a Caldéia.
Ritsuka acorda em seu quarto, onde encontram Leonardo da Vinci. Na sala de comando, Romani demonstra sete Singularidades que se manifestaram nas eras que servem como os Fundamentos da Humanidade. Ele ordena que Ritsuka e Mash mudem de raio para essas Singularidades e as destruam para salvar a humanidade e seu futuro. Seu alvo para cada Singularidade será a relíquia da era e o Graal. A história resistirá à sua luta para salvar a humanidade. Romani então abandona o nome da missão original, Primeira Ordem, e chama a missão de salvar a humanidade Grande Ordem.
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Para um Começo de jogo até que a historia se iniciou de forma bem legal.
Eu diria que isso ficou até melhor que assistir o anime. Não que eu tenha gostado do anime, só que vendo a historia no jogo ficou melhor de entender a Historia.
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2020.08.07 04:43 YatoToshiro Fate/Gensokyo #50 Mordred (Fate/Grand Order)


Mordred (Rider)
Tendo sido convocada como Cavaleira em vez de Saber desta vez, ela não trouxe Clarent com ela. Não só isso, ela nem trouxe sua armadura e capacete com ela.

Ao ser convocada, ela procurou uma prancha de surf que pudesse resistir ao seu poder e acabou atrevidamente stea ... emprestando à perpetuidade uma do cofre do tesouro de seu pai. Seu nome é "Prydwen". Segundo as lendas, é uma ferramenta maravilhosa que pode se tornar um navio e um escudo, ou algo assim. Nas palavras do rei Arthur - quem disse que você poderia transformá-lo em uma prancha de surf?!.
Por ser tão festiva, ela está exibindo um lado mais suave. Como este é o verão, a senhorita Surfer Mor tem uma tensão mais alta que o normal. Deixando de lado o antagonismo com seu pai e sua própria razão de ser, ela quer aproveitar o mar de verão para o conteúdo de seu coração.

A Srta. Surfista Mor empurra sua frente mimada e boa vontade para com o Mestre mais que o normal. Devido a sua tensão aumentando tanto quanto poderia aumentar graças ao calor do verão, parece que seu mau humor habitual foi abandonado em algum lugar

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Resto da Parte 2
Interlude:
Em seu interlúdio King of Kings, Mordred obriga Ritsuka e Mash a irem para Londres com ela. Uma vez lá, ela diz a eles que sentiu algo incomum acontecendo na cidade, embora não tenha certeza do que poderia ser. Depois de matar alguns fantasmas, Mordred fica preocupado com sua espada, Clarent, sendo entorpecida, o que ela atribui a ela roubá-la na vida. De repente, Romani Archaman diz ao grupo que ele detectou um Servo das Sombras nas proximidades, e o grupo vai para as coordenadas especificadas. Lá eles encontram o Servo das Sombras, que pergunta quem é Mordred. Depois que ela se autodenomina, o "Servo" afirma que ele é um rei e anuncia que matará Mordred e criará uma nova nação. Mordred refuta as alegações do Servo das Sombras de ser um rei, dizendo que apenas quem se nomeia rei é o Rei Arthur e somente ela pode se opor ao rei. Após o grupo derrotar o Servo das Sombras, Mash percebe que ele era um rei sem nome, que nem esculpiu seu nome na história nem realizou feitos nobres. Ela continua que a lembrança de ser rei o levou a vagar como fantasma. Então, de volta à Caldéia, Mordred visita Ritsuka em seu quarto e pergunta se eles acham que ela poderia ser um rei. Ao ouvir a resposta de Ritsuka, Mordred declara como ela pensava que seria rei, mas foi rejeitada por seu pai, rei Arthur. Repetindo as palavras de seu pai de que ela não tinha o que era preciso para ser rei, ela afirma que não podia aceitar essas palavras nem mesmo na morte. Mordred continua, pensou que o rei Arthur a odiava como descendente de sua irmã mais velha, Morgan le Fay, e revela que ela desistiu de se tornar rei há muito tempo. Ela continua dizendo que, desde os tempos antigos, os reis sempre foram pessoas egoístas e egoístas que se tornaram rei por ganância. Mordred continua que os reis disseram que outros se juntaram a eles usando seu carisma. Ela então afirma que o rei Arthur era diferente daqueles reis, pois ele sacrificava sua própria vida para que muitos pudessem sorrir. Acreditando que a vontade de seu pai era ao mesmo tempo nobre e comparada a qualquer outro rei, Mordred afirma por essa mesma razão que não perderá contra Salomão. Ela então pede a Ritsuka para não contar a ninguém o que ela acabou de dizer e sai da sala.
Camelot/Zero
Mordred, junto com os outros Cavaleiros da Távola Redonda, é convocado pelo Rei Leão na Singularidade "Camelot". O Rei Leão dá aos cavaleiros a opção de ajudá-la em sua "Seleção Sagrada" ou de lado contra ela, dando a eles meio dia para decidir. Mordred foi um dos cavaleiros que escolheram ficar do lado dela. Ela, junto com Gawain, Lancelot, Agravain, Tristan e Gareth, mata os outros cavaleiros que se opõem ao Rei Leão, formando os Cavaleiros do Rei Leão. O Rei Leão também dá um presente a cada um deles, com Mordred recebendo o Presente de "Rampage", que ela não pediu, mas ainda recebeu.
Os cavaleiros partiram para a Terra Santa, matando qualquer um que se opusesse a eles. Eles envolveram os cruzados falsos, que eles derrotaram facilmente, com exceção de seu líder, um servo que afirma ser Richard I. Ele possui imenso poder, o suficiente para lutar igualmente com os cavaleiros. Finalmente, Gareth se sacrifica restringindo o oponente com seu próprio corpo, dando aos Cavaleiros a chance de terminar a batalha. Mordred se enfurece, tentando detê-la e dizendo que eles poderiam vencer sem sacrifícios. No entanto, Gawain dá o golpe final, derrubando Gareth e seu oponente. A Terra Santa cai assim nas mãos do Rei Leão e de seus cavaleiros, que estabelecem a Cidade Santa.
Camelot: O Reino da Mesa Redonda Sagrada
Dentro de Camelot, Mordred se pergunta se Gawain foi tranquilo com a Caldéia. Ela discorda de Tristan de que Gawain deve ser executado por seu fracasso, acreditando que a prisão domiciliar deve ser suficiente. Tristan a ignora e se prepara para decapitar, mas Mordred diz que Lion King nunca permitiria tal coisa. Agravain para Tristan quando o Rei Leão chega para receber o relatório de Gawain sobre a Santa Seleção e seu fracasso em realizar a Santa Execução. Depois que Gawain foi castigado pela Rhongomyniad como punição, Mordred confirma que ele sobreviveu ao ataque ao muro externo da cidade. O rei leão, em seguida, lembra que ela só é permitida na cidade durante o dia e ordena que ela retorne ao terreno baldio. Mordred o faz alegremente, dizendo para deixar a defesa do domínio para ela.
Mais tarde, Mordred e seus soldados atacam a aldeia de montanha ocidental. Ela luta com Hassan das Cem Faces, embora esteja frustrada por ainda não estar morta. Centenas de Faced exigem saber como Mordred encontrou sua aldeia desde que a ocultação era perfeita. Mordred revela que foi o instinto que a encontrou, embora não fosse seu principal objetivo. Ela queria matar a Caldéia, que Lancelot não conseguiu capturar, e relatar o fracasso do primeiro ao Rei Leão para sujar sua reputação. Ela fica frustrada por destruir a vila, e não recebe elogios nem críticas. Ela revela que será executada em alguns dias, pois tudo fora de Camelot será destruído quando a Seleção Sagrada for concluída, o que a inclui. Ela então exige que aldeia da Caldéia escapar, dizendo que ela dará aos aldeões uma morte rápida em troca. Depois de matar o duplicado de Hundred Faced por não contar, ela aprende com um soldado que os Cavaleiros de Execução na retaguarda foram emboscados e derrotados. Ela se pergunta se eram os monstros de Ozymandias, mas o soldado diz que eles eram servos. Ela então confronta Ritsuka e Mash fora da vila. Ela não conhece Mash, mas reconhece o cheiro de sua energia mágica. Ela se pergunta por que eles não responderam à convocação do rei leão. Ela então percebe que eles estão com os rebeldes, embora ela não esteja surpresa, já que eles são os únicos que se oporiam ao Rei Leão. Ela se prepara para matar Ritsuka e Mash, revelando seu presente, "Rampage", permite lançar continuamente seu Noble Phantasm em troca de queimar sua alma. Ela então percebe que Bedivere está com eles. Ela lembra que ele nunca ganhou contra ela antes de lutar com ele. Ela fica impressionada com Airgetlám, imaginando onde Bedivere conseguiu, já que não se lembra dele. Bedivere insulta sua inteligência como ele sempre fazia, mas ela lembra que ele apenas sentou no assento extra da Mesa Redonda. Ela também diz que ele nunca se tornaria atendente de Artoria se Agravain não morresse. Ela se vangloria de que ele não é nada comparado a ela, dizendo que Artoria só gostava dele. Bedivere não contesta que ele é inferior aos outros cavaleiros, mas Artoria confiou nele até seu último suspiro. Ele revela que Merlin recebeu Airgetlám para retribuir sua bondade. Mordred decide matá-lo, dizendo que ela nem sequer informará sobre ele ao rei leão. Enfurecido, ela está perdendo, apesar de seu Dom, Mordred remove seu capacete enquanto sua armadura rejeita seu Dom. Ela se prepara para lançar Clarent Blood Arthur, mas Arash atira em suas articulações para detê-la. Ele a castiga querendo se destruir para matá-los, se perguntando se ela tem algum orgulho como cavaleiro. Mordred está irritada por ser chamada de pirralha, achando que é mais velha que Ritsuka, apesar de estar fisicamente congelada aos quinze. Ela então recua dando sua unidade foi eliminada, dizendo que ela lutará com o grupo em Camelot.
Mais tarde, em Camelot, depois que Tristan relata que a vila montanhosa oriental não foi destruída, Mordred está impressionado que Arash foi capaz de parar a Rhongomyniad. Depois que Lancelot sai para perseguir os rebeldes, ela, Tristan e Gawain confessam que lutaram contra Bedivere. Eles não informaram, porém, acreditando que não valia a pena mencionar.
Depois que a Torre nos confins do mundo é ativada, Mordred confronta o grupo quando eles entram em Camelot enquanto está sitiado. Ela então pergunta onde está Arash, mas ela rapidamente percebe que ele morreu, interrompendo Rhongoymniad mais cedo. Ela está irritada por alguém como ele poder parar a lança sagrada quando ela não pode fazê-lo. Ela então se prepara para matar o grupo, mas Bedivere diz que eles não têm tempo a perder com ela. Ele considera vergonhoso que ela se considere a herdeira de Artoria, dizendo que não tem o senso de dever de antes. Ele lembra que o rei leão destruirá o mundo e seus homens, mas Mordred não fica surpreso com isso. Ela continua que o Rei Leão está criando uma cidade onde um exército não é necessário. Ela e os outros cavaleiros morrerão de bom grado para se tornar a Fundação da Humanidade criada pelo Rei Leão. Ela pergunta a Bedivere como ele poderia entender os sentimentos deles desde que ficou com Artoria até a morte dela. Ela é derrotada na luta que se seguiu, mas ela se recusa a morrer por alguém que não é Artoria. Bedivere diz a ela que ela nunca será capaz de servir Artoria de todo o coração, mesmo que ela quisesse. Ele se considera fraco e Mordred porque eles não salvaram e mataram Artoria, respectivamente. Mesmo que ele considere ambos indignos de cavaleiros, ele acredita que ela o ultrapassa por causa de seu sonho de servir Artoria, apesar de ser odiada. Ele pede desculpas por arruinar o sonho dela e acaba com ela.
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2020.08.07 04:24 YatoToshiro Fate/Gensokyo #49 Saber of Red (Fate/Grand Order) Parte 2


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Londres: O Mundo da Morte na Cidade do Nevoeiro Demoníaco
Materializando-se do nevoeiro demoníaco, Mordred logo se encontrou e fez uma parceria com Henry Jekyll para salvar Londres, com ela fazendo o trabalho de campo. Antes da chegada de Caldéia, o casal descobriu que o Museu Britânico, que serve como entrada da Torre do Relógio, foi destruído pelos criadores do nevoeiro, o Projeto Demonic Fog, para remover qualquer oposição.
Mais tarde, ela confronta Ritsuka Fujimaru e Mash Kyrielight ao ver que podem respirar no nevoeiro, perguntando se são amigos ou inimigos. Eles não respondem, mas ela os acha inofensivos. Ela adverte a seguir em frente se eles valorizam suas vidas antes de partir. Ela fica de olho no par e as testemunha destruir um Helter Skelter. Ela interpõe durante a análise de Romani Archaman dos golens mecânicos para informá-lo de seu nome. Ela conclui que Ritsuka e Mash não são inimigos e concorda em contar a eles sobre Londres.
Ela os leva ao apartamento de Jekyll, onde ele a repreende por se apresentar com seu nome verdadeiro. Ela o ignora, já que eles não estão em uma guerra normal do Santo Graal. Eles então explicam a Ritsuka e Mash como se tornaram parceiros quando o Nevoeiro Demoníaco desceu sobre Londres. Depois que Jekyll explica as circunstâncias de Londres, ele envia Ritsuka, Mash e Mordred para proteger um de seus colaboradores, Victor Frankenstein.
Saindo do apartamento, Mordred fica desanimado e deixa quando acaba de voltar. Enquanto leva Ritsuka e Mash à mansão de Victor, ela explica como Jekyll tem colaboradores por toda a cidade e conversa diariamente com eles via rádio. Mash logo pergunta a ela sobre suas motivações para lutar por Londres. Mordred responde que ela está aqui para enfrentar os perigos do amado Londinium de seu pai., Como ela disse antes. Ela então confessa que é porque ela não violou o britânico quando Mash suspeita que havia outro motivo. O grupo finalmente chega à mansão do Victor. Mordred explica que Victor é um mago genuíno, ao contrário de Jekyll, então sua guarnição é protegida por barreiras e armadilhas capazes de prejudicar Servos. Ela se lembra de ter tido uma experiência ruim quando checou a mansão pela primeira vez. Mefistófeles então sai das mansões, e Mordred suspeita corretamente que ele matou Victor. Depois de matá-lo, o grupo vasculha a mansão e encontra uma nota em sua biblioteca detalhando uma trama chamada Project Demonic Fog. Os líderes do projeto são "P", "B" e "M", que Victor suspeitava serem Espíritos Heroicos. Mordred então mostra Ritsuka e Mash Frankenstein, que ela encontrou anteriormente. Como os outros, ela não pode dizer se Frankenstein é um Servo ou não, suspeitando que o Nevoeiro Demoníaco esteja interferindo. Ela então explica que é um humano artificial construído pelo avô de Victor, de acordo com a nota em seu caixão. Frankenstein revela que ela ainda está viva. O grupo então a leva para o apartamento de Jekyll.
De volta ao apartamento, Mordred exige que Jekyll se desculpe com Frankenstein por incomodá-la por tocá-la durante sua inspeção. Ela concorda com Mash que Frankenstein aceita as desculpas de Jekyll se ele entendeu o desconforto dela. Ela então ameaça matá-lo quando ele se pergunta se ela e Mash podem entender Frankenstein porque são do mesmo sexo. Jekyll então envia o acordo do grupo com um Tomo Mágico que está entrando em prédios e atacando civis.
Deixando Frankenstein para trás, Mordred lembra-se de lutar contra Espécies Fantasmas, pois os Cavaleiros da Távola Redonda eram uma das expectativas que podem matar fantasmas. Ela também lembra os pictos, comparando-os com alienígenas em contraste com os outros bárbaros. Ela então luta com Mash para endurecer sua determinação. Jekyll finalmente entra em contato com o grupo para informar que o Tomo Mágico está colocando suas vítimas em um sono sem fim. Mordred se pergunta se é feito por magia ou droga, embora nenhum deles deva ser afetado graças a Ritsuka sendo protegida pela Habilidade de Resistência a Venenos (Temporária), e Mordred sendo principalmente protegido por sua Resistência Mágica. Jekyll então os direciona para uma livraria de antiguidades no Soho, onde um de seus informantes deveria estar. Lá eles encontram Hans Christian Andersen, e ele informa que o Tomo está no escritório ao lado. Decidindo que é muito perigoso lutar dentro de casa, o grupo o atrai para fora. Seus ataques são inúteis quando Andersen revela que é um Servo Vadio colocando as pessoas em um sonho em busca de um Mestre cuja psique possa tomar forma. Ele o chama de Nursery Rhyme, transformando-o em uma garota chamada Alice. Depois de derrotá-la, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll, agora acompanhado por Andersen.
Jekyll diz ao grupo que a Scotland Yard está sob ataque de Jack, o Estripador. Mordred lembra como eles lutaram várias vezes, mas ela não se lembra de sua aparência ou habilidades. Antes de sair com Ritsuka e Mash, ela pergunta a Andersen se ele facilita Jack a derrotar, como fez com Nursery Rhyme. Andersen responde que Nursery Rhyme foi uma exceção, então Mordred sai irritado com ele. O grupo finalmente chega à Scotland Yard para encontrar Jack que já massacrou a estação sob ordens de "P" para que ele pudesse recuperar um item mágico. Eles matam Jack, mas "P" se teletransporta de volta para seus compatriotas.
De volta ao apartamento, o grupo aprende com Andersen que os Servos estão se materializando com o nevoeiro. Como Servo não pode ser convocado com a influência do Graal, ele suspeita que o nevoeiro tenha sido criado pelo Graal. Mordred então patrulha, então Ritsuka e Mash se juntam a ela. Ela lembra que ainda não encontrou grupos de Helter Skelter, que é o único inimigo que ela gosta de lutar. Ela também espera que eles encontrem oponentes dignos hoje à noite. O grupo logo conhece William Shakespeare, que recentemente se materializou da neblina. Mordred contempla por que alguns servos do nevoeiro são hostis quando "P" chega. Ele admite que seu grupo tem procurado os Servos que se materializaram da neblina e os manipularam para expandir a neblina. Ele revela que seu nome verdadeiro é Paracelsus von Hohenheim e luta contra o grupo. Depois de matar Paracelso, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll, acompanhado por Shakespeare.
Na manhã seguinte, Ritsuka, Mash e Mordred estão em patrulha. Eles finalmente retornam ao apartamento para descansar um pouco. Eles relatam a Jekyll sobre a produção em massa de Helter Skelters. Ele suspeita que o Projeto Demonic Fog está aumentando seus esforços para conseguir mais Servos do nevoeiro após a morte de Paracelso. Mordred diz a Ritsuka e Mash para conversar com Andersen e Shakespeare até que sua curiosidade seja satisfeita. Ela então diz que eles precisam desativar os Helter Skelters. Andersen então pede que eles recuperem dados da Torre do Relógio para provar sua teoria sobre a Guerra do Santo Graal. No entanto, Mordred e Jekyll revelam sua entrada, o Museu Britânico, foi destruído antes da chegada da Caldéia. No entanto, o chefe do grupo juntou-se a Andersen, Shakespear e Jekyll para surpresa de Mordred.
Chegando ao Museu, o grupo vasculha seus escombros para encontrar a entrada subterrânea da Torre do Relógio. Eles o encontram e vão para baixo para encontrar os magos mortos. Eles logo se deparam com uma porta da biblioteca protegida, então Andersen e Jekyll investigam dentro enquanto os outros guardam a porta. Os feitiços nos livros impedem que eles saiam com eles, então os outros devem defendê-los até Andersen obter as informações que ele procura. Jekyll se transforma em Hyde para ajudá-los a lutar. Andersen finalmente encontra os dados que procurava, então o grupo retorna ao apartamento.
De volta ao apartamento, Andersen revela que o Ritual de Convocação de Servos foi adaptado de um que convoca sete dos espíritos heroicos mais fortes para combater um inimigo poderoso. Ele suspeita que alguém tenha previsto a vinda do grupo e colocou as informações sobre o ritual para encontrar. Mordred acha que nada disso ajudará contra a produção em massa dos Helter Skelters. De repente, o apartamento é atacado por um grupo de Helter Skelters. Depois de expulsá-los, Romani informa ao grupo que os robôs foram criados a partir de um nobre fantasma. Ele também revela que eles são controlados remotamente pelo Servo que os chamou, o que significa que desaparecerão se o Servo for morto. Enquanto o grupo pondera a localização da Serva, Frankenstein revela que ela sabe onde elas estão.
Enquanto Frankenstein lidera o grupo, Mordred pergunta a Ritsuka se Romani (chamando-o de Dr. Maron) pode fazer um cristal que enxerga longe, dizendo que seria fácil para Merlin. Ela está bastante satisfeita que Ritsuka não saiba sobre Merlin, acreditando que a perda da fama é o que ele merece. Ela sabe que ele está preso em sua torre em Avalon e lembra que ele era um bastardo voador. Ela então diz a Ritsuka para conversar com Mash, percebendo que ela parece deprimida. Mash confessa que é porque ela ainda não pode usar seu verdadeiro Noble Phantasm, mas Mordred diz que ela é diferente daquele bastardo do escudo. Ela diz que é mais forte que ele, só que fica aquém no que diz respeito ao Noble Phantasm. Ela diz que Ritsuka é o parceiro perfeito para Mash e diz que eles precisam se tornar um mestre de primeira classe para ser um servo de pleno direito. [23] O grupo finalmente chega às Casas do Parlamento, onde são atacados por um grupo de Helter Skelters comandado por um grande grupo. Mordred protege Frankenstein enquanto Ritsuka e Mash lutam com os Helter Skelters. Com a destruição do grande, os outros Helter Skelters de repente se enfrentam. Mash então tira fotos do grande Helter Skelter, a pedido de Romani. Ela percebe o nome do fabricante, ausente dos outros, que diz "Charles Babbage, 1888 dC".
Na manhã seguinte, Jekyll diz ao grupo que Charles Babbage está vivo, apesar dos registros históricos da Caldéia dizendo que ele deveria estar morto agora. Romani atribui isso às distorções criadas pela Singularidade, resultando na mudança de eventos. Assim, os mortos ainda vivem e não existem como Espíritos Heroicos, como Jekyll e Frankenstein. Jekyll revela que os Helter Skelters que foram completamente desligados foram todos reativados. O grupo sai para derrotar aquele que controla os Helter Skelters.
Eles seguem a liderança de Frankenstein novamente, mas Mordred logo suspeita que os esteja enganando dessa vez. Frankenstein admite que não acredita que Babbage esteja construindo os Helter Skelters para machucar os outros. Mordred a convence a levá-los até ele, dizendo que suas ações agora contradizem a crença dela em sua boa natureza. Ela os leva a Babbage, que revela que ele é "B" do Projeto Nevoeiro Demoníaco e um Servo que emergiu do nevoeiro. Mordred diz a ele para ouvir o que Frankenstein tem a dizer. Babbage se prepara para se render quando fica furioso com o grupo devido a "M" usando o Graal. Mordred diz a Frankenstein que suas palavras são inúteis, dizendo que às vezes as conversas terminam em brigas. Depois que ele é derrotado, Babbage diz ao grupo para ir para o subsolo, onde eles encontrarão a fonte do Nevoeiro Demoníaco: seu Mecanismo a Vapor Maciço, alimentado pelo Santo Graal, Angrboda. Depois que Babbage desaparece, o grupo retorna Frankenstein ao apartamento de Jekyll antes de seguir para o subsolo.
Eles seguem a liderança de Frankenstein novamente, mas Mordred logo suspeita que os esteja enganando dessa vez. Frankenstein admite que não acredita que Babbage esteja construindo os Helter Skelters para machucar os outros. Mordred a convence a levá-los até ele, dizendo que suas ações agora contradizem a crença dela em sua boa natureza. Ela os leva a Babbage, que revela que ele é "B" do Projeto Nevoeiro Demoníaco e um Servo que emergiu do nevoeiro. Mordred diz a ele para ouvir o que Frankenstein tem a dizer. Babbage se prepara para se render quando fica furioso com o grupo devido a "M" usando o Graal. Mordred diz a Frankenstein que suas palavras são inúteis, dizendo que às vezes as conversas terminam em brigas. Depois que ele é derrotado, Babbage diz ao grupo para ir para o subsolo, onde eles encontrarão a fonte do Nevoeiro Demoníaco: seu Mecanismo a Vapor Maciço, alimentado pelo Santo Graal, Angrboda. Depois que Babbage desaparece, o grupo retorna Frankenstein ao apartamento de Jekyll antes de seguir para o subsolo.
Viajando no subsolo, o grupo finalmente chega à câmara de Angrboda. Lá eles encontram Makiri Zolgen, o primeiro líder do Projeto Demonic Fog. Makiri revela que o Nevoeiro Demoníaco foi criado para destruir toda a Inglaterra, como comandado por seu rei. Ele continua um Espírito Heroico capaz de ativar completamente o Nevoeiro Demoníaco em breve se materializará do Nevoeiro. Ele então se encarna em Barbatos e ataca o grupo. Depois que Barbatos é derrotado, Makiri tenta convocar um Servo, mas Mordred o mata antes que ele possa terminar o encantamento. No entanto, servindo como o círculo de convocação e o encantamento restante, a Névoa Demoníaca completa o ritual. [25] Nikola Tesla é convocado e segue para a superfície, enquanto o grupo permanece inconsciente da explosão maciça de Energia Mágica após sua convocação. Depois que eles acordam, Romani avisa que Tesla está indo para um local na superfície para ativar completamente o Nevoeiro Demoníaco, para que possa se espalhar pela Inglaterra para destruir a época. Ele explica ainda a linha extra de Makiri para Madness Enhancement durante a convocação, que Tesla executou automaticamente a tarefa para a qual foi convocado. Depois de derrotar os homúnculos que os emboscaram, o grupo logo alcançou Tesla. Ele revela que o nevoeiro ativado absorve energia mágica sem limites, impedindo que o grupo o alcance. Mordred dispersa o nevoeiro quando absorve seu Clarent Blood Arthur. O grupo aproveita essa oportunidade para combater Tesla, mas o nevoeiro logo volta. Antes de continuar na superfície, Tesla diz ao grupo que está indo para onde a névoa é mais espessa, o céu acima do Palácio de Buckingham. Ele explica que um raio dele ativará totalmente o nevoeiro e implora que eles o parem antes dele.
O grupo corre para a superfície e encontra Sakato Kintoki e Tamamo no Mae, que recentemente lutaram com Tesla. Kintoki diz a eles que dispersou a neblina ao redor de Tesla, então o grupo correu pelas escadas dele para matá-lo. Depois de matar Tesla, eles se preparam para retornar à clandestinidade para remover o Graal de Angrboda. No entanto, eles são interrompidos quando Artoria Alter de repente se materializa da neblina, absorvendo-a enquanto ela se materializa. Mordred se pergunta por que ela não chegou para salvar Londres mais cedo. Ela então suspeita que veio matá-la porque é contra a idéia de salvar Londres. Vendo que ela exerce a Rhongomyniad, Romani implora para que o grupo corra, mas Mordred se recusa, já que seu destino é se rebelar contra o rei Arthur. Depois que o grupo mata Artoria Alter, eles retornam à câmara de Angrboda para remover o Graal.
Dentro da câmara, Mordred está satisfeito com o resultado. Porém, ela ameaça matar Mash quando disse que Artoria Alter não tinha controle consciente de suas ações. Ela decide não fazer isso, já que Mash estava apenas falando o que pensava, a mesma coisa que ela disse a Frankenstein. Andersen, Shakespeare, Kintoki e Tamamo logo chegam; Mordred ameaça matar os dois escritores por ser irritante. No entanto, uma figuras misteriosas de uma distorção semelhante ao Rayshift. Ele expressa decepção em Gilles de Rais, Romulus, Jason e Tesla por seus fracassos. Ele então revela que é a mente por trás da Incineração da Humanidade, Salomão. Mordred suspeita que ele é um Espírito Heróico que decidiu destruir a humanidade depois de ser convocado. Salomão corrige, porém, que ele se manifestou sob seu próprio poder. Ele revela que o anel de luz visto nos céus das Singularidades é seu terceiro fantasma nobre, Ars Almadel Salomonis. Por seu interesse em Mash, ele convoca apenas quatro dos Deuses Demônios e ataca o grupo. O grupo mata um dos deuses demônios, no entanto, Salomão mata Shakespeare, Kintoki e Tamamo. Mash implora aos romani que os desloquem para casa, mas a presença de Salomão torna isso impossível. Salomão declara que ele supera todos os Servos, independentemente de suas fileiras, como Espíritos Heroicos. Ele então tenta matar Mordred, mas Andersen bloqueia seu ataque. Andersen explica que o sistema de convocação do Espírito Heroico original criado pela Força Contra os convoca como Grandes Servos para proteger a humanidade de uma ameaça nascida da humanidade. Salomão confirma que o sistema usado na Guerra do Santo Graal é uma degradação do original. Ele então declara que ele é o Grand Caster e mata Andersen. Mordred detesta sua vanglória, suspeitando que ele esteja realmente em pânico porque Ritsuka já recuperou quatro de seus Grails. Salomão confessa que só chegou à Singularidade por um capricho e se prepara para sair. Ele proclama que a Caldéia não é uma ameaça para ele, a menos que destruam sete singularidades. Ele então chama os seres humanos sem valor para viver, apesar de suas inevitáveis ​​mortes e folhas. Voltando à superfície com Ritsuka e Mash, Mordred está insatisfeito, apesar de terem recuperado o Graal. Ela odeia que não pode ir com eles, mas entende que desaparecerá agora que a Singularidade se foi. Ela admite que Salomão estava certo de que os Espíritos Heroicos são inúteis, a menos que sejam convocados. Ela então diz que em todas as épocas, quem constrói é quem está à beira do futuro. Portanto, ela está confiante de que Ritsuka desfará a Incineração da Humanidade. Ela então diz a Mash que ela gosta dela, mesmo que ela não goste do Espírito Heroico fundido com ela. Ela suspeita que eles se encontrarão novamente, depois desaparece satisfeita até mesmo alguém como ela salvou Londres.
Chaldea Summer Memories ~ Calmante Praia Branca ~
Mordred e vários outros servos de Ritsuka são acidentalmente deslocados para uma ilha remota onde não conseguem entrar em contato com a Caldéia. Ela não sabe onde eles estão e lança um olhar de soslaio para Artoria Pendragon, que reconhece que não está na Grã-Bretanha. Enquanto o grupo espera que Barba Negra relate sua observação da ilha, Mordred reclama do calor, dizendo que sua armadura não é de praia. O grupo logo aprende com um Barba Negra moribundo que sua localização ainda é desconhecida, e é quase impossível sair com um navio normal. Concordando com a sugestão de Artoria de deixar a ilha para entrar em contato com a Caldéia, o grupo decide construir um navio capaz de deixar a ilha. Mordred reclama novamente de como está quente em sua armadura quando os caranguejos gigantes se aproximam da posição do grupo. Artoria a repreende por usar armaduras pesadas para intimidar o inimigo. Mordred fica irritado com o comentário de Artoria de que sua reputação como cavaleira não vai além do negativo, mesmo que ela troque de armadura adequada ao seu corpo. Depois de matar os caranguejos, as origens espirituais do grupo são alteradas por Scáthach para lhes dar roupas de banho, a fim de se adaptarem ao seu ambiente atual. Mordred se orgulha de ser mais forte que Artoria, agora ela pode balançar sua espada com mais facilidade. Ela fica chocada quando Artoria puxa uma pistola de água do nada como se não fosse nada. Com ciúmes da arma de Artoria é tão verão, ela pega Prydwen. O grupo vai reunir materiais para Scáthach construir seu navio de fuga e também construir outras instalações.
Mais tarde, o grupo discute qual deveria ser sua primeira tarefa na vida da ilha quando uma tempestade de repente se aproxima. Eles entram em uma pequena caverna avistada por Mordred para escapar da chuva, mas acabam devido a um enorme enxame de insetos. Fora da caverna, o grupo decide que precisa construir uma cabana para se abrigar. Mordred sugere que construam uma cabana de ferro para maior defesa do que a cabana de pedra que Artoria sugeriu. Ela fica brava com Artoria por fingir não ouvir sua sugestão. Se a cabine de ferro for construída, Mordred entra apenas para sair imediatamente devido ao calor excessivo. Ela não se importa se é habitável ou não, apenas se é defensável. Ela então nade depois de dizer a Ritsuka que eles estarão a salvo de qualquer ataque dentro da cabine, embora não do calor. O grupo constrói um suprimento de água para preservar a água doce que coletar.
Cansado de churrasco, o grupo decide construir uma instalação de cozinha adequada. Mordred gosta do som de comer pizza, mas reclama que é uma dor de assar. Ela então sugere que eles façam uma panela grande, dizendo que quantidade é o que é importante. Se a panela for construída, ela ficará encantada ao vê-la cheia de ensopado. Ela começa a se lembrar de algo que Artoria costumava fazer durante sua vida, mas se detém. Ela então afirma que o desempenho de um soldado é afetado pela quantidade de estômagos, para que um exército se desfaça se for deixado sem comida. Assim, ela acredita que a quantidade é o mais importante quando se trata de comida. Em seguida, o grupo decide construir uma instalação de banho. Mordred concorda com a sugestão de Anne Bonny e Mary Read de que eles construam um chuveiro. Se o chuveiro for construído, ela toma banho, apenas para imediatamente surfar novamente. Posteriormente, o grupo decide cultivar um campo vegetal para um suprimento estável de alimentos. Mordred sugere o cultivo de melancias, com as quais Scáthach e Artoria concordam. Se as melancias são escolhidas, os três fazem uma competição de divisão de melancia. Mordred falha em direcionar Scáthach na direção errada, enquanto tenta direcionar Artoria na direção certa. Ela afirma que está levando na direção errada, quando Artoria diz para ela calar a boca por distraí-la. Depois que Artoria usa Mana Burtst para dividir a melancia, Mordred fica surpreso com o quão excessivamente competitiva ela é. Ela tenta fazer a mesma coisa, mas destrói a melancia. Mais tarde, o grupo construiu um campo de grãos que pode ser usado para cozinhar ingredientes. Depois, eles constroem uma fazenda para criar gado. Se uma fazenda de gado é construída, Mordred tenta pegar a carne que Scáthach e Artoria estão preparando, apenas para ser golpeada por eles.
Alguns dias depois, Artoria, Mordred, Kiyohime e Marie Antoinette aprendem com Scáthach que suas colheitas foram destruídas por uma fera, conforme determinado pelo uso de Fintan Finegas por Fionn mac Cumhaill. Mordred pensou, no entanto, que seria apenas ela e Artoria em patrulha. Infelizmente, o grupo encontra Fionn e Diarmuid Ua Duibhne, que serviram de vigia na noite anterior, fatalmente feridos. Artoria descobre pelo Diarmuid moribundo que seu atacante era um javali quando um leitão de javali. Mesmo que Marie acredite que é inocência, o outro tenta cercá-lo e matá-lo, dadas as evidências. No entanto, ele foge ao sentir monstros que chegam. Depois de matar os monstros, Artoria ordena que os outros se separem e procurem o leitão de javali. Mordred reclama que Artoria trabalha demais com as pessoas, dizendo que não entende os sentimentos das pessoas. Ela decide voltar e alegar que não encontrou nada quando encontrou o leitão de javali nos arbustos. Ignorando as ordens de Artoria, ela abraça o leitão para sentir seu pêlo macio. Ela então deixa as nozes que conseguiu de Marie para atraí-lo, alertando-o para não voltar aos campos. Mais tarde, naquela noite, ela se reúne novamente com os outros nas lavouras agora reunidas por Santa Marta, Tamamo no Mae e Anne e Mary. O grupo encontra o leitão junto com outros dois tentando proteger as plantações quando um javali demoníaco aparece. Percebendo que é o verdadeiro culpado, o grupo luta contra o javali demoníaco. Depois de morto, Mordred suspeita que os leitões ajudaram porque Marie lhes deu comida. Ela também suspeita que o javali demoníaco os tenha impedido de comer. Marie percebe que eles também gostam dela, mas Mordred nega e diz para eles irem embora. Depois que Scáthach contrata os leitões para proteger as plantações, Artoria suspeita que eles encontrarão mais javalis demoníacos, dado o tamanho da ilha.
No dia seguinte, o grupo decide construir um caminho. Mordred sugere uma pista de minecart, dizendo que ela não é apenas convinente, mas também divertida. Mais tarde, o grupo decide construir um aqueduto para melhorar sua eficiência no armazenamento de água. Mordred sugere que eles construam um oleoduto, reclamando que as idéias dos outros não têm romance. Se o pipeline for escolhido, ela orientará Ritsuka na instalação da última peça. Em seguida, o grupo decide construir uma ponte para facilitar a viagem para Ritsuka. Mordred afirma que ela e Artoria tiveram a mesma idéia de construir uma ponte levadiça, de modo que, como contrapartida, ela sugere um teleférico. Se o teleférico for construído, ela, Martha, Anne e Mary correm com os teleféricos. se o drawbrige for construído, ela o arranha com Prydwen. Ela nega qualquer responsabilidade e também pede desculpas silenciosamente a Artoria. Mais tarde, o grupo construiu um jardim. Depois eles decidem construir um local para atividades recreativas. Depois eles decidem construir um local para atividades recreativas. Se o coliseu for construído, Mordred espera impaciente sua vez de lutar. Se o campo de atletismo é construído, ela bate uma bola contra uma parede sozinha. Artoria, com certa relutância, permite se juntar à equipe de Ritsuka, dizendo-lhe para não se segurar.
Mais tarde, Mordred vai surfar depois de fingir que não gosta de compartilhar o mesmo espaço que Artoria. Mais tarde, ela dá a Ritsuka uma prancha de madeira que ela fez, alegando que elas pareciam inveja dela. Acreditando que o surf no rio era mais adequado para iniciantes, ela os trouxe e Mash, para quem também fez uma prancha. Ela confessa que gosta de surfar, porque ir contra o fluxo das ondas combina com seu caráter traiçoeiro. Ela compara a diversão de lidar com as ondas a um cavaleiro andando a cavalo ou cortejando uma mulher, pois quanto maior o desafio, maior o valor conquistado. No entanto, o grupo percebe miasma fluindo rio abaixo, então eles vão rio acima para encontrar os javalis demoníacos responsáveis. Depois de matá-los, o grupo volta para deixar Scáthach e os outros removerem o veneno. Mordred nega que tenha gostado de Ritsuka assistindo-a surfar.
Mais tarde, o grupo decide construir uma torre com vista para a ilha. Mordred esboça rapidamente seu projeto para a torre. Se sua torre é construída, ela elogia por ter a aptidão de ser um rei e uma artista. Ela comenta que o design quebrado da torre simboliza o espírito rebelde da humanidade. Em seguida, o grupo decide expandir sua cabine; Mordred sugere construir uma fortaleza voadora. Se a fortaleza voadora for construída, ela demonstra seus sistemas de segurança, nos quais Cú Chulainn, Sasaki Kojiro e Karna são pegos. Ela então confessa que seu foco na defesa absoluta é porque ela precisa proteger Ritsuka a todo custo. Ela então sugere ir à praia quando Mash aponta que a fortaleza está quente demais para morar. Mais tarde, o grupo se prepara para construir uma estátua quando chegarem aos preparativos finais para o navio de fuga. No entanto, enquanto eles se preparam para construí-lo, um javali gigante aparece. Depois de forçar a retirada, o grupo continua construindo seu navio e estátua. Se uma estátua de Mordred é feita, ela parabeniza por completar o desenvolvimento da ilha fazendo uma estátua dela.
No dia seguinte, a construção do navio de fuga está completa quando o gigante demônio javali. O grupo então luta para proteger os leitões-javali. Porém, sua estância é tremenda, e cobra da nave que a destrua. No entanto, os leitões formam uma parede para protegê-lo quando se machucam. Depois de derrotar o javali gigante, o grupo e os homens embarcam no navio. Mordred está um pouco preocupado que demore muito tempo para que eles possam entrar em contato com a Caldéia, enquanto zarpam.
Chaldea Heat Odyssey ~ Civilização em evolução ~
Enquanto o grupo continua a navegar, Mordred é atacado por Scáthach por chamá-la de velha. Eventualmente, o grupo chega a terra para encontrar um terreno baldio desolado. Mordred diz que encontra comida depois que Artoria menciona que seus espíritos morrerão primeiro ou Ritsuka morrerá de desnutrição. O grupo então ouve um grito de socorro, e eles ficam surpresos que isso esteja vindo de um leitão de javali. Eles matam o Servo das Sombras atrás dele, que se revela um javali demoníaco disfarçado. O leitão de javali chama as deusas do grupo e pede que salvem este mundo.
O grupo é liderado pelo leitão às ruínas de uma cidade. Eles encontram o chefe de leitão de javali que os agradece por salvar seu neto depois de ouvir suas circunstâncias. Eles ficam chocados quando descobrem que os edifícios eram de uma civilização avançada construída pelos leitões de javali. Infelizmente, isso chegou ao fim com a chegada dos javalis demoníacos e dos Servos Sombrios, cinquenta anos atrás. O grupo então aprende com o chefe de uma lenda em seu clã cerca de nove deusas chamadas Nove Irmãs, que deram civilização aos leitões de javali. Dizia-se que as deusas assumiam a forma humana, então o neto do chefe assumiu que o grupo era elas. O grupo decide reconstruir a ilha em troca da ajuda do pigelt de javali. Mordred alerta os leitões que Artoria pode comê-los depois que este se perguntou se os leitões que o Tamamo deveriam comer.
Mais tarde, o grupo começa a reconstruir a civilização do leitão de javali. Mordred se junta à equipe de busca de Scáthach no litoral para a chance de surfar. Depois de destruir alguns autômatos, a equipe de busca encontra um javali gigante protegendo uma árvore. Depois de matar o javali demoníaco, o grupo chega à costa, onde encontra os restos quebrados da estátua que construiu antes. Scáthach revela que eles coincidiram navegando de volta para a mesma ilha, sem saber que 2.000 anos se passaram a um ritmo incrível. Ela ainda revela que o tempo não progride normalmente na ilha, o que significa que uma hora seria diferente lá fora. Ela continua que era uma terra relativamente pacífica onde os leitões dos javalis viveram até a Caldéia chegar. O grupo então volta para os outros e conta o que descobriram. Eles também percebem que são as deusas adoradas pelos leitões de javali. O grupo decide não deixar a ilha de navio novamente, pois Scáthach aponta outros mil anos para a ilha e os leitões de javali podem ser extintos. Eles então decidem que precisam descobrir por que o espaço-tempo da ilha está distorcido, à medida que continuam a reconstruir a ilha e fazer contato com a Caldéia. Eles também se encontram com Cú Chulainn, que recentemente voltou de ser jogado ao mar do navio do grupo. Mais tarde, eles descobrem que Beowulf está na ilha, mas como um inimigo. Mordred o chama de bandido, decepcionado por ela não estar lá para encontrá-lo.
Mais tarde, Mordred se junta a Ritsuka, Mash, Scáthach e Artoria em busca da caverna onde dorme Caster, que deu eletricidade aos leitões há 2000 anos. Perto da caverna, o grupo luta contra os javalis demoníacos que a cercam. Dentro da caverna, eles encontram ainda mais javalis demoníacos. Mordred está irritado com a boa natureza inerente de Mash, mas Artoria defende Mash. Ela é insultada quando é comparada a um coquetel barato. Enquanto Artoria e Scáthach discutem sobre o equilíbrio de ordem e caos, Mordred insiste continuamente que ela não fez nada de errado. Ela também culpa o pensamento rígido de Artoria por que Lancelot enlouqueceu. Depois de matar os javalis demoníacos que antes passavam despercebidos, ela continua a insistir que não fez nada de errado depois que Artoria e Scáthach se desculparam. No entanto, ela admite que fez tudo errado quando Ritsuka concorda que não fez nada errado e pede desculpas. Artoria ordena que ela faça 100.000 flexões como quando retornam como punição, o que aparentemente é 900.000 menos que o normal. O grupo então encontra um Servo desconhecido e luta com ele e seus robôs. Depois de derrotá-lo, ele revela ser Thomas Edison, que acabou de acordar de sono criogênico. Mordred acha que Artoria está em guarda diante de um rei rei, sem saber que ela está realmente apaixonada pelo rosto de leão de Edison. O grupo segue Edison do lado de fora quando descobre que a civilização dos leitões que ele ajudou a criar está em ruínas. Mordred está chocado com a ameaça de Edison de enviar os javalis demoníacos para a fábrica de empacotamento de carne. Ela esperava que Artoria confirmasse pessoalmente a identidade de Edison.
Mais tarde, o grupo procura a caverna dos javalis demoníacos, supondo que eles tenham o Graal. Depois de algumas brigas, eles dirigem a caverna. Eles o acham guardado pela massa de javalis demoníacos, então Mordred sugere que ela atravesse a linha de frente dos javalis para permitir que Ritsuka, Scáthach e Edidon entrem na caverna enquanto os outros lutam. Ela então intenciona o plano desencadeando seu Noble Phantasm na linha de frente dos javalis. Depois que a fonte dos infortúnios do leitão, Twrch Trwyth, é derrotada, o grupo se prepara para escapar da ilha através do dispositivo de Edison. Mordred descobre com Sasaki que ele e Karna estavam hospedados em Beowulf. O grupo então foge da ilha quando é contatado por Romani, que revela que eles só saíram por uma hora, e retornam à Caldéia.
SIN: Terra do Conhecimento Unificado
Mordred é convocado com Spartacus e Jing Ke quando outro contêiner é lançado de Xianyang. Ela concorda com Spartacus que eles precisam lutar juntos, observando como Artoria ajudou Caldéia várias vezes antes. Ela não sabe quem é Qin Shi Huang e pensa que é o menor imperador romano. O grupo então força Hinako Akuta e o príncipe de Lanling a recuar quando emergem do container. [34] Mais tarde eles matam Jotun do Cinturão Nórdico Perdido. Mordred notou que alguns fugiram, suspeitando que eles tenham um ninho em algum lugar. Ela sugere encontrá-lo e destruí-lo, uma vez que a vila é totalmente indefesa. Ela fica atrás de Nezha e Leonardo da Vinci, enquanto os outros vão encontrar o ninho de Jotun e investigar o Cinturão Perdido. Ela brinca sobre ela e Nezha encontrando e matando Hinako. Depois que os outros retornam, ela diz a Goldolf Musik para não se importar com o comportamento de Spartacus em relação aos moradores. Quando outro contêiner é lançado de Xianyang, ela o destrói com Clarent Blood Arthur. No entanto, Xiang Yu emerge de seus remanescentes e ataca o grupo. Ele sai com Langling quando o último vem buscá-lo. Mais tarde, Mordred pondera sobre sua força, notando que estava constantemente alerta para evitar lacunas em suas defesas. Ela não acredita que ele ajudaria o Qin depois de ouvir que ele se rebelou contra eles na História adequada. Da Vinci então relata que um exército está se aproximando de veículo, então o grupo vai interceptá-lo. Eles lutam contra Lanling e Xiang Yu quando Qin Liangyu e seu exército chegam, ordenando que ambos os lados se retirem. Qin Shi Duang então fala com eles através das vibrações do escudo de Mash depois de disparar um feixe magnético de foco nele. Ele concorda em entregar Tamamo Vitch se eles concordarem em deixá-lo examinar a Fronteira das Sombras, então o grupo concorda de forma relutante. Depois que ele examina a fronteira das sombras, o grupo percebe que a construção em Xianyang é sua verdadeira forma.
Mais tarde naquela noite, Mordred conversa com Spartacus depois de perceber que ele não é o seu habitual. Ela lembra que o Lostbelt é um mundo onde a guerra foi eliminada. Ela então fica confusa quando ele pergunta se eles têm o direito de estar aqui. Mais tarde, Da Vinci e Sherlock Holmes tentam convencê-la, Spartacus e Jing Ke a continuar sua trégua com Qin até que Hinako seja derrotada. Ela aceita o plano, pois era algo que costumava discutir com Agravain. Ela diz a Spartacus para suportar quando ele discorda do plano. Mais tarde, o grupo notou que Spartacus levou vários moradores para marchar em direção à capital. Mordred desaconselha o uso de um Feitiço de Comando contra ele, pois, embora o prenda, não conquistará sua obediência. Ela então pede a Ritsuka para deixá-la convencer Spartacus a parar. Ela explica que fará isso derrotando-o na submissão. Depois que Jing Ke decide se juntar, Mordred diz a Nezha para guardar a fronteira das sombras. Ela, Ritsuka, Mash e Jing Ke logo alcançam Spartacus e os moradores. Eles lutam com ele quando Nezha chega para relatar que Qin Liangyu roubou a fronteira das sombras. Sherlock deu a Nezha o Spirtiual Foundation Graph, e teve sua fuga. Qin Shi Huang ordena a Xiang Yu que mate o grupo depois de saber que eles ensinaram poesia aos aldeões, porque ele prefere que eles sejam pacificamente ignorantes. A luta de grupo contra ele quando Hinako e Lanling chegam. Os dois grupos lutam um pouco quando Qin Shi Huang repentinamente faz Hinako, Lanling e Xiang Yu recuarem. Ele lançou uma carga útil da Grande Muralha em direção à localização atual do grupo, e ela chegará em três minutos. Mordred pega Spartacus depois que o detém com um Cronista sobrecarregado. Ela fica irritada por ele chamá-la de homem, mas se recusa a bater nele em sua condição atual. Depois que ele desaparece, o Spirtual Foundation Graph reage à linha ley conectando-se ao Trono dos Heróis.
Jing Ke sugere que eles se separem nos três grupos; um para perseguir a fronteira das sombras e dois para levar os aldeões para algum lugar não observável para Qin Shi Huang. Ela designa Mordred e Nezha para escoltar os moradores, enquanto ela vai com Ritsuka e Mash para perseguir a fronteira das sombras. Depois que Mordred e Nezha terminam, eles se escondem e esperam perto de Xianyang até que todos estejam juntos antes de atacar a capital. Mordred diz que o plano está cheio de buracos, mas observa que é mais flexível por causa disso. Ela diz aos moradores que não é culpa deles que eles precisam sair, pois é assim que a guerra é para os civis. Ela concorda com o garoto, que se uniu a Spartacus, que agora experimentam a liberdade, algo que ela diz que vale a pena morrer. Mordred e Nezha então escondem os aldeões em uma caverna com provisões.
Os dois mais tarde redevos com os outros estavam indo para Xianyang, junto com Chen Gong, Red Hare e Vitch. Ela permite que Vitch ajude, pelo menos até que o último trai. Eles logo chegam à capital e matam Qin Liangyu. Enquanto viajam pela área residencial, Mordred fica preocupado com o Palácio de Epang caindo sobre eles. O grupo entra no departamento tecnológico do palácio para encontrar a fronteira das sombras lá. Eles lutam contra os soldados de Han Xin, seus comandos os fortalecendo. O capitão da guarda, Li Shuwen, chega para ajudar Han Xin. Depois de alcançar a vitória, o grupo leva a Borda das Sombras para a Árvore Fusang. Eles chegam ao tesouro quando são confrontados por Xiang Yu e Hinako, que anteriormente revelaram sua verdadeira identidade como Yu Miaoyi. A Árvore Fusang é revelada como o Mayall da Árvore da Fantasia. Depois que Xiang Yu e Yu Miaoyi são derrotados, Mordred se vangloria de como ela vai vencer as previsões de Xiang Yu toda vez. Vitch então ativa Mayall, revela que estava dentro da Árvore Fusang. Vitch então se teleporta para longe, e o Palácio de Epang cai. Qin Shi Huang aparece das ruínas agora em forma humanóide e luta contra o grupo para ver cujo mundo continuará. Depois que ele é derrotado, Mordred diz que ela ajudará idiotas como Ritsuka sempre. Qin Shi Huang confia o futuro à Caldéia, mas Xiang Yu rejeita sua decisão. Apesar de suas feridas, ele luta contra o grupo. Lamentando loucamente sua morte, Yu Miaoyi permite que Mayall a absorva. Mayall desperta completamente, e Qin Shi Huang ajuda a destruí-lo. Depois que Yu Miaoyi, Cheng Gong e Red Hare desaparecem, Mordred decide ficar com os outros até que eles deixem o Cinturão Perdido.
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2020.07.29 01:05 AdsonLeo [Encontro Miojo] Aceito uma Mãozinha (5º Level; D&D 5e)

Olá pessoal, postando aqui um encontro que já vinha querendo colocar no papel há um tempo. Faz parte da ideia de "Encontro Miojo", rápido para ler e colocar em jogo mas com potencial para se desenvolver em algo maior, como o nosso bom macarrão instantâneo. O mais importante é dar um pontapé em suas aventuras e alguns ganchos com o que trabalhar quando estiver em dúvida ou com preguiça.
Isso faz parte de um blog que atualizo nunca. Mas às vezes aparece algo lá e decido postar aqui. Espero que gostem e a quem interessar o blog é o Sopa de Dado e a postagem desta aventura é essa aqui.
Neste encontro busquei trazer desafio a aventureiros chegando em leveis medianos, sendo um combate desafiador mas também com um tom humorístico e leve. É possível até que não haja derramamento de sangue no fim e tudo se resolva com simples interações sociais e resultados finais interessantes para ambos os lados - heróis e vilões. Admito que talvez não seja toda mesa que acomode o "good ending" afinal, como verão, envolve lidar pacifica e amigavelmente com vilões óbvios.
De toda forma, este encontro é pensado para impor um desafio considerável para um grupo de quatro aventureiros no nível 5. Nomes em negrito se referem a criaturas encontradas em material de D&D 5ª edição e serão seguidos por uma notação entre parênteses com o nome do livro e página em que se encontram.
Como sempre com aventuras prontas use como bem entender, mas tendo em mente que ao corrê-la para grupos maiores ou menores e em níveis diferentes o desafio pode ficar significativamente mais fácil ou difícil. Se decidir utilizar este encontro ou elementos dele peço apenas para que dê crédito ao blog e ao autor, no caso eu.

Ganchos de Aventura

Nosso grupo de aventureiros se encontra viajando do ponto A ao ponto B, seguindo rio acima pela margem quando avistam algo curioso. Ou tenha ouvido rumores sobre uma velha torre abandonada que todos os moradores locais evitam, já que quem foi lá jamais voltou e luzes e sons macabros se projetam do topo. Talvez esses mesmos moradores ofereceram recompensas para que os destemidos heróis visitem o local e verifiquem a veracidade da história, eliminando qualquer ameaça presente. Seja como for, subindo o rio eles se deparam com um... pacato pescador?

Localização

Este encontro pode se resolver em duas localidades: à beira do rio ou na torre abandonada. O rio... é um rio. Cortando uma floresta provavelmente, como todo rio em RPG. Não existe segredo, pode ser qualquer rio em qualquer mundo onde você goste de mestrar. Gosto da ideia de locálizá-lo no rio Styx em Avernus caso esteja correndo a campanha Baldur's Gate: Descent Into Avernus ou algo assim. Sendo um plano mal onde o grupo interage constantemente com figuras de caráter duvidoso os aventureiros estarão mais acostumados a interagir com o que antes eram apenas inimigos com alvos pintados na cabeça. O importante mesmo é que os aventureiros estejam seguindo contra o curso deste rio.
A torre fica ainda mais rio acima, e, sinceramente, não é o foco desta aventura. Use o layout de qualquer torre, ou qualquer construção na verdade. Uma torre funciona melhor mas no final fica a seu critério. Caso tenha interesse poderá desenvolver com mais detalhes, mas para o propósito deste encontro miojo não tem muita importância. O que interessa é o que os aventureiros avistam enquanto caminham.

1. Pescaria Macabra

À beira do rio, poucos metros a frente após passarem por algumas árvores, o grupo avista uma figura sentada com uma vara de pesca em mãos e olhando distraidamente para o nada. O ser humanoide parece um pouco desengonçado e, numa inspeção mais atenta ou próxima, é possível notar que não se trata de um humanoide normal, e sim de um Flesh Golem (Monster Manual, 169). Vestindo um chapéu de palha que por pouco não é levado pelo vento, ele lança olhares ocasionais para a água. A linha da sua vara de pesca está sempre em movimento e bastante tencionada, porém ele não a puxa.
Caso os jogadores observem por mais tempo ou demorem a tomar uma decisão, eles notam que a linha fica mais frouxa até que da água emerge uma Flameskull (MM, 134). De início apenas uma caveira humana flutuante, ela gira algumas vezes no ar para se secar e logo explode em eletricidade, que fica estalando ao seu redor. Use os status e habilidades da Flameskull, porém substitua a magia preparada "Fireball" por "Lightning Bolt", ambas de terceiro nível.
O crânio pertence a Ginolvam Tyerulzo, mago humano de índole no mínimo questionável há muito morto por outros aventureiros. Cursou artes mágicas em [insira grande cidade do cenário] mas jamais conseguiu seguir as linhas de pesquisa monótonas dos outros, o que o levou à reanimação. Graças a rituais diversos executados meio que corretamente por ele quando vivo, o mago conseguiu voltar a vida. De certa forma. Apenas sua cabeça animada e ossuda se reanimou e, desde então, ele habita sua torre, onde continua seus experimentos em constructos feitos com partes de criaturas vivas.
A dita torre foi recentemente atacada por heróis, ou como ele chama, "um bando de rufiões metidos a salvadores da pátria". Os tais rufiões dizimaram sua coleção de golens e o mataram. De novo. Após uma hora ele despertou, apenas para descobrir que tudo de valor que ele possuía havia sido roubado pelos malditos e que seus brinquedos foram despedaçados e boa parte de seus pedaços lançados no rio próximo. Quanta barbárie. Após muito esforço Ginolvam reconstruiu um dos golems com o que pôde achar e se colocou a busca do restante das partes que foram levadas rio abaixo. Com medo de que pudesse se distrair e ficar perdido, ou até mesmo arrastado pela correnteza, agora confia que #1B segure firme enquanto ele vasculha as pedras e a lama do fundo em busca das peças que precisa para reestabelecer seu exército.
Ginolvam já aparece em cena com um braço, perna ou outro membro de sua preferência, sendo erguido por uma Mão Mágica conjurada por ele, e o joga numa pilha que já contem algo como meia dúzia de outros. Ele então fala em tom autoritário com o golem por alguns momentos, informando que irá forçar um pouco mais pois acredita ter avistado um tronco preso à vegetação.Neste momento, caso os personagens não tenham se escondido ou a furtividade seja menor que 12 (Percepção passiva da Flameskull), Ginolvam os nota e se dirige a eles, perguntando com confiança o que buscam, ao mesmo tempo em que #1B se coloca de pé. Caso os aventureiros se aproximem ou enderecem-no amistosamente, ambas as partes podem conversar de forma tranquila.
Durante o diálogo Ginolvam se mostra autoritário e confiante porém certamente disposto a evitar um combate, uma vez que a reconstrução de um único golem sem ajuda e quando se é apenas um crânio flutuante com Mãos Mágicas é um tarefa hercúlea. Sem contar que dessa vez, pensa ele, talvez esses sejam um pouco mais espertos e de fato o matem de uma vez por todas. Nesta solução pacífica desenrole o encontro como social, e o grupo fica a par da história do mago, sua morte, experimentos, torre, o ataque e morte de novo. Ele também faz questão de frisar que jamais fez mal às comunidades próximas ou ativamente atacou viajantes, mas que se defende caso necessário. Tem interesse apenas em seus experimentos, que são os causadores dos sons e luzes que as pessoas veem de tempos em tempos. Um personagem pode verificar que Ginolvam diz a verdade com um teste de Sabedoria (Insight) de CD 10. Com alguns minutos de conversa civilizada o mago arrisca pedir ajuda do grupo.
Talvez os aventureiros apenas sigam viagem com uma história curiosa para contar. Se ajudarem a caveira a encontrar mais partes e levá-las para a torre siga para a parte 2. Caso mesmo após a conversa eles decidam que é melhor dar cabo da caveira e seu amigo golem e engajem em combate siga para o próximo parágrafo.
Numa inevitável luta execute da seguinte forma. Ginolvam ordena #1B a lutar com todas as forças e protegê-lo, assim que chegar seu turno, voa a 9m do chão, de onde atira seus Fire Ray e Magic Missiles, e ambos focam aqueles indivíduos que podem efetivamente ferir a caveira. Em seu primeiro turno ele conjura a magia Blur em si mesmo para aumentar sua sobrevivência, assim como Shield quando necessário. O mago é relutante em conjurar seu trunfo, Lightning Bolt, logo de cara, ainda mais caso a quantidade de alvos que consiga atingir seja sub-ótima. Ele o fará caso veja que esses novos rufiões que o atacaram sem motivo sejam muito fortes e estejam dando trabalho a ele e ao #1B. Se uma oportunidade de ouro se apresentar, com todos os aventureiros em linha perfeita esperando pelo choque ele conjura de uma vez o raio elétrico. A função do Golem não é segredo: ficar no solo absorvendo o máximo de dano que conseguir e batendo de volta. Caso entre em Berserker, Ginolvam não tentará domá-lo a menos que a luta já esteja ganha ou os aventureiros implorem muito por misericórdia. Se tudo der certo ele estará uns bons metros no ar, longe dos ataques do seu constructo. Se o grupo todo cair faça como você achar melhor. Um TPK mesmo e mais corpos para o mago ou quem sabe nosso amigo cabeça possa prender os atacantes e conduzir mais experiências. Vilões megalomaníacos fazem isso e repetidamente dão a oportunidade dos capturados escaparem com vida... tsc tsc, nunca aprendem. Caso a luta pareça perdida Ginolvam tentará escapar voando para longe e acessar o que consegue recuperar depois.

2. Torre Abandonada

Se no final os aventureiros se resolveram amigavelmente com a dupla de pescadores e os ajudaram a trazer partes para cá, ou se venceram o combate e eventualmente alcançaram a estrutura, use algum mapa que achar interessante. Uma coisa é fato, está tudo saqueado. Algumas partes de golens são visíveis, mobílias intactas e quebradas, livros, frascos, mesas de encantamento, penduricalhos diversos e tudo o que magos em RPG costumam colecionar. Marcas de batalha são visíveis e recentes - perfurações, chamuscados, flechas e frascos de poção recém usadas pelo chão. Em duvida faça um mapa simples. Existe um ou dois quartos, uma cozinha e sala, um depósito e um laboratório provavelmente no topo. A torre é o formato ideal pois Ginolvam precisa atrair raios para alguns de seus experimentos. Infelizmente ele não tem poderes o suficiente para conjurar o seu próprio mais que uma vez ao dia.
O único butim de valor é o grimório da velha caveira. Um tomo grosso cuja capa é feita de retalhos de pele e com páginas amareladas que contém as magias conhecidas do mago (leia-se, as que a Flameskull tem preparada contando a alteração que fizemos). Um Mago pode copiar qualquer uma das magias descritas ou é possível vender o livro por 50 pesos de ouro caso encontrem comprador interessado.
Se todos chegaram aqui como amigos, Ginolvam convida o grupo a ficar e pede #1B para preparar algo para eles enquanto ele começa a montar o próximo golem. Talvez todos fiquem desconfiados e, mais uma vez, depende de você DM. Minha ideia de "good ending" é todos ficarem em bons termos, tomarem um chá e conversarem. Caso tenha um mago no grupo, e ele seja decentemente sociável, Ginolvam o acha merecedor de estudar o seu grimório e copiar uma das magias que tenha lá. Se achar necessário peça um teste de Charisma (Persuasion) para o conjurador da sua mesa e, se achar bom o suficiente, o deixe copiar mais que uma. Ginolvam se mostra amigável mas ainda é alguém meio difícil de lidar. Ao final de tudo, se realmente foi um momento extremamente prazeroso e os personagens se ofereçam para ajudar nas tarefas, como arrumar a bagunça e montar os golens, e passem a noite na torre, eles conquistam amigos fiéis em Ginolvam e #1B e o mago os presenteia com um Damaged Flesh Golem (Explorer's Guide to Wildemount, 248) feito de partes sobressalentes e cujo mestre e dono pode ser decidido pelo grupo ou pela própria caveira. Eles até podem ver o processo de animação com Lighting Bolt, em que todos os corpos montados são enfileirados e alvejados pela magia para ganharem vida própria e servirem seu mestre.
Mas quer saber? Talvez Ginolvam não é um cara tão legal. Neste caso ele pode atacar o grupo a qualquer momento em sua torre. Seja assim que chegarem, durante o chá ou com um exército de golens novos construídos pelas próprias vítimas MUAHAHAHA!!! Se assim for a tática é basicamente a mesma descrita no último parágrafo da parte 1, Ginolvam se protege e dá cobertura à distância enquanto o(s) golem(s) arrebenta(m) com os convidados.

O Que Vem Depois

Aqui repito o que adoro falar a todo momento: depende de você. Uma aventura é sua assim que decide corrê-la para seu grupo. Modifique como quiser e bem entender para que seja mais desafiadora, divertida, engraçada, curiosa, assustadora.
Gostou da aventura? Tem alguma crítica, elogio ou sugestão? Deixe um comentário! Se tiver usado alguma ideia apresentada no texto comente aí como foi, adorarei ler como tudo se deu na sua mesa. Até a próxima.
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2020.07.13 07:28 Despereaux2018 Ñ

Daddy está estresado en el trabajo, y tu pequeño desea verte con ansias. Empieza a escribirte mensajes calientes, lo que ocasiona que tu miembro empiece a doler y erectarse. Tu pequeño decide ir a verte al trabajo, se pone ropa bonita y va a tu trabajo. Te ordena que no tapes tu erección, que bajes a recibirlo así. Todos se quedan viendolos, como tu pequeño se restriega en ti con tanta lujuría.
Entran al ascensor para no dar un espectáculo en público, a pesar de querer devorarse el uno al otro ahí mismo. En el ascensor lleno de gente, tu pequeño toca tu miembro, y tu como castigo aprietas el de el. Le dices que no gima, y con rebeldía el lo hace. Todos se quedan mirándolos y tu lo incitas a que gima más fuertemente, el acepta el reto, disfrutando de como las miradas de todos se posan en ustedes. Tu pequeño pide que lo folles ahí mismo; diciendo que si no lo follas tu, entonces lo hará otro. Las palabras justas para despertar tus ganas.
Detienes el ascensor, estrellando a tu pequeño contra la puerta de este, le dices que cualquiera puede follarlo, pero ninguno le hará las cosas que tu le haces. Te deshaces de su pantalón y sus bragas, sacas tu miembro y lo subes, tomándolo de las piernas. Metes su miembro dentro de él, deslizándose debido a lo húmedo que estaba y empiezas a embestirlo. La gente en el ascensor trata de no ver y escuchar y otros los ven con deseo.
Tu pequeño gimotra y jadea, entregándose a ti en todos los sentidos, lo penetras profundamente, tocando su punto dulce, te deshaces de su camisa, mordiendo y lamiendo sus erectos pezones. Dejas marcas en su cuello para que sepan a quien le pertenece. Azotas su trasero a tu antojo hasta el punto de que tu pequeño se corra, dejando caer sus fluidos en el piso del ascensor con la gente sonrojada admirando el acto, segundos mas tarde te corres dentro de tu pequeño, llenándolo de fluidos. Los fluidos de ambos escurren por tu miembro, cayendo al piso. Ambos terminan exhaustos, jadeantes, satisfechos.
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2020.07.08 19:31 YatoToshiro ​Fate/Gensokyo #14.5 Heracles (Hercules) {Berserker}


Fate/Strange Fake
Em Strange Fake o Berserk Heracles (Hercules) tem duas versões de Archer. ______________________________________ Heracles (Archer Verdadeiro)
Nome Verdadeiro de Archer é Heracles (Hércules), o grande e nobre herói da Grécia Antiga.
Archer é convocado por Bazdilot Cordelion, um membro cruel da família criminosa de Scladio. Bazdilot questiona Archer se ele pode matar uma criança, com o nobre herói se recusando a cometer tais atos frios. Desagradado, Bazdilot prepara seus selos de comando. Archer está confiante de que qualquer comando dado por Bazdilot será obediência momentânea e, mesmo que ele tenha sido ordenado a cometer suicídio três vezes, ele ficaria bem, em vez disso, decidindo usar a experiência para ensinar ao Mestre uma lição sobre como tentar controlá-lo. Ele pensa que, se fosse convocado como Rider ou Assassin, provavelmente teria matado Bazdilot por tentar controlá-lo. Em vez disso, Bazdilot usa todos os seus Selos de Comando (dizendo-lhe para não dar desculpas, lembrar-se de todos os humanos que ele tinha visto e aceitar a natureza humana) e o cobre com a lama do Graal. Enquanto Archer se contorce em agonia e percebe que os comandos e a lama estão distorcendo sua personalidade, ele tenta matar Bazdilot, mas é tarde demais e é convertido em sua forma mortal de Vingador, onde detém incrível desprezo contra os deuses.
Alcides (ArcheAvenger) O verdadeiro nome do Archer é Alcides, O lado humano de Heracles cuja divindade e imortalidade foram perdidas por interferência dos feitiços de comando de seu mestre, despertando memórias do passado de sua vida e lama do Fuyuki Graal. De certa forma, ele poderia ser chamado de Heracles Alter, embora ele se recuse a ser chamado como tal.
Archer, Alcides, é uma forma distorcida do True Archer original, Heracles, trazido por seu Mestre Bazdilot Cordelion depois de usar todos os três de seus Selos de Comando e a lama do Graal de Fuyuki. Antes de Heracles ser exposto à lama, Bazildot ordenou que ele não desse desculpas, seguido por um comando para lembrar os humanos que ele viu e um comando para aceitar a natureza humana. Alcides é muito mais imoral e indiferente, até pronto para matar crianças para promover sua conquista contra os deuses, tornando-o um Servo ideal para o frio Bazdilot.
True Archer é enviado para atacar o False Archer e seu Mestre, Tine Chelc, que estão hospedados em um hotel. Ele atira neles com seu arco, mirando especificamente em Tine e ignorando completamente o False Archer, mesmo quando ele o confronta. Isso irrita o Falso Arqueiro, que usa seu Portal da Babilônia para atacar o Verdadeiro Arqueiro com várias armas. True Archer, no entanto, não é abalado pelo ataque, chegando a chamar de Falso Archer fraco. O True Archer é capaz de resistir a um ataque completo de centenas de armas de todas as direções do False Archer, devido ao Pelt da Besta Divina convocado pela Ordem do Rei, que o protege de qualquer arma criada por humanos. Intrigado com seu poder, False Archer sacou a espada Merodach de seu tesouro, para testar verdadeiramente o poder de seu oponente. True Archer comenta que apenas a arma mais forte em seu tesouro pode lhe dar uma chance, pois ele morrerá sem ela. True Archer então convoca outro Noble Phantasm, Deusa da Guerra, com sua Ordem do Rei, mas antes que ele possa atacar, ele é repelido por True Rider, que aparece no campo de batalha, usando o mesmo Noble Phantasm. True Archer e True Rider então prosseguem para a luta, enquanto o False Archer simplesmente os observa por um tempo. Ele logo intervém, informando True Rider que ela é muito mais fraca que qualquer um deles. No entanto, True Rider diz que ela está ciente da diferença de poder entre ela e True Archer, pois ele foi quem a matou na vida. True Rider então se volta para True Archer, questionando por que um herói nobre como ele atacaria tão impiedosamente uma criança, como o Mestre do Falso Arqueiro. True Archer, no entanto, responde friamente que o herói que ela conheceu está morto. Eles estão prestes a continuar sua batalha, mas estão presos em uma ilusão de True Caster, que veio para parar sua batalha. Todos concordam em parar sua luta, mas antes de partir, True Archer diz a False Archer que eles se encontrarão novamente, dizendo a ele seu nome.
True Archer retorna a Bazdilot e expressa curiosidade sobre como o homem é capaz de alimentar seus extensos requisitos de mana sem ser drenado. Bazdilot mostra seu sistema onde ele sacrifica muitas vidas humanas para produzir cristais de mana e usa esses cristais para alimentar True Archer em vez de suas próprias reservas. True Archer não se incomoda com o fato de muitas vidas terem sido sacrificadas pelos cristais.
Dia 2 Enquanto Bazdilot e True Archer estão hospedados na oficina de Bazdilot, Bazdilot recebe um sonho compartilhado do passado de Archer, quando viajou com Jason e os Argonautas. Jason reconheceu True Archer como um camarada, falando sobre seu futuro reino, onde todos serão tratados igualmente e tudo será incrível. Quando ele acorda, Bazdilot conversa com True Archer sobre Jason, com Bazdilot o chamando de homem sem valor, que seria usado por pessoas mais poderosas como ele. Embora True Archer concorde com Bazdilot, ele o adverte para não zombar do homem, pois ele era seu amigo e o homem mais humano que ele conhecia.
No entanto, quando terminam a conversa, são atacados pelo Mestre do Verdadeiro Berserker, Haruri Borzak, e Fillia, um homúnculo Eizenbern que apóia Haruri. Como True Archer confronta Fillia, ela declara que "ela" é uma deusa que possuiu o homúnculo. Isso irrita Archer, que ataca Fillia imediatamente, enquanto Bazdilot ataca Haruri. Archer então usa a Ordem do Rei para mudar suas flechas para os Pássaros da Estimônia, que atacam Fillia. Antes que os pássaros possam alcançá-la, eles são destruídos pelo enorme True Berserker, que é um monstro-aranha mecânico que está no topo da oficina. O True Berserker começa a destruir a oficina e a fábrica de processamento de carne ao seu redor. True Archer o envolve, sendo permitido por Bazdilot usar energia suficiente para destruir a oficina. Antes que a batalha possa continuar, no entanto, o chão desaparece devido ao Noble Phantasm de True Caster, Grand Illusion, que engana o próprio mundo. Como todos estão caindo, True Caster consegue fazer uma trégua temporária entre eles, restaurando o terreno depois que eles chegaram a um acordo. Fillia, Haruri e Berserker então partem.
Bazdilot e True Archer então se mudam para um local diferente, onde Bazdilot conversa com Archer sobre seu encontro anterior, surpreendendo-se que Archer deixaria Fillia ir, pois ela alegava ser uma deusa. Archer explica que Fillia não era uma deusa real, mas simplesmente uma maldição deles, que é secundária a Archer. Archer é então enviado para o hospital da cidade, onde reside o Mestre do Falso Cavaleiro, Tsubaki Kuruoka, que é uma jovem garota em coma. Bazdilot obteve essas informações de seus espiões entre os policiais, que também foram informados do jovem mestre por Flat Escardos, outro mestre, e pretendem levá-la em segurança. Bazdilot ordena que True Archer mate Tsubaki para se livrar de False Rider.
Quando True Archer chega ao hospital, ele convoca Cerberus, o cão de três cabeças do Submundo, que então confronta o Clã Calatin, levando-os de volta. No entanto, Cerberus é parado por False Berserker, que é capaz de se multiplicar com seu Noble Phantasm, Natural Born Killers. Berserker então confronta Archer, reconhecendo-o como um herói que abandonou sua divindade e se reduziu ao nível de homens normais. No entanto, isso o torna capaz de ser caçado e morto por um assassino como Berserker, cuja identidade é Jack, o Estripador. Berserker então se transforma e todos os seus duplicados em seres demoníacos com outro Noble Phantasm, From Hell, que então domina Archer. No entanto, Archer é capaz de se recuperar e usa seu próprio Noble Phantasm, Reincarnation Pandora, que lhe permite roubar Berserker's From Hell e se transformar em um ser demoníaco. Depois de reconhecer Berserker como um oponente digno e prometer se lembrar de sua batalha, ele se prepara para matar Berserker, embora Berserker seja teleportado por seu mestre, Flat, com um selo de comando. Terminada a batalha, o False Archer torna sua presença conhecida, zombando da nova aparência de True Archer. Além disso, Saber, False Assassin e Sigma, outro Mestre, chegam ao campo de batalha, prontos para participar da batalha.
Antes que True Archer possa enfrentá-los, False Archer fica ofendido por Saber e o ataca. True Archer observa a batalha deles, impressionado com a coragem de Saber e o fato de que seu poder é natural e não é concedido pelos deuses. Ele então se volta para os oficiais do Clã Calatin e diz que não tem brigas com eles, então se eles ficarem de lado e o deixarem matar Tsubaki, ele poupará a vida deles. John Wingard declara que lutará até o fim para defender a criança. True Archer diz que John é corajoso e, por isso, ele tem pena dele. Ele golpeia John com seu arco, lançando-o em um prédio e quebrando seu pescoço.
Enfurecido pela aparente morte de John, o clã Calatin ataca True Archer com seus Noble Phantasms, mas seus ataques ricocheteiam na Pelt da Divina Besta ou são fracos demais para danificá-lo quando atingem suas áreas desprotegidas. Vendo-os como nenhuma ameaça, ele avança lentamente, desconfiado de Falso Arqueiro ou Saber voltar. Vera Levitt tenta ganhar tempo com uma cortina de fumaça, mas ele simplesmente voa no ar com suas novas asas demoníacas. De repente, uma figura solitária investe contra ele. Seus instintos de batalha dizem para ele não desviar o olhar da ameaça, mesmo quando ele sente as fortes explosões de Excalibur de Saber à distância. Ele fica chocado quando reconhece a figura como John Wingard. John bate nele com um joelho voador no rosto e o repele. Ele então aprende o nome de John quando os outros oficiais gritam de surpresa. John então o ataca com socos e chutes. Ele os bloqueia e observa que a força de João agora rivaliza com alguns de seus oponentes da Grécia Antiga. Embora os golpes de João não sejam fortes o suficiente para causar danos sérios, eles causam danos da mesma forma. Ele deduz que o False Caster encantou seu corpo. John então tira uma adaga com o veneno Hydra da mão protética. Reconhecendo o veneno e completamente horrorizado, já que o veneno da Hydra contribuiu para sua morte original, True Archer dá um pulo para trás e puxa o arco, depois declara John um oponente digno.
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